segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Mais de 86 mil acessos em Outubro! A hora foi de vocês Herois que nos acessaram!


De 19 de julho até agora não paramos de nos surpreender. 
E no dia de hoje, chegamos a espetacular marca de 86.263 visualizações de páginas 
em um único mês! Quebrando uma penca de recordes e superando em muito
as nossas mais audaciosas expectativas! Continuem conosco! Novembro é o mês 
do FIQ - FESTIVAL INTERNACIONAL DE QUADRINHOS DE BELO HORIZONTE e 
nós estaremos cobrindo e postando diariamente via o recém criado STAND 4.
E no final do evento um resumo mega-especial do evento! Cobertura mais que
exclusiva para um público max-especial! Parabéns a vocês! Está marca deve ser
compartilhada com aqueles que nos ajudaram a construir essa Nova História!
Grato!

Super-heroínas ganham corpo de carne e osso em fotomontagens

Isso sim é super-modelo: Fãs usam computador para dar vida a heroínas favoritas
Se você navega na Internet há algum tempo, com certeza já sabe bem o que é fotomontagem. Há várias páginas que abusam da criatividade e, em especial, há aquelas que colocam os rostos de mulheres e homens famosos em corpos desnudos de anônimos, para poderem anunciar que conseguiram uma "foto exclusiva" de uma artista ou um rockstar sem roupa... A novidade, porém, é que tem gente usando fotomontagem para COLOCAR roupa em mulheres lindas e voluptuosas. Ou melhor, para colocar uniforme.
A nova onda na rede nos Estados Unidos é criar super-heroínas usando fotos de modelos e até de atrizes de filme pornô. A história começou de leve, com gente de verdade se vestindo de super-herói e colocando sua foto em páginas pessoais. Mas tudo mudou quando artistas gráficos fanáticos por heroínas resolveram dar a elas corpos (e que corpos) de carne e osso.
Usando fotos de mulheres de verdade, softwares de desenho e muita criatividade, eles criaram versões "reais" de suas idolatradas. Surgiram assim várias, literalmente, super-modelos. Entre outras, Mulher-Invisível, Mulher Lanterna Verde, Poderosa e até Witchblade.
Mas a coisa não parou por aí: também vieram as versões para heroínas de game (entre as quais Lara Croft, claro) e até mesmo versões femininas de heróis e vilões do sexo masculino - entre estes, viraram mulheres o Coringa e até mesmo o vilão do último filme de Guerra nas Estrelas, Darth Maul. E as garotas não perdem por esperar: os artistas também estão trabalhando para "dar vida" aos heróis do sexo masculino.
Se você gostou da idéia e quer conferir de perto as super-modelos (e até mesmo aprender a fazer os seus, já que alguns artistas dão tutoriais em suas páginas), o HGB recomenda dois sites para você visitar.
O primeiro é o das Superladies, onde é possível conferir desde heroínas originais criadas pelo autor até personagens DC/Marvel, como Vampira, várias versões da Supergirl, Poderosa, Lanterna Verde e até a "mulher-Coringa". Também neste site há algumas imagens ainda um pouco grosseiras, que mostram o início deste tipo de manipulação de foto, tutorial e - em construção - uma área de "super-homens".
Já no site das heróinas do Ray você encontra material de primeira. Ray capricha no visual de suas super-gatas (a mulher-invisível desta página é dele) e gosta de criar versões femininas exclusivas de vilões como Darth Maul - essa cavaleira Sith com certeza deixaria os Jedis com dificuldades de concentração... A propósito, os sites são em inglês, mas não se preocupem: as imagens falam (em todas as línguas) por si mesmas. E se você fizer o seu site de heroínas ou heróis (olhaí, meninas!), entre em contato com a gente que divulgaremos os seus heróis e vilões de carne e osso.
Fonte: Mundo HQ
Veja mais:

