sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Zé Augusto vai protagonizar história em quadrinhos
Por Diário do Pará
O Reino dos Lobos pede socorro. Invadidos por Leões, Maparás, Águias,
Panteras e outros animais, o reinado corre perigo. Apenas um legítimo
novo bicolor é quem pode salvar o planeta. Prestes a se aposentar dos
gramados da Curuzu, em Belém, o atacante Zé Augusto é o escolhido para
combater as forças inimigas.
Para isso, ele precisa despertar os seus superpoderes, invocando o espírito do Lobo, com a ajuda de cinco mentores. Uma jornada de aventuras e descobertas iniciará na vida do jogador na dimensão dos Lobos, que corre contra o tempo e busca forças na sua nova paixão: a anja Vitória. Mas, assim como no futebol, Zé Augusto lembrará que a Vitória não pode permanecer sempre ao seu lado.
O enredo que inicia essa matéria, inspirado em vários desenhos e
séries de super-heróis, está servido como base para um novo projeto de
marketing do Paysandu Esporte Clube: a primeira revista em quadrinhos de
super-heróis inspirada em ídolos do Papão. Para o pioneiro projeto, o
quase aposentado atacante Zé Augusto foi o escolhido. “O que o Paysandu
quer com isso é formar novos torcedores. O moleque novo, que está
começando a gostar de futebol, e pode ler a revista”, explica Joe
Bennett, quadrinista paraense, responsável pelo projeto.
De um quartinho da Cidade Nova 8 é que os desenhos estão sendo feitos. “Eu estou fazendo da melhor maneira”, diz ele. Além de sua palavra, o selo de qualidade nos desenhos é visível a olhos nus. Joe é desenhista de grandes editores mundiais, como Marvel e DC Comics, as responsáveis por personagens como Homem-Aranha, Batman entre outros. “Vou começar a fazer os vingadores agora em dezembro”, conta Bennett.
O projeto do Super-ZEH seguirá a mesma linha dos heróis da Marvel. Zé Augusto ganhará super-força e super-velocidade, além de descobrir que não é o primeiro bicolor a se incumbido da missão de salvar o Reino dos Lobos. Outros ídolos do passado, como Quarentinha, também já lutaram contras as forças do mal. E como não poderia deixar de ser, a principal arma do Super-Zeh será um terçado.
Para isso, ele precisa despertar os seus superpoderes, invocando o espírito do Lobo, com a ajuda de cinco mentores. Uma jornada de aventuras e descobertas iniciará na vida do jogador na dimensão dos Lobos, que corre contra o tempo e busca forças na sua nova paixão: a anja Vitória. Mas, assim como no futebol, Zé Augusto lembrará que a Vitória não pode permanecer sempre ao seu lado.
O enredo que inicia essa matéria, inspirado em vários desenhos e
séries de super-heróis, está servido como base para um novo projeto de
marketing do Paysandu Esporte Clube: a primeira revista em quadrinhos de
super-heróis inspirada em ídolos do Papão. Para o pioneiro projeto, o
quase aposentado atacante Zé Augusto foi o escolhido. “O que o Paysandu
quer com isso é formar novos torcedores. O moleque novo, que está
começando a gostar de futebol, e pode ler a revista”, explica Joe
Bennett, quadrinista paraense, responsável pelo projeto. De um quartinho da Cidade Nova 8 é que os desenhos estão sendo feitos. “Eu estou fazendo da melhor maneira”, diz ele. Além de sua palavra, o selo de qualidade nos desenhos é visível a olhos nus. Joe é desenhista de grandes editores mundiais, como Marvel e DC Comics, as responsáveis por personagens como Homem-Aranha, Batman entre outros. “Vou começar a fazer os vingadores agora em dezembro”, conta Bennett.
O projeto do Super-ZEH seguirá a mesma linha dos heróis da Marvel. Zé Augusto ganhará super-força e super-velocidade, além de descobrir que não é o primeiro bicolor a se incumbido da missão de salvar o Reino dos Lobos. Outros ídolos do passado, como Quarentinha, também já lutaram contras as forças do mal. E como não poderia deixar de ser, a principal arma do Super-Zeh será um terçado.
Editora Veneta estreia no mercado editorial neste mês
Por UHQ


A Editora Veneta estreia no mercado editorial brasileiro com três lançamentos, sendo dois deles ligados ao mundo dos quadrinhos.
