sábado, 28 de março de 2009

Assistimos,TRANSFORMERS

É uma boa pedida até para quem não acompanhou ou curtiu a antiga série de tv (o meu caso). Ação eletrizante, com uma excelente interação dos robôs virtuais com os artistas e figurantes, sobretudo nas cenas de batalha desenroladas nos minutos finais do filme. Entretenimento de qualidade, principalmente para aqueles que curtem o gênero de ação e as adaptações de HQs (e q ficaram decepcionados com as recentes versões do Quarteto Fantástico, Supeman e até mesmo X-Men).Transformers dá ao público o que o público quer, ação, efeitos visuais de qualidade (a cargo da competente Dream Works) e doses homeopáticas de humor. Passa o seu recado, que é tão somente o de divertir. Embora a história tb não tenha ficado nada a desejar, pois conseguiram dar um ar de ficção científica mais sombrio do que o visto nas antigas animações dos anos 80. Contudo, por ser um filme basicamente visual, acredito q ele perderá muito do seu impacto, longe da tela grande. O clima, a acústica e os efeitos certamente não serão os mesmos se vistos em uma tv. No Praia Shopping pode ser conferido por 11 pílas (inteira em horários normais), já no Midway são 15 contos. Bom deleite.
Pontuação:
visual:9 efeitos:10 fidelidade:8 história:8 ação:9


Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 28.08.07 (BP).

ORGULHO DE SER PAPA-JERIMUM!


Recentemente o site de cartunistas a que pertenço (o TIRAS NACIONAIS), passou a disponibilizar um pequeno, mas instrutivo e ilustrativo recurso:o catálogo dos autores. Com isso é possível saber qual é a naturalidade de determinado artista ou por exemplo qual dos estados brasileiros possue mais colaboradores. Desde agosto (quando me filiei) que a bandeira norte-riograndense esta sendo tremulada neste que é o segundo mais importante catálogo de artistas do gênero, só perde mesmo em quantidade de membros para o da TUPIXEL, mas não perde em nada em qualidade, importância e evidência com relação a este último.Ainda que seja um pequeno e singelo passo, eu muito me orgulho de poder contribuir de alguma maneira na divulgação do nome do meu Estado e principalmente, da minha cidade natal (Natal, mesmo).

Publicado originalmente em 28 de dezembro de 2007 no extinto blog VARELOG.

Assistimos: NORBIT

Norbit, com Eddie Murphy é no mínimo engraçado. Não chega a ser super hilário mais tem ótimas sacadas e passagens ao longo de todo o filme. O destaque fica para o próprio Eddie Murphy que encena desta vez 3 dos persongens do filme ( algo que parece ter virado rotina depois do PROFESSOR ALOPRADO): o protagonista azarado Norbit, sua gigantesca e obesa esposa e o seu pai adotivo chinês. As cenas sensuais e "sexuais" da baranga são impagáveis (com destaque para a sua descida de tobogã). Rir é o melhor remédio para afastarmos os problemas e mesmo q o Norbit tenha problemas de montão e poucas razões para sorrir, vamos pelo menos sorrir dele, já que não podemos sorrir com ele...HEHEHEHEHE! Pelo menos, não antes do final, é claro!

Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 28.08.07 (BP).

Assistimos: O NÚMERO 23

Jim Carrie está se especializando (e se destacando) em fazer filmes dramáticos de boa qualidade. Quem não se lembra do SHOW DE TRUMAN ou de CINEMA MAJESTIC? Em 23 porém, ele encarna um personagem e uma trama muito mais densa e sombria do que nos sucessos supracitados. O Número 23, conta a tragetória de um caçador de cães rumo a obssessão doentia e paranóica pela trama de um romance policial presenteado por sua esposa no dia de seu aniversário. Aos poucos Walter (Carrie), vai se identificando com o personagem principal do livro a tal ponto, que começa a enxergar em sua vida presente e passada reflexos dos acontecimentos protaginizados pelo detetive do romance, assim como, a identificação com o enigma do número que parece tb perseguí-lo. Com uma atuação bastante competente e convincente de Jim Carrie e um roteiro e trama muito bem direcionados até o climax; 23 só peca quando chega ao seu final. Que fica a desejar, de tão batido, no estilo de 6º SENTIDO e CORPO FECHADO. Mesmo assim, merece ser visto e revisto.
Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 28.08.07 (BP).

Assistimos: 300

Muito bom. Não entendi as críticas negativas que este filme recebeu por parte de alguns puristas aficionados em HQs. 300 vale o ingresso ou a locação com sobra. Não é uma superprodução q vai marcar a sua vida ou q terá uma grande sacada ou mensagem sublinar em seu final. 300 é 300, do início ao fim. Com algumas tomadas fiéis a obra original de Miller. Mas é uma adaptação para uma outra mídia e como tal, é passível de liberdades criativas de diretores, roteiristas e/ou atores. Não chega a ter o impacto de um SIN CITY, mas cumpre o seu papel e como. Entretenimento garantido para quem é admirador dos trabalhos de Frank Miller, para fãs de quadrinhos ou para leigos completos. É impossível você sair indiferente a esta película. Apesar do final meio piegas e apelativo com Leônidas-ouriço-do-mar estirado ao solo com o corpo repleto de flechas e numa pose que nos faz lembrar (e muito) a imagem clássica do Cristo crucificado. Mas isso não chega a comprometer o conjunto da obra.


Pontuação:
Visual: 10 
Efeitos:9 
Ação:9 
História:8 
Fidelidade:9

Publicado originalmente no CRÍTICAS,CRÍTICAS, CRÍTICAS em 28.08.2007.

Assistimos: DEU ZEBRA


Divertidíssima, mas nada original, comédia, humano-animal. É um plágio descarada de BABY, O PORQUINHO: roteiro, personagens... Dúvida? Acha que estou exagerando? Então confira: Baby vivia numa fazenda e sonhava em ser um cão pastor; a Zebrinha (ou seria o Zebro?) Listrado, também anseia por ser um puro sangue, um vencedor de corridas de cavalo. Ambos possuem um parceiro bem atrapalhado, em BABY, temos um Pato e a Zebra tem um “Pelicano” com ares e sotaque de mafioso. Os ratinhos cantores da fazenda não estão nessas paragens, mas são substituídos por duas moscas varejeiras Happers . O resto é mais clichê ainda, tem a os do contra que querem que a Zebrinha se ferre, tem o dono que antes não acredita no potencial do animal e depois no melhor estilo:”VALEU, PORCO!” Passa a confiar que o bicho vai dar conta da empreitada. O final é pra lá de previsível...mas nem por isso deve ser conferido. Apesar de ao assistir as peripécias e desventuras de Listrado, você possuir aquela “estranha” sensação de DEJA VU... é um filme leve e bem divertido, para toda a família. Emocione-se com a cruzada (ou seria, a listrada) dessa doce e adorável (e azarada) Zebra (ou zebro).Como bônus, os cuecas de plantão podem ver a primeira atuação em tela grande da Clair de Heroes. Imperdível!

Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 28.02.08 (BP)

Assistimos: DURO DE MATAR 4.0


Alucinante. Este filme faz jus a franquia adormecida do detetive Jhon Mcklaineque (interpretado por Bruce Willis). A hibernação parece que fez bem, pois este filme tem um ritmo (e mentiras cabeludas) bem mais acelerado e divertido do que alguns anteriores (o 2 é muito aquém na minha opinião). Dessa vez, introduziram um hacker de computadores para ser o seu Sidekick ( tradicional parceiro-mirim dos super-heróis) e ainda a sua filha para ser a donzela em apuros. As seqüências de ação são de mais. Chegando ao cúmulo de uma perseguição de um caça F-16 (ou algum número bem superior a este) a uma carreta, onde o nosso anti- herói se encontra, é mole?! Vá ser mais azarado assim do que o Pato Donald... Manero!
Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 28.02.08

sexta-feira, 27 de março de 2009

Assisitmos; TURISTAS

É mas uma boa oportunidade para nós percebermos como os nossos irmãos ianques nos vêem.Um país de mil maravilhas naturais, prostitutas e selva por todos os lados e a 300 (não os de Esparta) anos de atraso tecnológico com relação aos states. O açougue onde esta trupe de americanos vem parar fica em algum ponto imaginário perto de Recife, que mais parece com algum recanto da floresta amazônica. Segundo os protagonistas, Floripa é a terra de putas gostosas, a nossa polícia é considerada igual ou pior aos criminosos, as ruas são de barro, o povo mora em casebres, os veículos, quando existem, são da década de 50 do século passado ou próximo disso e o aeroporto que despacha os gringos de volta para casa é digno de orgulho para qualquer 14 Bis que se preze. Sem contar que insistem em pensar que nos falamos espanhol (embora esse fato seja satirizado logo no início do próprio filme, ainda aparecem algumas expressões tronchas nesse sentido), ninguém merece. Uma das ditas turistas, que afirmou já ter estado em lugares perigosos pelo mundo afora, cita como exemplo ter vivido 3 meses na favela da Rocinha.Com todo esse arsenal de preconceitos e estereótipos, o que aconteceu com eles ainda foi pouco. Deviam ter estripados todos,( heheheh!). Brincadeiras à parte, se você conseguir ignorar esses aspectos anteriormente citados, é um filmezinho “bonzinho” de se assistir, nos mesmos moldes dos inúmeros que existem neste gênero, só que até com menos terror e carnificina do que o esperado. Cena nojentinha é só uma. Talvez duas, se contarmos com a do cara que teve o olho espetado pelo Dr. Maldade-tirarei-até-as-suas-tripas-para-vender-no-câmbio-negro. A musiquinha ao fundo, pelo menos é bem nacional. Como entretenimento, vale uma conferida; como terror, vale uma risada e como retrato do Brasil, vale uma...

Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 27.08.07 (BP)

Assistimos: MOTOQUEIRO FANTASMA

Por  Beto Potyguara

Razoável. Não chega a ser decepcionante, mas deixa muito a desejar tanto no tocante à ação (ou a falta dela), quanto ao enredo. Para um personagem sobrenatural, o mínimo que se espera é uma abordagem mais séria, sombria, no estilo do que foi feito com muita competência e propriedade em Constantine, por exemplo. Mas não, Motoqueiro Fantasma passa longe disso. Em parte, pela interpretação meia boca de Nicolas Cage no papel do personagem principal, Jhonny Blaze, que nos quadrinhos em sua última aparição sempre foi mostrado como um cara determinado, arrojado, durão e não um molenga, introvertido e cheio de cacoetes e clichês que nos fazem lembrar mais de Clark Kent do que propriamente do hospedeiro do espírito da vingança.
A atuação de Cage é o que há de mais aterrorizante no filme!
Os vilões também não ajudam, os “caídos’ (anjos do mal), fizeram juz ao nome e protagonizaram quedas literais diante do herói, que mal chegou a transpirar (como isso fosse possível) em seus confrontos. E Blackout, o vampiro gélido e fodão dos quadrinhos, passou longe de amedrontar alguém; o mesmo pode ser dito de Mefisto, que logo no início tem a sua sombra refletida numa tenda do circo de Blaze, que o fazem parecer com uma versão bizarra do ET com escoliose. Calma gente, não é tão assombroso assim (até por que se fosse, o filme teria sido 10), o visual e os efeitos do Motoqueiro ainda compensam o investimento do ingresso ou do aluguel do DVD. A Marvel perdeu uma boa oportunidade de nos brindar com um excelente filme, tendo em vista as inúmeras possibilidades de abordagem de uma mitologia tão rica que envolve este personagem sobretudo, na minha opinião, em sua segunda versão: Danny Ketch. Deste último, pegaram emprestado apenas o visual e os poderes do motoqueiro e mesclaram com a do piloto circense Blaze. Ficou a desejar...

Pontuação do filme
Visual:10 

Efeitos:8 
Fidelidade:7 
História:3 
Ação:5

Publicado originalmente no CRÍTICAS, CRÍTICAS, CRÍTICAS em 27.08.2007.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Assistimos: O GRANDE TRUQUE



Muito bom. O GRANDE TRUQUE, trata de uma disputa entre dois ilusionistas (antigos amigos) em busca do truque de mágica perfeito. E essa disputa será marcada por muita intriga, sabotagens e sacrifícios pessoais e físicos em nome da obsessão de ambos em superar o seu adversário. O diretor optou em contar a sua história de forma inversa, ou seja, é aquela em que o filme começa pelo seu final. E mais, apesar da narrativa se desenrolar em 3 tempos distintos, o momento presente (final), o passado (quando eles são amigos) e o intermediário (quando um deles parte em busca da mágica ideal), isso não torna o entendimento difícil, nem a narrativa confusa... Ao contrário, todas as peças se encaixam de forma magistral rumo ao clímax, que apresenta um desfecho para obra, surpreendente. O filme faz jus ao nome e nos brinda também com o “seu” grande truque, que é o de contar uma história de tal maneira que nós não consigamos enxergar os elementos presentes de uma outra narrativa paralela, que esteve lá o tempo todo e que por um toque de magia, só nos é revelado em seu final. Mandrake ficaria orgulhoso!

Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 29.09.07 (BP)

Assistimos: O BOM PASTOR


Decepcionante. Pense num filme entediante. Mas uma vez, o trailer me enganou. O que esperar de um filme que promete abordar contra-espionagem, conspiração, a origem da CIA norte-americana? Suspense de tirar o fôlego! Muita ação e adrenalina! Mistérios surpreendentes e muita intriga! Bem se você espera por isso, certamente não será nesse filme que irá encontrar. A história de O BOM PASTOR, conta como e porquê a agência de espionagem americana foi criada. Tudo isso sob a óptica de um dos seus principais agentes. Um cara que está disposto a tudo em nome do seu país, inclusive abrir mão de sua felicidade pessoal, da sua família e demonstra que é capaz de qualquer sacrifício em nome de um bem maior: o american life. Uma falha, o roteiro envolve um corte temporal de cerca de 30 anos, contudo, o protagonista basicamente não retrata esse envelhecimento (dá-lhe maquiagem bem feita) e mais, a narrativa confusa e arrastada promovem o maior desafio desta obra: chegar até o final (ou seja, assisti-lo na íntegra). Pra quem esperava um JOGO DE ESPIÕES, acabei levando para casa uma versão tosca, sóbria, irritante e sem graça do AGENTE 86... E sem a 99.

Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 26.09.07 (BP)

Assistimos: FLY BOYS

Por Beto Potyguara 

Filme baseado em fatos reais que narra as aventuras e desventuras da Esquadrilha Lafayete francesa no final da Primeira Guerra Mundial. O trailer nos dá a impressão que será uma aventura alucinante com cenas de combates aéreos vertiginosos, que em muito me fez lembrar de PEARL HARBOR. 
A trilha sonora é muito boa, envolvente, mas já o filme... ficou meio aquém das minhas expectativas. Primeiro por que uma vez mais tem aqule ar de apologia a supremacia do espírito "benevolente" norte-americano, quando no entanto, as motivações dos jovens pilotos voluntários não foram tão bem aprofundadas como deveriam e podriam ter sido. o treinamento intensivo também não convence, afinal em pouco tempo se tornam ases indomáveis, fazendo qualquer Tom Cruise, morrer de inveja. A banalização da violência e dos horrores da guerra comprometem o que poderia ter sido uma grande oportunidade de questionamento e reflexão sobre o que motivou esses homens a se tornarem voluntários em uma guerra em que seu país estava de fora e mais, a pilotar um veículo aéreo frágil e limitado. Tais perguntas sequer são lançadas, tão pouco respondidas.O roteiro ficou muito superficial e pobre, assim como, os diálogos dos personagens. Salvam-se algumas cenas de combates, com destaque para o confronto sobre o Zepelim. Dá pra assistir, mas não é nenhuma obra-prima.

Publicado originalmente no CRÍTICAS,CRÍTICAS,CRÍTICAS em 26.11.2007

terça-feira, 24 de março de 2009

A despepida decantada de JET LI foi uma fraude!!!

Segundo Marcos RONIN, nosso consultor de cultura japonesa e oriental, acessor para assuntos aleatórios, office boy e sushiman nas horas vagas, JET LI blefou feio. Reproduzimos na íntegra o texto de Marcos, assim como, a sua fonte:
"Na altura em que Jet Li protagonizou “Mestre das Armas”, o ator tinha afirmado que este seria o seu último filme de artes marciais, o que muitos não acreditaram, julgando se tratar de mais uma manobra de “marketing”. O tempo veio a dar parcialmente razão a estas pessoas, atendendo a que Jet Li viria a aceitar a participação em “Warlords” e “Forbidden Kingdon”, este último a tão ansiada colaboração com Jackie Chan. Quanto à manobra de “marketing”, não sei se tal será verdade. Jet Li até poderia estar a ser sincero naquele momento, e posteriormente ter mudado de ideias."
Para maiores detalhes:
http://shinobi-myasianmovies.blogspot.com/2007/09/coragem-do-guerreirofearlesshuo-yuanjia.html

Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 24.12.07

NEWS: O QUE VEM POR AÍ!

Sinal Verde na Marvel para a continuação da saga do gigante esmeralda:

INCRÍVEL HULK (2008) Data de estréia: 13 de junho de 2008
Direção: Louis Leterrier (Cão de Briga, Carga Explosia)
Roteiros: Edward Norton e Zak Penn (X-Men 2 e 3)
Elenco: Edward Norton (Bruce Banner) - Clube da Luta, Outra História Americana, O Ilusionista- Liv Tyler (Betty Banner) - Senhor dos Anéis, Armageddon- Tim Roth (Abominável) - Planeta dos Macacos, Pulp Fiction, Cães de Aluguel- William Hurt (General Ross) - O Beijo da Mulher Aranha, Syriana , Inteligência Artificial- Tim Blake Nelson (Líder) - Syriana- Lou Ferrigno (????) - Seriado de Tv do Incrível Hulk
Site oficial: http://www.theincrediblehulk.net/
O visual do novo HULK será mais birrão do que o visto no filme anterior.Confira o seu biquinho:
Ai que meda! Esperamos que no filme ele seja mais animado e realista que esta versão divulgada pela Marvel.
Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 24.12.07

Confraternização dos Pensadores

UMA FESTA BEM LEGAL
Apesar dos atropelos e desencontros (que apenas adocicaram ainda mais o evento) a confraternização dos jovens pensadores ocorreu dentro do esperado com uma atmosfera de harmonia e carinho, que sensibilizou muitos dos presentes. Algumas ausências foram sentidas, mas a turma que compareceu reforçou ainda mais o espírito do grupo e o objetivo maior do projeto (congraçamento e socialização dos jovens, unidos e conscientes do seu lugar como agentes sociais e históricos de sua realidade). As figuras carimbadas de cima para baixo: Aline, Amanda e Priscila; Eneida, Euzinho, Andressa (condida), Nayara (ao centro), Adma e Iara.

A troca de presentes com a participação providencial de KAMILA PENETHRA (a russa que esta segurando o pacote azul), enquanto Andressa pacintemente espera que ela não quebre a sua lembrança.

Os comes e bebes; no detalhe Aline Amanda não fazem cerimônias e repetem pela 3ª vez, Priscila ao fundo resolve ser discípula destas duas, enquanto Andressa desconsolada descobre que Kamila Penetrovisk (polaca), havia danificado a sua lembrança.
Esse grupo é sem dúvida alguma abençoado. Uma verdadeira obra-prima de turma.

Publicado originalmente na FÁBRICA DE PENSADORES em 24.12.2007

sábado, 21 de março de 2009

Assistimos: FOMOS HERÓIS


Aproveitando o momento Flashback, aproveito para postar um curto comentário sobre esse "épico de guerra" (pelo menos no visual, pois quanto ao conteùdo...), que tem o excelente (menos neste filme) ator, Mel Gibson, como protagonista. Pense numa versão totalmente oposta ao que foi mostrado no realista e bem produzido PLATOON (que aborda também a ocupação norte-americana no Vietnã), ai você tem idéia do que trata o nada imparcial roteiro de FOMOS HERÓIS. É uma apologia desgraçada ao imperialismo ianque e a política intervencionista dos americanos. É osso! Tanto, que o melodrama fica até ridículo, como a cena do comandante vietnamita submisso, idolatrando a bandeira dos States no finalzinho do filme. O realismo dos filmes bélico se faz presente com muita propriedade no ritmo e no estilo do "vejam-o-cara-tendo-a-cabeça-e-braços-sendo-despedaçados-que-massa-que-beleza-que-legal!", mas não consegue encobrir o roteiro mal intencionado e apológico as tropas americanas. Deception Total, talvez fosse um bom título alternativo, já que os "heróis" levaram a maior sova de sua história no evento real e o filme também ficou longe de convencer alguém, afinal, eu não vi nenhum Superman, Homem-Aranha ou Cap. América do lado dos "mocinhos"...

Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 21.09.07 (BP).