O herói filósofo

Por Gian Danton - Bigorna
Uma das inovações da Marvel era o fato de que vilões poderiam se regenerar e se transformar em heróis, o que de fato, combinava com a proposta de realismo das histórias. A espiã Viúva Negra e o Gavião Arqueiro são exemplos disso, mas o vilão-herói mais famoso da editora seria o Surfista Prateado, um personagem tão bom que virou cult, ganhando a simpatia dos setores mais intelectualizados da população. Afinal, o surfista era um herói filósofo.
O surfista surgiu na revista Fantastic Four 48, em 1966, no arco conhecido como Trilogia de Galactus. Stan Lee escreveu uma sinopse sobre um ser super-poderoso que vinha à Terra para sugar a energia do planeta e deu para Jack Kirby desenhar. Quando Jack trouxe as páginas para que Lee colocasse os textos e diálogos, havia uma novidade ali, um personagem que não aparecia na sinopse original. Ele justificou dizendo que um ser tão poderoso quanto Galactus deveria ter um arauto, que procurasse mundos a serem devorados. Stan Lee adorou a idéia e o visual do personagem, que parecia ter uma postura nobre: "Quando chegou a hora de estabelecer o seu padrão de discurso, comecei a imaginar de que forma um apóstolo das estrelas se expressaria. Parecia haver uma aura biblicamente pura no nosso Surfista Prateado, algo altruísta e magnificamente inocente".
Ao final da trilogia, a editora começou a receber cartas de fãs pedindo uma revista daquele novo personagem, mas Stan Lee e Jack Kirby estavam muito ocupados para pegar mais essa empreitada. Quando Roy Thomas entrou na Marvel como assistente editorial, Lee se viu com tempo para se dedicar ao novo projeto. A revista estreou em 1968 e foi, aos poucos, contando a história do amargurado herói.
Assim, o Surfista é Norrin Radd, um jovem cientista do planeta Zenn-La que aceita tornar-se arauto de Galactus afim de que ele poupasse sua terra natal. Ao se voltar contra seu mestre quando ele tentava devorar a Terra, Galactus condena-o a ficar eternamente preso ao nosso planeta. Isso para ele é uma tortura dupla, pois ele não pode voltar ao seu planeta natal, nem rever sua amada Shalla bal. Além disso, vindo de um local mais avançado eticamente e tendo uma alma extremamente nobre, ele sofre ao ser obrigado a conviver com os ambiciosos humanos, que o caçam por ser diferente.
As aventuras do Surfista permitiram a Stan Lee exercitar o lado humano de seus roteiros ao trabalhar com um personagem angustiado. Para desenhar as histórias ele chamou John Buscema, que era muito influenciado por Jack Kirby, mas tinha uma melhor capacidade para mostrar dramas humanos.
Os monólogos angustiados do protagonista, geralmente no início das histórias tornaram-se a marca da série. Como esse, publicado no número 6 da revista: "Até quando devo continuar aprisionado no selvagem planeta Terra? Não! Este não pode ser meu destino eterno! Não foi para isso que renunciei ao meu mundo, minha vida e meu amor! Por certo, em todo o universo não pode haver ironia mais cruel do destino! Eu, que detenho um poder além da compreensão de qualquer ser humano... estou fadado a viver confinado e sem esperanças... tal qual o mais frágil dos animais! Aqui eu sou odiado... e temido... pelos mesmos seres que meu coração só deseja ajudar! Meu coração! Eu disse... coração? Como poderia ser... se não tenho mais coração? Afinal, eu o abandonei no planeta Zenn-la... a inúmeras galáxias de distância... com aquela a quem amarei para sempre! Zenn-la... onde meu mundo começa e termina... ondeu eu deixei minha amada Shalla Bal!".
A revista era avançada demais para uma época em que predominavam heróis violentos e fez pouco sucesso, durando poucos números, mas ganhou fãs fervorosos.
Nos anos 1980 o herói virou cult ao ser citado pelo personagem Richard Gere no filme A Força do amor, refilmagem de Acossado, de Godard. Desde então, críticos e fãs redescobriram o personagem, que acabou sendo a grande estrela do segundo filme do Quarteto Fantástico.