O primeiro deles é A Arte de Voar (224 páginas, formato 16,5 x 21,8 cm, R$ 29,90), uma graphic novel produzida pelos espanhóis Antonio Altarriba (roteiro) e Kim (arte) com um registro pessoal sobre a Guerra Civil Espanhola.
Vencedora do Salão Internacional dos Quadrinhos, em Barcelona, e do Prêmio Nacional de Comic, o álbum conta uma história na qual aventura, drama e humor se fundem, mostrando um panorama vivo da Europa no turbulento século 20. O fio condutor é a trajetória de Antonio Altarriba Lope, pai do autor, um jovem camponês que assiste aos avanços tecnológicos do início do século, a ascensão do fascismo do general Franco em meio à pobreza e à instabilidade política da época. Assim, ele se engaja na Guerra Civil, para combater ao lado dos anarquistas.
O conflito o leva a percorrer trincheiras país afora, descobrindo a
solidariedade, o heroísmo e, por fim, a derrota. Junto com milhares de
outros espanhóis, Altarriba é forçado a se exilar na França, onde vai se
engajar na resistência ao nazismo e, depois, acabar envolvido na máfia
de Marselha.
O outro lançamento será o livro A Voz do Fogo (336 páginas, formato 14 x 21 cm, R$ 29,90), de Alan Moore. Mais conhecido por seus trabalhos em HQs como Watchmen, V de Vingança, Do Inferno e A Liga Extraordinária, este é o primeiro romance do autor.
São histórias cheias de luxúria, loucura e êxtase. O cenário é Northampton, cidade natal do autor, na Inglaterra, onde vivem os personagens do livro: jovens bruxas, velhos guerreiros, poetas loucos e cabeças falantes. Cada história se passa em um diferente período histórico, ao longo de seis mil anos, mas todas se conectam e, juntas, compõe um retrato mágico e sombrio da cidade. Moore mistura cabala, experimentalismo e fantasia pop num romance instigante, às vezes trágico, e sempre hipnotizante.
Apesar dos elogios na imprensa mundial à época de seu lançamento e das comparações com Jorge Luis Borges, os problemas do autor com sua editora inglesa acabaram colocando A Voz do Fogo fora de catálogo. Inclusive no Brasil, onde teve apenas uma edição, há mais de dez anos, pela editora Conrad.
O livro contará com um prefácio de outro célebre autor inglês: Neil Gaiman.
A Veneta é dirigida por Rogério de Campos, fundador da editora Conrad e criador das revistas Animal e General e jornalista que escrevia sobre quadrinhos na década de 1990.
A Editora Veneta estreia no mercado editorial brasileiro com três lançamentos, sendo dois deles ligados ao mundo dos quadrinhos.
O primeiro deles é A Arte de Voar (224 páginas, formato 16,5 x 21,8 cm, R$ 29,90), uma graphic novel produzida pelos espanhóis Antonio Altarriba (roteiro) e Kim (arte) com um registro pessoal sobre a Guerra Civil Espanhola.
Vencedora do Salão Internacional dos Quadrinhos, em Barcelona, e do Prêmio Nacional de Comic, o álbum conta uma história na qual aventura, drama e humor se fundem, mostrando um panorama vivo da Europa no turbulento século 20. O fio condutor é a trajetória de Antonio Altarriba Lope, pai do autor, um jovem camponês que assiste aos avanços tecnológicos do início do século, a ascensão do fascismo do general Franco em meio à pobreza e à instabilidade política da época. Assim, ele se engaja na Guerra Civil, para combater ao lado dos anarquistas.
O outro lançamento será o livro A Voz do Fogo (336 páginas, formato 14 x 21 cm, R$ 29,90), de Alan Moore. Mais conhecido por seus trabalhos em HQs como Watchmen, V de Vingança, Do Inferno e A Liga Extraordinária, este é o primeiro romance do autor.
São histórias cheias de luxúria, loucura e êxtase. O cenário é Northampton, cidade natal do autor, na Inglaterra, onde vivem os personagens do livro: jovens bruxas, velhos guerreiros, poetas loucos e cabeças falantes. Cada história se passa em um diferente período histórico, ao longo de seis mil anos, mas todas se conectam e, juntas, compõe um retrato mágico e sombrio da cidade. Moore mistura cabala, experimentalismo e fantasia pop num romance instigante, às vezes trágico, e sempre hipnotizante.