Assistimos, CONSTANTINE

Também já faz um bom tempo, mas a exibição no SBT me fez recordar desta que para mim está entre as melhores adaptações de HQs de todos os tempos. Constantine é brilhante onde várias películas que ousaram se embrenhar pelo gênero "Quadrinhos" são banais, superficiais ou pior, totalmente diferentes da obra original que lhe emprestam o nome. HELLBLAZER (título original da série da VERTIGO, onde são publicadas as histórias de Constantine), é F@#$! por que é F@#$! Quem espera ver as aventuras de um mago supremo intelectualizado, ostentando seus super poderes (ao estilo do Dr.Estranho) ou um todo engomadinho e bem afeiçaçoado e educado como um lorde inglês (Mandrake), vai quebrar a cara! John é o contrário de tudo isso, é um fumantre inveterado, canceroso, bissexual, sarcástico, mau humorado e muito sacana, mesmo. Não espere lições de moral ou dicas de auto-ajuda ao final de suas aventuras (no estilo de He-Man), é mais fácil ele cospir na sua cara e ainda tirar uma onda. Nesse sentido, o filme foi bastante fiel ao material original, pecando apenas por adulterar a origem do personagem e o seu visual (John foi inspirado no Sting do THE POLICE, é loiro e sempre traja um capote verde e é retratado como um cara decadente, de ressaca eterna, barba por fazer...) que ficou uma simbiose de Neo Mulder (Matrix+Arquivo X). Até o mecânico Keanu e Reeves, que interpreta o nosso anti-herói, não fez feio. O visual e os efeitos foram bastante convincentes, assim como o roteiro bem sombrio e fundamentado. Dei valor! E teve gente que não gostou...sei não!

Pontuação:
visual: 9 efeitos:10 fidelidade:8 história:9 ação:9


Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 21.09.07 (BP)

sexta-feira, 20 de março de 2009

Assistimos: BRIGADA 49


Não chega a ser um CORTINA DE FOGO, mas é um bom filme. Um verdadeiro tributo ao valoroso e pouco reconhecido trabalho dos integrantes do corpo de bombeiros, esses verdadeiros heróis de carne e osso. Os extras contidos no DVD são tão (ou mais) comoventes que o próprio filme, pois destina um trecho apenas para os depoimentos de bombeiros da vida real. E o que é curioso perceber é que nos Estados Unidos, apesar do baixo salário, esta é uma profissão praticamente hereditária. No filme em questão, Joaquin Phenix é um bombeiro que fica preso em um prédio em chamas durante o exercício do seu trabalho. Ferido, isolado dos seus companheiros, ele começa a reviver os momentos de sua vida que o levaram até aquele fatídico momento. É por meio desses flash backs que ficamos a par de como é a rotina do corpo de bombeiros, seus momentos de glória, de frustração, de abdicação, de renúncia da família e principalmente, as amargas perdas que infelizmente não são raras nesse ofício.
Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 20.02.08

Assistimos: PARANÓIA


Um verdadeiro tributo a obra de Hiticock, JANELA INDISCRETA. Apesar das visíveis influências e referências ao filme supracitado, não trata-se de um REMAKE e sim de uma boa trama de suspense ambientada nos dias atuais e embebecida com doses cavalares de american way of life , com aqueles micro-dramas familiares bem chavões: do jovem revoltado, da vizinha gostosinha (essa nem tanto, tem mas osso que carne), do amigo lesado e do psicopata que mora ao seu lado e todos acham que ele é um cara legal e você que é o piradão, enfim...Apesar disso (ou por causa disso) é um ótimo filme, diversão e alguns sustos grantidos. Eu recomendo.
Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 20.02.08

Assistimos: A PROMESSA


Uma belíssima adaptação de uma fábula chinesa. Repleta de efeitos especiais, fantásticas, mirabolantes e mentirosas coreografias de lutas e uma narrativa leve, solta e bem-humorada que nos faz lembrar em alguns momentos do excelente KUNG FUSÃO.
Os diálogos são bem simplistas e até certo ponto ingênuos, mais a história é envolvente e por que não, comovente em alguns momentos (a trilha sonora contribui para isso), sobretudo em seu final. Na trama, uma menininha pobre e faminta é seduzida pela promessa de uma divindade que lhe oferece a oportunidade de uma vida de riqueza, luxo e fartura, se em troca ela abrir mão do direito de viver um grande amor. A criança faz o pacto com a deusa (daí o título) e carrega esta triste sina para a vida adulta e ai surge o drama do filme: nenhum homem que tiver o seu amor vive por muito tempo. Apesar disso, três candidatos pleitearam esse prêmio: o amor da bela e sete palmos de terra.
Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 20.02.08

Assistimos: PREMONIÇÕES


Um bom filme apesar do tema batido e de se tratar visivelmente de uma compilação de DE JAVU e EFEITO BORBOLETA. Nesse drama-suspense protagonizado por Sandra Bullock, ela encarna uma esposa tipo doméstica-Amélia-é-que-é-mulherde-verdade (muito haver com ela), meio desleixada, baixo-estima, mãe relapsa e que está com o casmento por um fio. Um certo dia ela recebe o comunicado da morte de seu esposo (infiel) em um acidente de trânsito e o seu pesadelo começa...pois todas as manhãs ela acorda em um dia diferente da semana, em alguns o marido vive, em outro é o seu enterro, etc. Convencida de que não “pirou o cabeção” e de que possui um dom paranormal, após uma conversa rápida com uma versão de padre Quevedo do filme, Bullock tenta colocar ordem no seu quebra-cabeças, salvar a vida do marido e o casamento e ainda acertar os números da Lotomania.Conseguirá ela dar conta do recado.Vou logo avisando que o final é pra lá de frustrante. Mas vale uma conferida a título de entretenimento.
Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 20.02.2008

Assistimos: PREMONIÇÃO 3


Pense num filme sem graça. Não que um filme que aborde jovens sendo perseguidos peal morte devesse ser hilário, não é nada disso. É que tanto o tema como essa seqüência, perderam a razão de ser. Um foi legal, por que foi novidade, trouxe um discurso novo ao universo dos filmes de suspense com adolescentes ( Pânico, Eu sei o que vocês fizeram..., Jason e cia).Um jovem que além de ter premonições, descobriu que a morte tinha um plano pra cada um de nós e que era possível, pasmem, ludibriar a condenada. Pronto, foi um filme perfeito.Deveria ter parado por aí.A continuação foi tão insossa, quanto essa terceira incursão no tema. Muito mais sanguinolento e nojento que os anteriores, com mortes esdrúxulas de embrulhar o estômago, com a banalização da trama e um fim tão troncho quanto o próprio filme que espero represente de fato o fim dessa franquia que de original e divertida no início, tornou-se tosca, sem-graça, previsível e difícil de engolir. Que os produtores não tenham êxito em ludibriar a morte mais uma vez e não consigam convencê-la em assinar uma nova seqüência...os vivos agradecem!
Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 20.02.08

quarta-feira, 18 de março de 2009

Assistimos: O SEGREDO DOS ANIMAIS

Uma grata surpresa. Num universo de mesmices, onde imperam os clones e genéricos das produções de animação (Carrinhos e Cia que o digam), a locação desse título em muito me agradou. Ao ver um trailer que mostrava vacas sem chifres e que na verdade não eram “vacas” e sim bois “tetudos”, eu retardei e muito o contato com essa película.
O SEGREDO DOS ANIMAIS pode ser tudo, menos desinteressante. Os clichês clássicos estão presentes, mas não de uma forma forçada ou sem graça: temos o filho boa vida que terá de aprender a ser responsável após a morte do pai, mas que no fundo não quer abandonar a sua síndrome de Peter Pan e coadjuvantes bem interessantes, como a Doninha que adoooooooooora seu amigo Frango e que tenta vencer o seu instinto natural em nome dessa inusitada parceria; um ratinho boêmio que é o “dedo direito” do jovem bovino protagonista; um burro nocauteador e o MIKE MALUCO, a arma secreta dançarina desta trupe e que rouba a cena toda a vez em que entra em cena ( e que parece com o tio ID da Família Adans). Diversão garantida.



Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 18.10.07 (BP)

Assistimos: PONTE PARA TERABÍTIA

Pense numa propaganda enganosa! Pensou? Multiplique por 3 e você terá idéia do tamanho da minha decepção no tocante a este filme. No trailer do cinema nós temos uma edição de imagens altamente tendenciosa e mentirosa. O narrador usa termos como “Dos mesmos produtores de Nárnia!” ou “Se você procura por aventura...” (nesse último caso a resposta seria:“não encontrará aqui!”), o que nos leva a imaginar (e olha que é só isso que tem nesse filme: imaginação) que se trata de uma superprodução. Ledo engano. A história é mais batida do que os sparrings de Mike Tyson ou do que Silvester Stallone encarnando o eterno pugilista-azarão Rocky Balboa (e em todas as suas encarnações). Duvida? Pois bem, o enredo, mas parece uma releitura do clássico MEU PRIMEIRO AMOR com Macaulay Culkin, sem o carisma e o talento daquele elenco. Senão vejamos, naquele filme temos uma garotinha que tem problemas de relacionamento com os colegas de sua escola e com as crianças de sua faixa etária, salvo o amigo azarado que acaba morrendo e proporcionando o momento penoso e melancólico do filme. Ela é apaixonada por seu professor de poesia e como forma de fuga da realidade e/ou mecanismo de chamar a atenção do seu pai desatencioso cria várias doenças fictícias. NA PONTE PARA TERABÍTIA, temos o jovem JESS, deslocado da mesma maneira, com um pai austero e frio, apaixonado pela professora de música e que encontra como válvula de escape a criação de um mundo mágico e irreal que lhe é apresentado por sua mais nova amiga-vizinha-confidente-mentora-e-futura-cádaver. O menino é um péssimo ator, até mesmo o ASTRO BOY ou o ROBOCOP JR, transmitiriam mais emoção e humanidade do que ele. O filme se arrasta por incontáveis e tortuosos minutos descrevendo o entediante cotidiano do protagonista, que de vez em quando faz viagens furtivas ao imaginário mundo de TERABÍTIA, que se encontra nos confins do fundo do seu quintal e que durante toda a extensão do filme só nos são apresentados uma ínfima parcela de seus “habitantes”. Somente no último e derradeiro minuto final do filme (mais redundante impossível), depois da construção da famosa ponte que empresta o nome ao filme é que as fantásticas criaturas saem da toca (estranhamente são essas as cenas que predominam no trailer de divulgação). Tirando o momento de “dó” da morte da garotinha (gratuita, diga-se de passagem), esse filme não encanta, não decola, nem convence. Esta é uma pífia produção da IMAGEM FILMES. Guarde bem essa marca, pois ela pode muito bem ser confundida com alguma das subempresas das Organizações Tabajaras, mas, no entanto, não possui o mesmo charme, tão pouco a credibilidade desta última. Que essa ponte seja explodida o mais rápido possível e que deixem o chato do robô-mirim do JESS preso em TERABÍTIA para sempre. Assegurando assim, a paz de espírito e as economias das gerações futuras que podem vir a ser ameaçadas por uma ingrata e mal fadada continuação. Que Hollywood nos proteja de uma PONTE PARA TERABÍTIA II.

Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 18.10.07 (CB)

Assistimos: SENTINELA

É um bom filme, porém, nada original. Afinal quer roteiro mais batido do que um atentado ao presidente dos Estados Unidos.Nessa versão, os dois mega-super-competentes-agentes-amigos-que -se odeiam, Michael "Ricardão" Douglas e "24horas-Bauer", tentarão deter o atentado e não se matarem durante o processo. O filme demora um pouco pra empolgar até que o lance da conspração realmente deslanche e Ricardão (literalmente, pois tem um caso com a1ª Dama) comece a ser o maior suspeito (pois não passara no teste do polígrafo pega mentiroso) e ai o corre-corre tem início. O fim é muito chocho, mas o fnal alternativo era mais piégas ainda. Não chega a ser um POR UM TRIZ, mas diverte do mesmo jeito. O trailer uma vez mais, nos faz acreditar de que este é O FILME...mas na verdade é apenas MAIS UM filme.
Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 18.01.07

segunda-feira, 16 de março de 2009

OS CEGOS DO CASTELO


Eu não quero mais mentir
Usar espinhos que só causam dor
Eu não enxergo mais o inferno que me atraiu
Dos cegos do castelo me despeço e vou

A pé até encontrar
Um caminho, o lugar
Pro que eu sou

Eu não quero mais dormir
De olhos abertos me esquenta o sol
Eu não espero que um revólver venha explodir
Na minha testa se anunciou

A pé a fé devagar
Foge o destino do azar
Que restou

E se você puder me olhar
E se você quiser me achar
E se você trouxer o seu lar
Eu vou cuidar, eu cuidarei dele
Eu vou cuidar
Do seu jardim
Eu vou cuidar, eu cuidarei muito bem dele
Eu vou cuidar
Eu cuidarei do seu jantar
Do céu e do mar, e de você e de mim

Eu não quero mais mentir
Usar espinhos que só causam dor
Eu não enxergo mais o inferno que me atraiu
Dos cegos do castelo me despeço e vou

A pé até encontrar
Um caminho, o lugar
Pro que eu sou

Eu não quero mais dormir
De olhos abertos me esquenta o sol
Eu não espero que um revólver venha explodir
Na minha testa se anunciou
A pé a fé devagar
Foge o destino do azar
Que restou

E se você puder me olhar
E se você quiser me achar
E se você trouxer o seu lar
Eu vou cuidar, eu cuidarei dele
Eu vou cuidar
Do seu jardim
Eu vou cuidar, eu cuidarei muito bem dele
Eu vou cuidar
Eu cuidarei do seu jantar
Do céu e do mar, e de você e de mim