O Segredo do Batman

Daniel Clowes quer abraçar Hollywood

Por GHQ

Se você gostou de Ghost World e Art School Confidential, saiba que Daniel Clowes tem planos de vender mais direitos de suas HQs para Hollywood. O mais novo projeto é The Death Ray (a HQ foi relançada recetemente nos EUA), sobre um adolescente que, ao fumar um cigarro, descobre que tem super poderes e um utensílio primoroso, o tal Raio da Morte, o qual aniquila qualquer pessoa que ele escolher.
Clowes falou ao Vulture que realmente fica chateado quando alguém acha que The Death Ray é parecido com Kick Ass, pois Death Ray foi publicado bem antes da HQ de Millar e do filme, em 2004. Será o próprio Clowes quem escreverá o roteiro, e a direção ficará nas mãos de Chris Milk (que encarará seu primeiro longa-metragem).
Porém, antes de The Death Ray, quem deve entrar em pré-produção é Wilson, também com roteiro adaptado por Clowes, e dirigido por Alexander Payne. Payne ainda irá fazer a seleção do elenco, mas Clowes brinca, dizendo que só consegue pensar em atores de 1937, como Sidney Greenstreet (que interpretou “The Fat Man” Kasper Gutman em O Falcão Maltês) ou Rondo Hatton (vilão de filmes B).
Clowes também brinca com os dois projetos que ele tinha com o diretor Michel Gondry, Megalomania e Master of Space and Time. Sobre Megalomania, ele disse que Gondry ficou tanto tempo fazendo Besouro Verde que se esqueceu do filme. Já sobre o projeto da adaptação de Master of Space and Time (um romance de Rudy Rucker), ele mencionou que foi uma peregrinação à toa junto a produtores que afirmaram ser um filme de 150 mil dólares que renderia 200 mil dólares.
Eu torço pra que mais filmes de HQs do Clowes sejam adaptados para a telona. Gosto deveras do humor ácido e crítico que ele faz destilar pela boca de seus personagens.

Analisando a homossexualidade do Batman

Por Fabricio Longo
Estereótipos são uma coisa muito engraçada. Na nossa necessidade de definir as coisas e entendê-las, isolamos características e de acordo com a presença delas, definimos um comportamento como “A” e “B”. Isso funciona muito bem para ciências exatas, mas quando estamos falando de seres humanos e todas as suas infinitas variáveis, a coisa se complica.
Talvez a sexualidade seja o terreno onde a discussão fica mais acirrada, justamente por ela ser algo tão complexo. Temos, em tese muito simplista, os grupos “Hétero”, “Gay” e “Bissexual”, com infinitos casos de amores e vidas entre esses pólos. Mas aí, como é preciso catalogar, temos um estereótipo do “comportamento heterossexual” e outro do “comportamento homossexual”, gerando os conceitos e pré-conceitos que ensinam às crianças o que é algo “de menino” e algo “de menina”.
No caso dos super-heróis e sua vocação para inspirar sonhos, estimular a fantasia e educar, temos uma inversão curiosa. Contrariando o que seria esperado numa tese freudiana onde tudo se relaciona à atração sexual, os heróis dos meninos são homens musculosos (e de sunguinha), enquanto as heroínas voluptuosas são relegadas ao segundo plano. Isso quando o menino lendo revistinha não é gay, circunstância na qual a heroína provavelmente será muito mais querida, restando ao homem de sunga o papel de coadjuvante (e de objeto sexual).
Isso se explica pela identificação que os heróis causam. Os meninos heterossexuais se identificam com os homens fantásticos agindo como eles gostariam de agir, e meninas e meninos gays se identificam com a figura reprimida da mulher, finalmente numa posição ativa e poderosa.
Essa é uma discussão longa e bastante delicada, mas o que nos interessa aqui é o momento onde a teoria acadêmica gerou polêmica e acusou os heróis (e um em especial), de “corromperem os inocentes”, com imagens e situações homoeróticas.

 

A Sedução do Inocente

Em 1955, o Dr. Fredric Wertham publicou “A sedução do inocente – a influência das revistas em quadrinhos na juventude de hoje”. Até então, muitos pais não tomavam conhecimento do conteúdo das revistinhas consumidas por seus filhos, e as histórias de super-heróis e contos policiais serviam para fazer propaganda de valores nacionalistas na América do pós-guerra.
Com o livro do Dr. Wertham, e a tendência da década para teorias conspiratórias e manipulação do terror, a indústria dos quadrinhos foi alvo de severas críticas. O olhar de suspeita de um adulto não poderia ser comparado ao de uma criança, e por isso imagens que antes passavam despercebidas foram acusadas de carregar mensagens subliminares e fazer “apologia gay”.
Sobre as histórias de Batman, o Dr. Fredric disse:
As histórias de Batman são psicologicamente homossexuais. É um tipo de história que pode estimular nas crianças fantasias homossexuais de cuja natureza ela são inconscientes. Só alguém ignorante dos fundamentos da Psiquiatria e da Psicopatologia do sexo pode falhar em perceber a sutil atmosfera de homoerotismo que permeia as aventuras do maduro “Batman” e de seu jovem amigo “Robin”
O livro ainda falou sobre a Mulher Maravilha e o ambiente lésbico da Ilha Paraíso, mas nenhum outro herói foi tão discutido quanto o homem morcego.
O seriado dos anos sessenta, com sua estética kitsch, não ajudou, e o “fantasma” da homossexualidade passou a fazer parte da mitologia de Batman. Mas será que isso tem fundamento?