Apesar dos elogios na imprensa mundial à época de seu lançamento e das comparações com Jorge Luis Borges, os problemas do autor com sua editora inglesa acabaram colocando A Voz do Fogo fora de catálogo. Inclusive no Brasil, onde teve apenas uma edição, há mais de dez anos, pela editora Conrad.
O livro contará com um prefácio de outro célebre autor inglês: Neil Gaiman.
A Veneta é dirigida por Rogério de Campos, fundador da editora Conrad e criador das revistas Animal e General e jornalista que escrevia sobre quadrinhos na década de 1990.
Fez-se o Top! Top!
Por Milena Azevedo - GHQ
Manassés Filho, proprietário da comic shop Comic House, em João Pessoa, há muito vinha ensaiando produzir uma convenção de quadrinhos na cidade.
Após firmar uma parceria entre a Comic House e a escola de inglês Yázigi, Manassés conseguiu tornar realidade o Top! Top!,
a primeira convenção paraibana de quadrinhos, que reuniu quadrinistas,
colecionadores e nerds de plantão entre os dias 1 e 2 de dezembro de
2012.
A grande atração do evento que
presta homenagem direta a Henfil e ao fanzine do Prof. Henrique
Magalhães foi a diretora documentarista Marisa Furtado, criadora da série Profissão Cartunista, embora os artistas da casa estivessem todos lá: Mike Deodato Jr., Emir Ribeiro, Jack Herbert, Ricardo Jaime, GG Carsan, o pessoal do Made in PB e do Coletivo WC.
Com
programação vasta e bem distribuída dentro da estrutura do Yázigi, com
salas amplas e climatizadas, bem iluminadas e sinalizadas (sem falar nas
paredes de um dos corredores do Yázigi, ostentando a exposição de
caricaturas e charges do ilustrador William Medeiros), o Top! Top!
trouxe excelentes mesas-redondas, como a dos quadrinhos independentes,
colocando em pauta a discussão sobre a produção de fanzines, e-zines e
blogues, e o quão importante foi a escola do fanzine para a formação dos
artistas de ontem e de hoje. Os professores Cellina Muniz (UFRN) e Henrique Magalhães (UFPB) defenderam a produção do fanzine clássico, em papel, com todas as suas nuances, inclusive o cheirinho de tinta.
O FIM DO MUNDO ESTÁ PRÓXIMO: Fanzine Subterrâneo chega ao fim
Caraca! Será que os Maias estavam certos, mesmo? Num intervalo de poucos dias vivenciamos o fim do Quarto Mundo e agora também o Subterrâneo encerra suas atividades. Grandes baixas para a HQB! Vai "simbora" logo 2012 e vai sozinho... (BP)
Por IHQ
E parece que a semana está mesmo para anúncios de encerramentos de atividades. Depois do comunicado oficial do
Quarto Mundo, outro grupo de produção independente divulga o término de
suas atividades, os quadrinhistas do Subterrâneo divulgaram que o
fanzine também chegou ao fim.
O grupo Subterrâneo nasceu em julho de 2004, pela vontade de alguns
amigos desenhistas que queriam e precisavam mostrar suas criações. A
proposta: uma folha de tamanho A4, frente e verso, em preto e branco,
com o diferencial das dobras.
Uma característica importante do Subterrâneo são as capas que se completam formando um grande painel. A cada edição um dos participantes era o responsável pela arte, completando elementos das capas anteriores e deixando outros detalhes para quem viria depois.
Foram pouco mais de oito anos de publicação bimestral ininterrupta,
acumulando um prêmio de Melhor Fanzine no Troféu HQMIX e três menções
honrosas pessoais no Troféu Alfaiataria de Fanzines, ambos de 2007.
O grupo também lançou seis revistas especiais ao longo desses oito
anos, quatro Subterrâneo Especial em papel reciclato PB e Subterrâneo
Especial 5 com capa colorida e uma história só, além do Subterrâneo
coletânea roteiristas convidados contendo cinco histórias lançadas nos
fanzines subterrâneos. E teve participação efetiva no coletivo Quarto
Mundo.
Além dos integrantes fixos: Luigi Colafigli, Márcio Garcia, Marcos Venceslau, Paulo Mansur e Will, passaram pela publicação, Samuel Bono, Mario C. Silva, Guilherme Raffid, Renoir Santos, KB Leira e mais 35 desenhistas convidados e 5 roteiristas convidados, que ajudaram a construir essa história subterrânea.