Titãs
Composição: Nando Reis


Releitura feita por IARA

Publicado originalmente no FÁBRICA DE PENSADORES em  16.10.08

Assistimos: DEMOLIDOR

Por Beto Potyguara

Já faz tempo, é bem verdade, mas a reprise mutilada pela Globo me motivou a postar esse comentário. DEMOLIDOR (Daredivil, no original), foi uma das inúmeras produções que vieram na esteira dos sucessos de X-Men e Homem- Aranha. Ao contrário destas, não conseguiu o retorno tão esperado nas bilheterias, contudo se deu bem ao ser lançado em DVD (fato que também se repeteria com ELECKTRA e JUSTICEIRO). Não foi um grande roteiro é bem verdade, mas também não foi nenhum desastre. O grande mérito para mim, foi ter conhecido a banda EVANESCENCE, responsável pelos bons momentos da trilha sonora do filme.Fora isso, outro ponto positivo que eu destacaria seria a opção dos produtores por terem se afastado da tendência natural dos longas do gênero em perder muito tempo contando a origem do herói. Essa opção proporcionou uma narrativa mais corrida, deu um ritmo mais dinâmico e limpo, sem comprometer em nada a história. Ben Affleck e Jenniffer Garner, desempenharam bem os seus papéis, que a bem da verdade não necessitariam de um grande primor de interpretação, já que são personagens exclusivamente de ação, embora Affleck em algumas situações tenha aparentado estar meio engessado, todo duro, talvez por culpa do uniforme ou simplesmente pela bossa, mesmo. A descaracterização de alguns elementos da mitologia do herói (como o envolvimento de FISK na morte do pai de Murdock) e algumas liberdades criativas tomadas pelo diretor ( a cama d'água a la Drácula, o alvo na testa do Mercenário e ter transformado o Rei do crime em um afroamericano, são alguns deles), não comprometeram o resultado final da obra. O que faltou ao meu ver (como nas outras adaptações dos heróis da Marvel), foi mais cenas de ação, algo tão característico nas histórias do "Homem sem medo", sobretudo, na fase de FRANK MILLER, autor que visivelmente inspirou grande parte das tramas contidas no enredo desta versão. Também merecem nota a eficiente representação do radar do Demolidor (apesar da sensação de clonagem de algumas cenas de MATRIX) e as várias homenagens feitas aos artistas que passaram pelo título do "demônio" da "cozinha do inferno" (excessão feita a MILLER): STAN LEE, logo no príncipio é salvo de um atropelamento pelo jovem MATT; o legista que entrga o bastão do Demolidor ao repórter BEN URICH, chama-se KIRBY (JACK KIRBY é co-criador ao lado de STAN LEE, da maioria dos heróis clássicos da MARVEL) e por fim, no anúncio da última luta do "Demônio Murdock" no alto do ginásio vemos o nome do seu adversário: JOHN ROMITA ( desenhista que tornou-se celébre por suas passagens no título do Homem-Aranha e no do próprio Demolidor). Não foi nenhuma BRASTEMP, mas se comparado com outras incursões da Marvel ( Homem-Coisa, Motoqueiro Fantasma, KULL, Conan o destruidor, Justiceiro, Capitão América...) o "homem sem medo" não deixou os seus fãs apavorados, tão pouco, totalmentente decepcionados, deu pro gasto... e como! O tempo é o senhor da razão, mesmo, se fosse na época do lançamento a minha opinião teria sido mais xiita.

Pontuação:
Visual:8 
Efeitos:8 
Fidelidade:6 
História:7 
Ação:7

Publicado originalmente no CRÍTICAS, CRÍTICAS, CRÍTICAS em 16.09.2007

domingo, 15 de março de 2009

Assistimos: SERENITY

Divertido, mas esperava mais.Sucesso de público e crítica, a obra de ficção científica de JOSS WHEDON (criador da série BUFFY, a caça vampiros e roteirista de histórias em quadrinhos), não me impressionou muito. Os efeitos visuais são até meio capengas. A cena de perseguição que envolve o planador dos "heróis" do filme é pra lá de fraca. O veículo visivelmente é um trator e até as tomadas que deveriam dar a impressaõ que "aquilo" estava realmente flutuando não convencem.O design das aeronaves também não é dos melhores. O forte do filme são os dialógos inteligentes e bem humorados de seus personagens, além da bela coreografia das lutas, mas o enredo meio clichê e a forma meio acidental como certas situações vão se desenrolando na trama, comprometeram um pouco o resultado final da obra. Vale uma conferida como divertimento, nada mais do que isso. Não é STAR WARS ou ALLIEN ou TROPAS ESTRELARES ou DUNNA (a última versão), mas também, não é DOOM, nem JASON X, e principalmente, um PLUTO NASH! É LEGALZINHO! E nada mais do que isso... Sim, antes que eu me esqueça, SERENITY é a belonave ds protagonistas, um bando de renegados foras-da-lei que pretendem se regenerar salvando o universo das forças do mal (mas clichê que isso, impossível).
Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 15.11.07

Assistimos: A BÚSSOLA DE OURO


Por Beto Potyguara

Fraquérrimo. Pense num filme tosco.
Primeiro, após ler a crítica da revista CRASH, onde classificam este filme como "o novo SENHOR DOS ANÉIS", embora o visual e temática divulgados nos levem a uma imediata alusão AS CRÔNICAS DE NÁRNIA, a minha impolgação fora imediata.Os trailers (ô povo sacana, esses caras que fazem as edições)também contribuíram para essa expectativa.No entanto...com uma narrativa arrastada, sem suspense, com uma edição de cenas que deixou muito a desejar (me fez lembrar dos cortes da série SMALLVILLE do SBT ou das exibições de domingo da Globo)e com interpretações meia-boca de alguns dos atores do elenco, A BÚSSOLA DE OURO, infelizmente me frustou e muito.O livro deve ser excelente, não duvido muito.Mas o problema aqui não foi a questão apenas de uma má adaptação, foram uma seqüência de escolhas infelizes e mal direcionadas, que colocaram um filme que tinha tudo para estourar...implodir!O conceito é interessante, a história fascinante, os efeitos competentes (em parte), mas não há ação, emoção, vida e graça. O que é fatal para um filme de FANTASIA. A Bússola pode até ser de OURO, mas o filme por não convencer, não é digno nem de um BRONZE.O final inconclusivo, no estilo do segundo longa de MATRIX(e da SOCIEDADE DO ANEL),coroou o festival de equívocos desse filme.A exceção a regra aqui, cabe ao URSÃO POLAR que rouba a cena quando aparece.Para o bem da franquia, espero que na continuação ele possa interpretar o papel da personagem principal LYRA BILAQUA. Assim quem sabe, o filme chame mais atenção...ou não!

Publicado originalmente no CRÍTICAS, CRÍTICAS, CRÍTICAS em 15.01.2008

OS ANIMAIS TÊM RAZÃO

Simplesmente, "encantado"! É esta a minha impressão inicial e final após escutar, ou melhor, degustar o CD do poeta popular Antº Francisco: "OS ANIMAIS TÊM RAZÃO, para ouvir e pensar". Um a obra crítica, romanceada, contundente e pertinente com o momento cultural, social e pouco ecológico que estamos vivenciando atualmente. Trata-se de um cordel musicado, com excelentes "motes".Com destaque para as faixas:#1 (Três martelos de amizade),#4 (Aquela dose de amor), está especialmente comovente,#5(A casa que afome mora),muito forte e por fim, a #11, que é a faixa título do CD. Experimente e se delicie com este supra sumo da poesia popular nordestina e extirpe os preconceitos sobre esta ramificação literária, tão rica, encantadora e prolífica como qualquer outro ramo da Literatura, porém, ainda tão pouco explorado e infelizmente, muito marginalizado.Nas livrarias de Natal, pode-se comprar o CD e o livro num só pacote. Na feira de sebos, consegui obter apenas o CD por $13,00. Um negoção!

sexta-feira, 13 de março de 2009

NÃO HÁ NADA A PERDOAR

A crença de que os outros não deveriam nos ter tratado como o fizeram é, obviamente, um erro.
Em vez de ficarmos com raiva da forma como fomos tratados, precisamos aprender a ver tal tratamento de outra perspectiva. Eles fizeram o que sabiam fazer, dadas as condições de suas vidas.