E se certos heróis e vilões fossem mulheres?

O ilustrador argentino Hernán Cabrera imaginou como seriam os heróis se fossem mulheres. Na imagem abaixo, o desenhista criou a versão feminina do Justiceiro.
Abaixo, Buzz Lightyear e Woody, da animação Toy Story, até que ficariam bem se fossem garotas, não?
A versão feminina de Magneto está logo abaixo, terrível vilão de X-Men, ficou bem provocante!


Dossiê Flash

Por monkey - Museu do Heroi

Flash
http://www.shockya.com/news/wp-content/uploads/the_flash_movie_poster.jpg
Dados sobre publicação
Publicado por DC Comics
Primeira aparição Showcase #16 (Oct. 1956)
Criado por Gardner Fox
Carmine Infantino
Bob Kanigher
Características do personagem
Alter ego Bartholomew Henry "Barry" Allen
Afiliações Liga da Justiça
Base de operações Central City
Parentesco Iris West (esposa) Wally West (sobrinho) Don Allen e Dawn Allen (filhos) Bart Allen e Jenni Ognats (netos)
Estado atual vivo[1]
Causa Tentando destruir o canhão de antimatéria do Antimonitor e conseguiu.
Codinomes conhecidos O homem mais rápido do mundo, O Velocista escarlate
Habilidades Supervelocidade, intangibilidade (por vibrar através de objetos), viagem no tempo e dimensões.
http://dcu.blog.dccomics.com/files/2009/12/flash_secretfiles_cover.jpg
Barry Allen é um super-herói da DC Comics, o segundo a usar o nome Flash. Sua estréia aconteceu na revista Showcase 16, marcando o início da Era de Prata dos Quadrinhos, quando alguns personagens da DC foram re-inventados a partir do zero, como se nada tivesse existido antes.
Barry Allen era funcionário da polícia científica, quando sofreu um acidente químico, sendo banhado por produtos químicos após seu laboratório ser atingido por um raio. Esse acidente fez que ele, assim como Flash/Jay Garrick, fosse capaz de acessar e canalizar o poder vindo do "Campo de Velocidade", sendo, a partir desse momento, capaz de correr em velocidades altíssimas. Barry então decidiu se tornar um super-herói. Deu-se o nome de "Flash", vestiu uma máscara e um uniforme colante vermelho e passou a patrulhar Central City.

Liga da Justiça

Mais tarde, se uniu a outros heróis para formar a primeira Liga da Justiça: Ajax, o Marciano (atualmente conhecido apenas como "Caçador de Marte"); Superman; Batman; Mulher-Maravilha; O Lanterna Verde da Era de Prata, Hal Jordan; e Aquaman.

http://3.bp.blogspot.com/_o3eZKxVIaKI/R7c7Iwk6RNI/AAAAAAAAAAo/x9c2s9UoOcY/s320/WallyWest.jpg

Kid Flash

1001 quadrinhos que você precisa ler antes de morrer

 
Série de livros ganha uma nova edição especial luxuosa, voltada para HQs
Por UAI

A série "1001 coisas para se fazer antes de morrer" - que vem fazendo sucesso há alguns anos com títulos como 1001 filmes que você precisa ver antes de morrer1001 discos que você precisa ouvir antes de morrer e 1001 lugares que você precisa visitar antes de morrer - lançou este mês uma nova edição especializada em histórias em quadrinhos e outras obras da arte sequencial.

Artistas japoneses usam ratos de verdade pra criar Pikachus

Por GHQ
Os japoneses estão deixando seu amor pelo Pokémon Pikachu ir longe demais. Membros de um coletivo de arte performática chamado Chim Pom tem recriado diversas versões de Pikachus usando ratos mortos.
O Japão enfrenta um grande problema com ratos, pois esses roedores conseguiram a proeza de suportar a maioria dos venenos feitos por humanos. Então, o pessoal do Chim Pom começou a caçá-los. Uma vez que estão em sua posse, eles os matam, dissecam, pintam e os posam como o famoso Pikachu. Esse trabalho pode ser visto como uma taxidermia nojenta, mas os artistas não veem nenhum mal nisso. Para eles, Pikachu é tão somente um rato. Ele pode ser um rato eletrizante, mas ainda é um rato.
Sei não...