O Fanzine Subterrâneo chega a edição de número 49, totalizando 50
fanzines e fechando o grande painel das capas. Fim de uma grande etapa.
De acordo com o comunicado divulgado à imprensa, os projetos para um especial número 50 e um álbum coletânea, estão engavetados no momento, cada um segue seus caminhos pessoais conquistados ao longo destes grandes anos de produção subterrânea.
“Agradecemos a todos os que participaram, colaboraram, acompanharam e curtiram, todos são parte importante desse quebra-cabeças inovador e gostoso de produzir!”, finaliza o texto.
Por IHQ
Uma característica importante do Subterrâneo são as capas que se completam formando um grande painel. A cada edição um dos participantes era o responsável pela arte, completando elementos das capas anteriores e deixando outros detalhes para quem viria depois.
Além dos integrantes fixos: Luigi Colafigli, Márcio Garcia, Marcos Venceslau, Paulo Mansur e Will, passaram pela publicação, Samuel Bono, Mario C. Silva, Guilherme Raffid, Renoir Santos, KB Leira e mais 35 desenhistas convidados e 5 roteiristas convidados, que ajudaram a construir essa história subterrânea.
De acordo com o comunicado divulgado à imprensa, os projetos para um especial número 50 e um álbum coletânea, estão engavetados no momento, cada um segue seus caminhos pessoais conquistados ao longo destes grandes anos de produção subterrânea.
“Agradecemos a todos os que participaram, colaboraram, acompanharam e curtiram, todos são parte importante desse quebra-cabeças inovador e gostoso de produzir!”, finaliza o texto.
A força da imagem e o poder da informação
“Pense num homem observando algo através de uma janela e sorrindo. Em seguida, corte a cena e enfoque no objeto de sua observação: outra janela num prédio à frente. Se você colocar uma mulher com um bebê no colo, automaticamente, o espectador imaginará que o homem é uma pessoa sensível, uma boa pessoa. Mas… tire essa imagem e no lugar da mulher com o bebê, coloque uma garota, despindo-se. Pronto! Seu homem de bem virou um pervertido. Vê? Essa é a força de uma imagem!”
Convivência humana - #FimdoMundo
Bota, educado e galanteador!
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Paul McCartney realiza sonho e vai aparecer em última edição de HQ
Revista infantil "The Dandy" é a mais antiga da Grã-Bretanha e será finalizada 75 anos após sua primeira publicação
Por Último Segundo
A história em quadrinhos que levou para milhões de casas personagens queridos dos britânicos, incluindo o caubói comedor de tortas Desperate Dan e Korky o Gato, vai virar digital a partir de terça-feira, 75 anos após a primeira publicação.
A publicação semanal vendeu mais de dois milhões de cópias em seu auge, na década de 1950, mas com as crianças atraídas pelo entretenimento alternativo da televisão e dos videogames, a circulação caiu para menos de 8 mil exemplares.
Publicada na cidade escocesa de Dundee pela DC Thomson, os executivos estão descrevendo a Dandy digital como uma oportunidade para uma "nova vida" ao invés de o início do fim.
McCartney contatou a Dandy após o anúncio da mudança para o mundo digital em agosto. Ele disse que, em uma entrevista para a revista de música "NME", em 1963, foi perguntado sobre qual seria sua ambição pessoal, e respondeu que queria ter sua foto na Dandy.
"Eu espero que não seja tarde demais!", escreveu o cantor de 70 anos em uma carta. "A Dandy era minha história em quadrinhos favorita quando crescia em Liverpool, e a cada semana eu ficava ansioso pelas façanhas do Desperate Dan e seus outros colegas de quadrinhos."
Ele será visto fazendo caretas enquanto o caubói Dan aperta seus dedos em um aperto de mão firme, após o qual McCartney conduz 50 dos personagens mais famosos dos quadrinhos em uma cantoria do sucesso dos Beatles "Hey Jude".
1000 Tiras da Turma do Xaxado já à venda!
Por Cedraz - via Facebook
Caros amigos,
O livro 1.000 TIRAS EM QUADRINHOS da Editora Martin Claret está lindo. Uma edição para ler, guardar e reler sempre que quiser dar boas risadas.