Aprender a perdoar envolve aprender a corrigir as más interpretações que criamos com nossa própria visão das coisas.
Quando compreendermos que somos nós que fazemos acontecer tudo que ocorre em nossa existência, então estaremos numa posição de saber que até fazemos os outros acontecerem em nossas vidas para termos a quem culpar.
Quando tivermos nossos pensamentos claros, chegará ao ponto em que não será mais necessário praticar o perdão. Teremos percebido que a vida é uma série de acontecimentos que criamos ou atraímos para nós mesmos.
Assim, perceberemos que não há nada a perdoar, porque não há nada a julgar e ninguém para culpar.

Wayne Dyer

Obs:
Texto para uma abertura ou "fechadura" de uma aula. (BP)


Publicado originalmente no FÁBRICA DE PENSADORES em  13.10.08

quinta-feira, 12 de março de 2009

CORDELAÇO!

Recentemente tive a grata surpresa e satisfação de descobrir que um dos meus colegas de profissão é um poeta popular e cordelista de mão cheia. Reproduzo agora na íntegra duas das obras do professor RARIOSVALDO da Escola Municipal Fcª de Oliveira, aqui de Natal. Bom deleite:

Me entristece ao ver um professor
Desfazendo da sua profissão

Meus amigos e nobres professores
Semeadores dos frutos do saber
Com certeza eu posso lhes dizer
Nesta arte nós somos doutores
Do ensino nós somos condutores
Preservamos a boa educação
Os príncipios morais do cidadão
Só depende de um bom educador
Me entristece ao ver um professor
Desfazendo da sua profissão.

Há quem fale do nosso doce ofício
Por que não está bem remunerado
Também acho que é pra ser melhorado
No entanto não torna um sacrifício
Nem por isso eu acho mais difícil
Tenho ética e determinação
Tenho amor mesmo nesta situação
Pois quem ensina imita o criador
Me entristece ao ver um professor
Desfazendo da sua profissão.

A criança que cedo vai a escola
Se aprender a lição que o mestre ensina
Se educa e não se pré-destina
E não troca o estudo pela bola
Não aprende nas ruas cheirar cola
Acredita em sua formação
Tem desejo de ser um cidadão
Que aprendeu com o seu educador
Me entristece ao ver um professor
Desfazendo da sua profissão.

Desta forma meu caro companheiro
Neste dia que é meu e que é seu
Parabéns vão para você e eu
Acredito num mundo justiceiro
Quem educa que seja um conselheiro
Pra que haja a paz nesta nação
Deixo aqui minha congratulação
A quem tem o poder de educador
Me entristece ao ver um professor
Desfazendo da sua profissão.


Parabéns pra quem tem a profissão
E o talento de um bom educador

Para quem tem a arte de educar
Tem a chave da casa do saber
E o mestre que ensina com prazer
Na gramática conjuga o verbo amar
Nas lições ele ensina a perdoar
A pedir com licença e, por favor,
A escola é quem forma o doutor
E transforma o menino em cidadão
Parabéns pra quem tem a profissão
E o talento de um bom educador.

Se a escola não for bem equipada
Não dispor de recursos materiais
Ele usa saberes divinais
Muitas vezes faz aula improvisada
Mas se a aula tiver bem planejada
Respaldada nas teses do autor
Que escreve, mas é o professor.
Quem decifra o texto e a lição
Parabéns pra quem tem a profissão
E o talento de um bom educador.

Muitas vezes eu fico entristecido
Quando vejo um colega se expressar
Já cansei, eu não gosto de ensinar.
Não sou visto, nem sou bem percebido.
Na verdade você ta convencido
Que não é nunca foi u professor.
Pode até ter sido um trabalhador
Mas não teve amor a educação
Parabéns pra quem tem a profissão
E o talento de um bom educador.

Tem colega que não se valoriza
E acaba com a arte de educar
Deus me livre, meu filho se formar.
Pra ensinar eu não quero!
Logo avisa Se a escola você antipatiza
Deixe a arte, você não dar valor.
É melhor, porque é mau professor.
Não assume a sua posição
Parabéns pra quem tem a profissão
E o talento de um bom educador.

Matemática, história, geografia.
Português, arte e literatura.
Religião que faz parte da cultura
Onde ensina a f é e a poesia
Jesus Cristo usou pedagogia
Ensinou multidões com muito amor
Se Jesus ensinou foi professor
Sendo filho do pai da criação
Parabéns pra quem tem a profissão
E o talento de um bom educador.

Somos fracos diante da política
O governo massacra a educação
Mas sabemos da nossa posição
Formadores de consciência crítica
Onde a ética moral e analítica
Não se oprime diante desse horror
Tenho orgulho de ser um professor
Mesmo sendo valorizado ou não
Parabéns pra quem tem a profissão
E o talento de um bom educador.

Parabéns pela arte de educar
Parabéns pelo dom que Deus lhe deu
Parabéns por tudo que aprendeu
Parabéns pelo que sabe ensinar
Parabéns você sabe conquistar
Parabéns porque és bom professor
Parabéns você tem força e vigor
Parabéns por fazer educação
Parabéns pra quem tem a profissão
Parabéns para o bom educador.

Publicado originalmente no FÁBRICA DE PENSADORES em  12.10.07

quarta-feira, 11 de março de 2009

Assisitimos, O RETORNO DAS TARTARUGAS NINJAS



A franca onda de produções digitais vindas na esteira dos sucessos da PIXAR, DREAMWORKS e FOX, acaba de fazer mais uma vítima: as Tartarugas Ninjas. Mesmo sem ser um fã da antiga série animada da TV, estava esperando um pouco mais dessa nova encarnação dos 4 famosos répteis, mas “santa tartaruga!”... nem água! Quem assistiu ao trailer no cinema e depois foi conferir deve ter ficado no mínimo decepcionado ou coisa pior. Faltou ação, emoção e o humor tão característico a esses personagens. O visual dark da produção e o novo design dos discípulos de Splinter estão até legais (nem um esplendor é bem verdade, mas dá pro gasto), mas a descaracterização dos personagens, na tentativa de retratar um clima de drama existencial entre os protagonistas, fica longe de convencer. O pseudo vilão é um clone mal feito do “Sr. Incrível” e que no final descobrimos que ele na verdade era bonzinho (xi! Acabei com a surpresa). Mas a maior ameaça pra mim sem dúvida alguma foi o queixo do Casey (sim ele também foi escalado ao lado da April), tão pontiagudo e aterrador, que fariam o Coringa, The Tick e Batman Queixada ( de Bruce Tim) tremerem feito vara verde. A meu ver o retorno das tartarugas poderia ter sido adiado por mais um tempo, pelo menos até que possuísse um roteiro mas digno e a altura da tradição camundonguense do sensei Splinter (que parece com tudo, raposa, lobo mau, menos com um rato). O Destruidor, terrível arqui-inimigo do quarteto nem deu as caras, mas deve ter ficado feliz da vida com a surra que os roteiristas e produtores dessa película proporcionaram as mirradas e esguias tartarugas. Cowabunga!




Pontuação:
visual:9 efeitos:8 fidelidade:7 história:5 ação:4


Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 28.09.07 (BP).

terça-feira, 10 de março de 2009

O que é o VARELAULÃO?