Recife ganhará festival internacional de humor gráfico e histórias em quadrinhos

Por Diário de PE

Após quatro anos de abstinência, Pernambuco volta a contar com um evento exclusivo para as artes gráficas. O Salão Internacional de Humor Gráfico acaba de ser aprovado pelo edital do Funcultura e deve realizar sua primeira edição em 2012. A notícia é das melhores. Salões são importantes para aquecer o mercado. Forma público, incentiva novos profissionais e coloca o estado de volta ao mapa mundi de eventos do gênero.
“Recife é uma cidade tão rica em cultura e não conta com um espaço para o humor gráfico”, diz Samuca, presidente da Associação dos Cartunistas de Pernambuco, entidade responsável pelo evento. O salão ainda não tem data nem local definidos, mas ele adianta que o SIHG terá mostras, premiação (um total de R$ 20 mil) e oficinas, mas a proposta difere um pouco do Festival de Humor e Quadrinhos, que após nove edições se despediu do público em 2007. O novo evento irá se concentrar somente em cartuns e caricaturas e a cada ano trabalhará um tema diferente. O do primeiro já está definido: será “mulher”. “Geralmente os temas valem só para cartuns, mas neste salão, se vier caricatura de Ronaldinho, não entra”, diz Samuca.
Além de tema dos trabalhos, o salão irá homenagear as artistas com mostras especiais. Entre as possíveis convidadas estão a argentina Maitena (Mulheres Alteradas), a gaúcha Chiquinha (Elefoa), a carioca Clara Gomes (da tira Bichinhos de Jardim), a paranaense Pryscila Vieira (Freeakomics) e a caricaturista portuguesa Cristina Sampaio.
Por André Dib.

Confirmadas sequências dos filmes Sin City e Red

Por UHQ
Sin City
Depois de contratado um novo roteirista para o filme Sin City 2, parece que o projeto finalmente está tomando forma. De acordo com Frank Miller, oscript está em fase de finalização e as filmagens devem começar no primeiro semestre de 2012.
Miller revelou que grande parte do filme será baseada no arco de histórias A Dama Fatal, além de uma subtrama do especial Apenas Outra Noite de Sábado e outras duas histórias curtas. A dançarina Nancy Callahan, interpretada no primeiro longa-metragem pela atriz Jessica Alba, e Dwight McCarthy, vivido por Clive Owen, deverão ter grande participação na sequência.
Nos quadrinhos, A Dama Fatal mostra Dwight McCarthy tentando resgatar sua ex-noiva, Ava Lord, das mãos de um sádico marido. Mas Dwight começa a suspeitar que as coisas não são exatamente o que parecem com Ava.
Outra adaptação baseada nos quadrinhos acaba de ser confirmado oficialmente. Como já haviaadiantado a atriz Helen MirrenRed 2 realmente será lançado e chega aos cinemas no dia 2 de agosto de 2013.
O estúdio Summit Entertainment disse que a continuação reunirá a equipe de agentes aposentados da CIA que vão usar sua experiência para combater novos inimigos pela Europa. É provável que, além de Helen Mirren, todo o elenco original formado por Bruce Willis, Morgan Freeman e John Malkovich retorne para as filmagens.
Red

O que uma nova inciativa da DC pode ensinar a quadrinhistas brasileiros


Você sabe como uma editora americana recruta roteiristas? Sabe de que maneira elas procuram novos talentos? Pra chegar no aguardado argumento deste texto, explicarei como a coisa funciona.
Uma editora só contrata roteiristas de duas maneiras.