O livro tem a participação de grandes quadrinistas brasileiros: Bira Dantas, Spacca, Flávio Luiz, Alexandre Montandon, Sidney Falcão, Lailson de Holanda, Cau Gomez, Lucas Lima, Hector Salas, João Marcos. Fernando Molina Júlio Cesar Delgado e prefácio do jornalista e professor Sérgio Mattos
Formato 21,0 X 28,0 cm.
224 páginas e preço R$ 29,90.
Já está a venda nas melhores livrarias.
Por Cedraz - via Facebook
Caros amigos,O livro 1.000 TIRAS EM QUADRINHOS da Editora Martin Claret está lindo. Uma edição para ler, guardar e reler sempre que quiser dar boas risadas.
O livro tem a participação de grandes quadrinistas brasileiros: Bira Dantas, Spacca, Flávio Luiz, Alexandre Montandon, Sidney Falcão, Lailson de Holanda, Cau Gomez, Lucas Lima, Hector Salas, João Marcos. Fernando Molina Júlio Cesar Delgado e prefácio do jornalista e professor Sérgio Mattos
Formato 21,0 X 28,0 cm.
224 páginas e preço R$ 29,90.
Já está a venda nas melhores livrarias.
O FIM DOS FANZINES
Por Denilson Reis
Lendo
no QI 115 a resenha de Henrique Magalhães e as reflexões de Edgard Guimarães, resolvi dar uns
pitacos em relação à questão do fim dos fanzines. Aqui em Porto Alegre temos
mantido a área dos fanzines nos principais eventos de comics (Comic Com RS) e mangá (Animextreme), embora na última edição
deste – 2011 – já não tenha ocorrido a participação dos zines. A questão é que,
dos cerca de dez participantes, 90% são autores de quadrinhos amadores que
fazem “revistas independentes” em papel xerox para mostrar seus trabalhos. Sou
um dos poucos, se não o único, que leva zines com analises de um tema (HQ,
cinema, musica). Desta forma, vejo que a maioria não quer escrever sobre o que
é fã, neste caso quadrinhos, e sim publicar seus quadrinhos, deixando para
escrever e refletir nos seus blogs.
Por
outro lado, quando em 1987 editei o numero 1 do fanzine “Tchê”, fiz para ver
publicada minha primeira HQ, com arte do argentino Isaac Hunt. Como a HQ tinha duas paginas, completei o zine de 20
páginas com algumas ilustrações de amigos que mantinha contato por
correspondência postal, e artigos de HQ, cinema e música que escrevi ou
reproduzi na imprensa local.
Vendo
minha coleção de fanzines – são 25 anos juntando publicações – os zines de HQs,
na maioria, são voltados para a publicação destas, mesmo que na edição tenham
noticias e analises sobre quadrinhos. Mesmo assim, sempre chamei de fanzines,
mesmo que muitos e talvez a maioria, pela definição do professor Henrique
Magalhães e nos critérios da AQC-ESP
no Troféu Ângelo Agostini, fosse
revista independente impressa em papel xerox.
Para
finalizar, não vejo o fim dos fanzines, pelo menos na concepção de fanzine como
revista amadora de divulgação de arte. Vejo sim um aprimoramento das
publicações amadoras numa época em que o acesso às tecnologias ficou maior,
consequentemente diminuindo os custos, levando os fanzineiros a investirem numa
tiragem maior, com capa colorida e ate mesmo impressos numa gráfica.
Via: Homem-Camaleão - Fonte Primária: QI 117
IAN MEcKELLEN E PATRICK STEWART SE JUNTAM AO ELENCO DA SEQUÊNCIA DE " X-MEN: PRIMEIRA CLASSE"
Por Clayton Godinhoi - Chamando Superamigos

X-Men:Primeira Classe foi uma bela surpresa reiniciando a franquia X-Men nas telonas. Sua sequência batizada de X-Men: Days of Future Past (baseada no arco em quadrinhos idealizado por Chris Claremont e John Byrne nos anos 80) já tem Bryan Singer(X-Men-o Filme) na direção.
O próprio deu uma notícia muita boa:vamos ver Patrick Stewart (Professor Xavier) e Ian McKellen(Magneto) no filme. Embora não tenha dado mais detalhes será interessante ver como os atores veteranos irão interagir com suas contrapartes jovens: James McAvoy e Michael Fassbender. Só falta chamarem mais alguns atores da primeira franquia para a festa ficar completa.