O ano de 2008 vem sendo muito venturoso para a Escola Estadual Varela Barca. Conseguiu colocações bastante significativas tanto no vestibular (chegando a figurar entre as 20 melhores escolas públicas do estado na seleção da UFRN*), quanto no ENEN (11º lugar**), ficando a frente de várias escolas tradicionais da nossa capital. Em função disso, desenvolvemos um projeto pioneiro entre as escolas públicas de ensino médio do nosso estado: o VARELAULÃO.

Com aulas regulares aos sábados entre abril e setembro (excetuando-se o recesso junino e o mês de agosto devido ao calendário da escola), dez professores se revezaram e se esforçaram ao máximo para dar aquele estímulo, aquele gás a mais para a nossa rapaziada! Foi produzido com muita seriedade um simulado nos moldes do ENEN (contendo 30 questões objetivas, redação, preenchimento de gabaritos, três horas de duração, normas vigentes em concursos e vesstibulares), visando familiarizar o nosso alunado com a experiência de prestar um exame de seleção, exercitar o seu domínio de tempo, o seu controle emocional, enfim, previní-lo sobre situações que poderiam a vir a acontecer na prática durante as provas do ENEN e do vestibular.

Infelizmente, a baixa frequência e a falta de assiduidade (havia uma rotatividade de alunos a cada encontro), levaram-nos a cancelar essa excelente experiência. Esperamos retomá-la quem sabe em 2009, com um outro formato e com uma maior rigidez nos critérios de seleção daqueles que por ventura demonstrem interesse em participar.

O VARELAULÃO foi fruto de uma iniciativa minha e do professor LUIZMAR e que contou com a valorosa e estimada participação de outros oito professores do quadro da escola, todos do turno matutino. A todos eles os nossos mais sinceros agradecimentos pela dedicação, pela solidariedade, pelo profissionalismo e pela seriedade e comprometimento visíveis ao longo desse projeto. Valeu galera! Vocês são craques de fato!
* Dados da COMPERVE em 2008
** Números do ENEN/MEC

Perfilados na primeira fileira: Paulo Henrique (Matemática), Marcos Roberto (Geografia), Luizmar (Química1), Euzinho: Roberto Flávio (História) e Otávio (Biologia1)
Agachados e em posição constrangedora: Wandell (Matemática - que acabou não participando devido as suas novas atribuições como gestor da Escola Municipal Teresina Paulino), Leonardo (Física), Júlio César (Biologia2), Conceição (Português), Ivanilson (Inglês) e Francisco (Sociologia- que também não participou devido a outros compromissos profissionais assumidos anteriormente, mas que emprestou a sua "beleza plástica"* para compor esse poster em substituição a Patrício (Química2)** que estava ausente no dia da fotografia)
*E teve a gentileza de não nos cobrar pelo seu direito de arena
** Que apesar de não compor a cena acima, participou de forma ativa e responsável das funções que lhe foram atribuídas (Valeu garoto!)

Publicado originalmente no FÁBRICA DE PENSADORES e no VARELOG em  10.10.08

Cartazes de divulgação da FÁBRICA DE PENSADORES


***versão 2007*************************versão 2008*******

No ano passado às reuniões ocorriam quinzenalmente aos sábados das 14h às 16h. Já em 2008 ficou mais difícil de conciliar os horários e os encontros foram muito desncontrados. A maioria aconteceram no período matutino aos sábados e/ou durante a semana, nos horários vagos dos períodos de provas. A previsão inicial para o segundo semestre é que passem a acontecer quinzenalmente ás sextas das 16h às 18h e eventualmente aos sábados no antigo horário.
Este projeto é realizado nas dependências da E.E. VARELA BARCA na Zona Norte de NATAL e é coordenado pelo educador Beto Potyguara.

Publicado originalmente no blog VARELOG em 10.10.08 (BP).

segunda-feira, 9 de março de 2009

Assistimos: A VOLTA DO TODO PODEROSO



Como toda síndrome das mal fadadas continuações não planejadas (ou seja, só foram feitas por que o anterior deu lucro), A VOLTA DO TODO PODEROSO, não tem a mesma graça nem o apelo do primeiro longa. Mas isso não quer dizer que seja um filme fraco ou ruim, nada disso, só que não alcança o patamar do anterior. Boa parte disso, deve-se a ausência de Jim Carrie. O protagonista agora é aquele apresentador de telejornal que sofreu nas mãos de Carrie no TODO PODEROSO e que agora surge como um Deputado recém eleito que pretende mudar o mundo e que recebe está oportunidade do próprio Deus. Encerra com uma bela mensagem de mudança de atitude, amor e carinho, como todos os filmes do gênero. Não chega a ser um CLICK, mas cumpre a sua função de entreter.

Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 09.09.07 (BP)

Assistimos: CARTAS DE IWO JIMA



Este filme deve ser entendido como um complemento a outra obra de Clint Eastwood (já postada por mim anteriormente), A CONQUISTA DA HONRA. Dessa vez, nós temos a oportunidade de ver o relato da ocupação desta ilha do Pacífico sob a óptica dos japoneses. O Diretor nos apresenta um retrato comovente, inquietante e desafiador sobre esse episódio. Não há cenas magnifícas de combate e efeitos grandiosos como nos filmes do gênero, na verdade essa seqüência possui até menos ação do que o seu antecessor, mas ganha muito em conteúdo e drama em relação A CONQUISTA DA HONRA. Tentar enteder o que motiva esses soldados japoneses em franca desvantagem perante o seu invasor, o fanatismo de alguns em nome da honra (ou desonra, no caso), a humanidade e solidariedade de alguns com o seu inimigo e a desumanidade e crueldade de outros para com os seus próprios compatriotas ou consigo mesmo, são alguns dos dramas retratados com maestria por Clint Eastwood e seu competente elenco.

Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 09.09.07 (BP).

Assisitmos:À PROCURA DA FELICIDADE



À PROCURA DA FELICIDADE é um filme baseado numa história real que narra toda uma série de provações e dificuldades enfrentadas pelo vendedor de scanners hospitalares, Chris Gardner (majistralmente interpretado por Will Smith), que almeja dar uma vida melhor ao seu filho (interpretado pelo filho de Will, na vida real). A príncipio Gardner pode parecer um cara azarado num misto de Charlie Brown com Pato Donald, mas logo, sua inteligência, capacidade de superação e persistência, afloram para o público e nos passam uma belíssima lição de vida. Os extras do DVD, que contam com depoimentos do verdadeiro e hoje bilionário Chris Gardner, são tão indispensáveis de serem vistos, quanto emocionantes, assim como o filme. Sem dúvida alguma, um dos melhores filmes do ano. Um drama poético e marcante e que deve sempre ser revisitado nos momentos de aflição e atribulações pelas quais passamos ao longo da nossa vida.

Publicado originalmente no Críticas, críticas críticas em 09.09.07 (BP)

CINEMANIA: Mostra Cultural 2008!


A SALA 3 contou com os trabalhos do pessoal da manhã sobre a história do cinema nacional e internacional. Visualmente agradou. Havia ainda exibições periódicas de filmes numa mini sala de video.

Um dos grupos optou por expor os seus trabalhos em uma tenda no meio do pátio externo da escola,


Outros alunos investiram alto na caracterização de seus personagens preferidos.

Mostra Cultural 2008,
Um verdadeiro festival cosplay.
PUBLICADO ORIGINALMENTE NO VARELOG EM 09.01.09.
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