AUTOPUBLICAÇÃO

Nada mais é do que um roteirista que já tenha publicado algo, mesmo que do próprio bolso. Em outras palavras, trabalho independente ou mesmo em editoras pequenas. Mas vamos focar nos independentes, já que como o termo mostra, não depende de ninguém.
Quadrinhistas independentes em feira do ramo
Quadrinhistas independentes em feira do ramo - Fonte: http://www.printeresting.org
Você quer ser roteirista de quadrinhos e não sabe como chegar lá. Aí estuda, procura as maneiras, etc e tal. E vê que os editores só aceitam receber trabalhos de roteiristas de duas formas – e a outra já veremos logo abaixo – e uma delas é a forma independente. Trocando em miúdos, você precisa de uma equipe de arte. Porém, precisa mais, mesmo, do desenhista, porque sem ele, o arte-finalista e o colorista (se tiver, afinal, é independente) não trabalham.
E sofre pra achar alguém que faça as páginas, que as entregue. E que seja bom no que faz. Mas acha. E publica. Aí você vai em convenções de quadrinhos, vende sua HQ independente e/ou faz todo o marketing para as pessoas saberem que ela existe. E depois envia uma carta de apresentação junto com uma cópia da sua HQ.
Já é algo? É, mas tem editores que gostam de ver mais de uma coisa, pra não ficar numa única história. Ele quer saber se você não é uma banda de um hit só. Então o legal seria enviar até três HQs para ele avaliar melhor seu trabalho.
E por que é dessa forma? Simples: editores não tem tempo pra nada. Eles precisam coordenar 45431334088732 equipes criativas para editar estas mesmas 45431334088732 revistas. Então não, ele não lerá um texto encadernado de 34532 páginas mostrando cada minucioso detalhe de seu projeto. Por isso querem uma HQ ali, que dê pra ler enquanto volta pra casa ou um pouco antes de dormir. Algo que divirta e que mostre que você conhece as técnicas de roteirização, além de tentar ver aquele “algo a mais” que outros candidatos não tem.
Tá com isso em mente? Agora vamos para a segunda maneira.

ROSE ARAUJO também dispara sua divulgação!


Lançamento | Iscola... o crime -FIQ BH


Estão convidados! :)

GILMAR divulga sua participação no nosso estande!


Nos contramos por lá. Links: RioComicon -  FIQ Stand4 - Quarto Mundo


Imagens de GILMAR no RIO COMICON:

Os mineiros se unem para o FIQ! Mas estarão desfalcados!


Festival Internacional de Quadrinhos, que começa dia 9 de novembro, traz a BH destaques do setor