X-Men:Primeira Classe foi uma bela surpresa reiniciando a franquia X-Men nas telonas. Sua sequência batizada de X-Men: Days of Future Past (baseada no arco em quadrinhos idealizado por Chris Claremont e John Byrne nos anos 80) já tem Bryan Singer(X-Men-o Filme) na direção.
O próprio deu uma notícia muita boa:vamos ver Patrick Stewart (Professor Xavier) e Ian McKellen(Magneto) no filme. Embora não tenha dado mais detalhes será interessante ver como os atores veteranos irão interagir com suas contrapartes jovens: James McAvoy e Michael Fassbender. Só falta chamarem mais alguns atores da primeira franquia para a festa ficar completa.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
BUUUM! Quarto Mundo chega ao fim após 5 anos de existência!
Por Quarto Mundo
Em sua história, o Quarto Mundo
participou de dezenas de eventos; ganhou prêmios como HQMix, Ângelo
Agostini, Bigorna e DB Artes; incentivou o mercado nacional e serviu de
inspiração para muitos. Agora, com a sensação de missão cumprida, é hora
dos participantes do grupo seguirem novos caminhos, formarem novas
parcerias e buscarem atingir novas metas, ou até mesmo novas estratégias
para alcançar as velhas demandas sempre presentes na produção nacional.
Festa “Fim do Quarto Mundo”
Data: 15/12/2012, a partir das 18 horas.
Local: HQ MIX Livraria.
R. Tinhorão, 124 – Pacaembu, São Paulo.
(11)3259-1528
Centenas de quadrinhos lançados,
participação em eventos por todo o Brasil, dezenas de oficinas
ministradas; uma verdadeira escola em termos de produção independente de
Histórias em Quadrinhos. Com este saldo, o coletivo de quadrinistas
Quarto Mundo anuncia seu fim.
Fundado oficialmente durante o Festival
Internacional de Quadrinhos – FIQ 2007, o coletivo fez história ao
reunir artistas independentes de todo o País para participar de um
festival de renome.
Chamando atenção logo de início, o grupo
cresceu a partir de várias propostas. Com uma organização
descentralizada, o objetivo era que todos trabalhassem em alguma das
atividades que o grupo desempenhava em prol dos seus membros:
publicações, distribuição, divulgação, internet, tradução, participação
em eventos e outras frentes, em todas as cidades onde membros do
coletivo estivessem presentes. A experiência deu frutos muito
importantes e promoveu de forma única o trabalho de diversos autores.
Quando o Quarto Mundo surgiu, poucas
editoras publicavam artistas brasileiros, o mercado independente era
formado por um grupo restrito de autores e a mídia via os autores de
quadrinhos como artistas marginais. Hoje, há uma profusão de publicações
brasileiras nas livrarias, o mercado independente é formado por uma
infinidade de grupos e autores em todos os estados e quadrinistas
participam de exposições e aparecem constantemente na mídia como
personagens influentes do meio cultural.
Apesar do Quarto Mundo não ter inventado
nada, o mérito do grupo está em ter conseguido aglutinar várias forças
criativas, inclusive de gerações distintas, em torno de uma ideia de
coletivo, participando de um momento chave da história da produção
independente nacional.
Para comemorar essa etapa concluída, o
Quarto Mundo vai realizar uma festa na HQMIX Livraria, no dia
15/12/2012. Serão dezenas de revistas a preços imperdíveis, além de
sorteios e atividades diversas. Uma ótima chance para quem ainda não
conhece os títulos que carregaram o selo do coletivo durante todo esse
tempo de atividade.
Serviço:Festa “Fim do Quarto Mundo”
Data: 15/12/2012, a partir das 18 horas.
Local: HQ MIX Livraria.
R. Tinhorão, 124 – Pacaembu, São Paulo.
(11)3259-1528
Gibiteca de Santos completa 20 anos com programação especial
Um grande encontro entre quem produz e quem gosta de histórias em
quadrinhos. Essa é a proposta da programação em comemoração aos 20 anos
da Gibiteca Marcel Rodrigues Paes, que acontecerá nos dias 7, 8 e 9 de
dezembro.
.
O evento reunirá artistas da nova geração do desenho, do humor nacional, promoverá debates com os principais fanzineiros do Estado de São Paulo, além de bate papo com críticos de cinema sobre adaptações de heróis das histórias em quadrinhos para os filmes. Entre os convidados, Fábio Coala, autor do título ‘Mentirinhas’, revelação nacional na web comics. Danilo Beyruth e Sidney Gusman do ‘Astronauta – Magnetar’, publicação especial da Panini / Maurício de Sousa Produções, também confirmaram presença.