Artistas mineiros se preparam para mostrar trabalhos e brigar por novos mercados
ILa Fox/Divulgacao
Ricardo Tokumoto, Daniel Pinheiro Lima, Luciana Cafaggi, Eduardo Damasceno, Luis Felipe Garrocho, Daniel Werneck e Vitor Cafaggi: quadrinistas se unem para comandar o estande da Pandemômio no FIQ
Por UAI
“O importante é colocar a mão na massa, não ficar cheio de medinho e achar que não tem espaço no mercado, porque tem sim”, recomendaram os gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bá na última passagem pelo Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte, o FIQ. Era 2009 e naquela época a aspirante a desenhista Luciana Cafaggi ziguezagueava pelos corredores do evento à procura de um norte na vida. Passados dois anos, ela voltará a caminhar entre exposições, debates e lançamentos, mas a postura será outra. 
A próxima edição do FIQ, realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte por meio da Fundação Municipal de Cultura, começa dia 9 de novembro. Em vez de caça de autógrafos, é bem provável que Luciana dê autógrafos, quem sabe até para os badalados gêmeos. É que enquanto eles lançam o premiado livro Daytripper no festival mineiro, ela estreia no mercado independente com Mixtape, uma pequenina e charmosa revista em formato de fita cassete com quatro histórias. “Lembro-me de eles falarem: ‘Você só vai alcançar seu sonho se começar a fazer de verdade’. Foi o que fiz”, conta. 
Do próprio bolso, Luciana Cafaggi pagou R$ 2,5 mil para a publicação de mil exemplares da revista. E ela não está sozinha nessa onda independente dos quadrinhos em Belo Horizonte. Seu irmão, Vitor Cafaggi, gastou R$ 5 mil para a publicação de Duotoni. Ricardo Tokumoto investiu R$ 5 mil para o lançamento de Ryotiras e Ovelha negra. Além deles tem também o trio formado por Eduardo Damasceno, Bruno Ito e Luís Felipe Garrocho, que desde abril se agitam para o lançamento de Achados e perdidos. O livro, que vem acompanhado de um CD, se materializou por meio do crowd founding, ou seja, o financiamento coletivo, a popular “vaquinha”. 
“Depois que decidimos publicar e lançar no FIQ pensamos: com que dinheiro? Fizemos os orçamentos e nos cadastramos no site Catarse. Oferecemos o livro em pré-venda e conseguimos R$ 30 mil”, conta Damasceno. Dos mil exemplares produzidos para o FIQ, mais da metade já tem dono, feito que deixa Daniel animado com o mercado mineiro. “Desde abril organizamos encontros para os quadrinistas de BH se conhecerem. Em um desses encontros decidimos montar um estande juntos”, diz. 
Assim nasceu o Pandemônio, o espaço do FIQ onde serão lançados pelo menos 10 trabalhos de jovens profissionais do estado, que, curiosamente, passam de meros frequentadores a profissionais em atividade no festival. “Foi no penúltimo FIQ que decidi seguir essa carreira. É estamos caminhando junto com o festival”, concorda Vitor Cafaggi. 
Assim como ele, a maioria dos artistas mineiros que lançam livros no evento está em início de carreira e fazendo investimento próprio para dar visibilidade à criação. O Pandemônio é o exemplo da compreensão de que em eventos do tipo não só os autores, mas sobretudo os trabalhos, precisam estar presentes. “A gente aproveita por ser esse um dos maiores festivais da América Latina para lançar e conhecer coisa nova”, avalia Ricardo Tokumoto.
Diferença 
São iniciativas como esta que levam o “veterano” Fábio Moon a apostar que os artistas brasileiros é que fazem a diferença no cenário contemporâneo. Ao descobrir que estavam com a faca e o queijo na mão, seguiram em frente. “Eles perceberam que às vezes é melhor começar por conta própria, porque isso chama a atenção. É o trabalho que repercute. Os autores estão fazendo a diferença, mostrando a cara dos quadrinhos e a variedade possível. É isso que está criando essa sensação boa”, afirma Fábio. 
O FIQ 2011 promete embarcar nessa onda. Além de 44 oficinas, 69 convidados e 10 exposições, uma das novidades é a vinda de Eddie Berganza, executivo da DC Comics; C. B. Cebulski, vice-presidente sênior de Desenvolvimento de Criadores e Conteúdo na Marvel Entertainment, para a Komacon, agência sul-coreana de quadrinistas; e Fabrizio Andriani, representante da agência europeia Tomato Farm. Eles estarão em Belo Horizonte entre 9 e 13 de novembro exclusivamente para a avaliação de portfólio dos brasileiros. 
“São os três grandes mercados do mundo, então esse retorno é importante para os profissionais. É o momento de ter contato direto com os editores, coisa que é muito difícil, a não ser em eventos desse tipo”, garante o coordenador do FIQ, Afonso Andrade. Para ele, o festival – realizado há 14 anos – é responsável pela criação de não apenas uma geração dedicada aos quadrinhos em Belo Horizonte, mas também na profissionalização e no crescimento da linguagem. 
“Temos vários artistas que trabalham para o mercado americano”, lembra. O mineiro de Contagem Ed Barros, por exemplo, já foi o responsável pelos traços de Super-Homem e hoje assina a Noturna; o Will Conrad, é exclusivo da Marvel; Eduardo Pansica já desenhou a Mulher Maravilha. “Além do mercado americano, temos uma tradição também no independente. A revista Graffiti é a publicação mais longeva do quadrinho nacional”, completa. A próxima edição da Graffiti será criada durante os cinco dias do FIQ. 

Divulgação
Ilustrações de Luciana Cafaggi da revista Mixtape
Festival Internacional de Quadrinhos 
Serraria Souza Pinto, Avenida Assis Chateubriand, 809, Centro. De 9 a 13 de novembro, 10h. Entrada franca. Informações: fiqbh.com.br.
No cardápio
A sétima edição do FIQ terá como homenageado o brasileiro Maurício de Sousa e a Coreia do Sul é o país tema. Por isso, durante o período do festival, os restaurantes populares da cidade servirão comida coreana entre as opções do menu. O criador da Turma da Mônica, que confirmou presença no FIQ, ganha exposição de sua trajetória. Toda a programação será desenvolvida na Serraria Souza Pinto, que contará com estandes e espaços para painéis, entrevistas com autores e lançamentos.
FIQ em números
3 eventos de avaliação de portfólios
5 dias
44 oficinas
69 convidados
10 exposições
60 lançamentos (dos quais 8 SERÃO NO STAND 4 e lembrando que ainda teremos: OCRE e CAROÇO NO ANGÚ do Gilmar que não entraram na programação oficial do evento - BP)

Outro detalhe ímpar e que pesara na balança:
BOTAMEM SOARES ou Felipe Assumpção nas horas vagas, estará entre nós!
E ter um super-heroi da casa em nossas fileiras, contará muito no resultado final.
Pandemônio, TREMEI!
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