.
O evento reunirá artistas da nova geração do desenho, do humor nacional, promoverá debates com os principais fanzineiros do Estado de São Paulo, além de bate papo com críticos de cinema sobre adaptações de heróis das histórias em quadrinhos para os filmes. Entre os convidados, Fábio Coala, autor do título ‘Mentirinhas’, revelação nacional na web comics. Danilo Beyruth e Sidney Gusman do ‘Astronauta – Magnetar’, publicação especial da Panini / Maurício de Sousa Produções, também confirmaram presença.
.
ABERTURA - LANÇAMENTO
O evento é uma realização da
Prefeitura de Santos por meio da Secretaria da Cultura. A curadoria é de
Fábio Tatsubô. A Gibiteca Marcel Rodrigues Paes fica no Posto 5, na
praia do Boqueirão, e funciona de segunda a sábado das 9h às 19h e aos
domingos das 9h às 14h. Outras informações podem ser obtidas pelo
telefone (13) 3288-1300.
.ABERTURA - LANÇAMENTO
COMENTÁRIOS SOBRE SEXO COM SUPER HERÓIS GERA PROTESTOS CONTRA DIRETOR DE "GUARDIÕES DA GALÁXIA"
Por CLayton Godinho - Chamando Superamigos
Um post feito ano passado fez com que o diretor James Gun contratado para dirigir o filme Guardiões da Galáxia
fosse alvo de vários protestos e com gente escreve para a Disney/Marvel
pedindo a retirada dele do projeto ou vão boicotá-lo. Entenda o caso.
Em
17 de fevereiro de 2011 James comentou uma votação sobre 50 super heróis
que você gostaria de transar. O resultado foi analisado por ele em
comentários diversos. Por exemplo: ele diz que a Mulher Gato faz "o pênis dele se sentir engraçado desde que viu Julie Newmar na TV". Sobre Emma Frost comenta que ela é perfeita para homens que curtam uma "puta rude". E por aí vai .
Mas o
que gerou maior polêmica foi o comentário dele sobre Batwoman. Ela é
declaradamente lésbica e James sugeriu que em possível crossover
Marvel/DC ela poderia ir para cama com Tony Stark e ele a acabaria
convencendo a deixar sua homossexualidade.
E ainda falou sobre fazer sexo anal com Kitty Pride e de como Gambit é muito gay. Pois
bem:
Posso te acompanhar?
Bota, educado e galanteador!
Para mais aventuras do Botamem - botamem.com
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Registro televisivo da TOP!TOP! feito pela TV CABO BRANCO
A TV CABO BRANCO de João Pessoa esteve presente na TOP!TOP! e fez uma bela edição sobre o evento. É bem curtinha, mas maneira (em todos os sentidos)!
Segue o link abaixo para quem quiser curtir:
http://g1.globo.com/pb/paraiba/jpb-2edicao/videos/t/edicoes/v/comecou-hoje-em-joao-pessoa-o-festival-de-quadrinhos-top-top/2272182/
Duas HQs estão na lista dos 100 melhores livros do The New York Times
Por UHQ
O jornal norte-americano The New York Times divulgou a sua lista dos 100 livros mais notáveis de 2012 e incluiu duas séries quadrinhos entre eles.
Building Stories, de Chris Ware, foi um lançamento da editora Pantheon Books que inclui uma caixa com 14 conteúdos diferentes, incluindo graphic novel, panfletos, tabuleiro e outros atrativos, que torna a experiência de leitura interativa. A história mostra a vida de um prédio de três andares e seus habitantes: uma mulher de 30 anos, ainda à procura de um companheiro; um casal em dificuldades, incapaz de suportar a convivência; e a síndica do prédio, uma senhora que viveu sozinha durante décadas.
São 240 páginas em uma coletânea que reúne materiais do autor publicados durante os anos 2000, nas revistas The New Yorker, The New Times Magazine e McSweeney's Quarterly Concern, incluindo artes nunca antes vistas.
Esse mesmo material também foi indicado como uma das melhores graphic novels do ano pela Amazon.
A outra obra em quadrinhos listada foi Are You My Mother? - A Comic Drama, de Alison Bechdel. A história explora a conturbada relação da autora com sua mãe ausente, uma mulher amante da música e leitora voraz casada com um homem gay enrustido. O álbum de 304 páginas foi lançado pela Houghton Mifflin Harcourt.
Para ver a lista completa, clique aqui.

Building Stories, de Chris Ware, foi um lançamento da editora Pantheon Books que inclui uma caixa com 14 conteúdos diferentes, incluindo graphic novel, panfletos, tabuleiro e outros atrativos, que torna a experiência de leitura interativa. A história mostra a vida de um prédio de três andares e seus habitantes: uma mulher de 30 anos, ainda à procura de um companheiro; um casal em dificuldades, incapaz de suportar a convivência; e a síndica do prédio, uma senhora que viveu sozinha durante décadas.
São 240 páginas em uma coletânea que reúne materiais do autor publicados durante os anos 2000, nas revistas The New Yorker, The New Times Magazine e McSweeney's Quarterly Concern, incluindo artes nunca antes vistas.
Esse mesmo material também foi indicado como uma das melhores graphic novels do ano pela Amazon.
A outra obra em quadrinhos listada foi Are You My Mother? - A Comic Drama, de Alison Bechdel. A história explora a conturbada relação da autora com sua mãe ausente, uma mulher amante da música e leitora voraz casada com um homem gay enrustido. O álbum de 304 páginas foi lançado pela Houghton Mifflin Harcourt.
Para ver a lista completa, clique aqui.
The Walking Dead, o gibi mensal, finalmente chega às bancas do Brasil!
Por Judão
Foi no dia 20 de outubro, durante a Fest Comix, que a HQM lançou em uma tiragem limitada a primeira edição de The Walking Dead,
o gibi mensal, no Brasil. Com preço de R$ 3,90, a nova versão funciona
como uma alternativa aos encadernados que a editora já lança, pois segue
o mesmo padrão e formato da revista mensal estadunidense – além de um
ÓTIMO preço.
Como prometido – e com um certo atraso – o gibi chega para o resto do Brasil em uma tiragem motherfucker a partir de AMANHÃ (4 de dezembro), quando The Walking Dead #1 aparece nas bancas da Grande São Paulo. Na quarta, dia 5, é dia do pessoal do Rio de Janeiro receber o gibi, enquanto no resto do Brasil a publicação aparece na quinta-feira, dia 6 dezembro.
Para quem não quer esperar, a Comix (uma das poucas que funciona em um “proto-mercado direto” no Brasil) já tem desde o fim de semana a SEGUNDA edição de The Walking Dead. O preço é o mesmo: R$ 3,90.
Apesar o atraso inicial, vamos torcer para que a publicação entre em um bom ritmo de distribuição a partir de agora. Ah, sim: caso as vendas sejam boas, a HQM já promete que irá lançar duas edições por mês. AE!
Como prometido – e com um certo atraso – o gibi chega para o resto do Brasil em uma tiragem motherfucker a partir de AMANHÃ (4 de dezembro), quando The Walking Dead #1 aparece nas bancas da Grande São Paulo. Na quarta, dia 5, é dia do pessoal do Rio de Janeiro receber o gibi, enquanto no resto do Brasil a publicação aparece na quinta-feira, dia 6 dezembro.
Para quem não quer esperar, a Comix (uma das poucas que funciona em um “proto-mercado direto” no Brasil) já tem desde o fim de semana a SEGUNDA edição de The Walking Dead. O preço é o mesmo: R$ 3,90.
Apesar o atraso inicial, vamos torcer para que a publicação entre em um bom ritmo de distribuição a partir de agora. Ah, sim: caso as vendas sejam boas, a HQM já promete que irá lançar duas edições por mês. AE!
domingo, 2 de dezembro de 2012
Oh boy… O Novo Universo, da Marvel, vai voltar!
Por Judão
Essa preocupação com cronologias complicadas e a necessidade de atrair novos leitores não é nova. Ainda nos anos 80, o editor-chefe da Marvel, Jim Shooter, uniu uma equipe de quadrinistas para criar uma página em branco, algo atrativo para novos leitores e com personagens criados totalmente do zero – deixando de lado qualquer lugar comum ou conhecimento prévio dos fãs. Surgia assim o Novo Universo,
que envolvia nomes como Peter David, John Romita Jr. (quando desenhava
melhor), John Byrne (quando fazia TUDO melhor), Tom DeFalco, Fabian
Nicieza e vários outros. O resultado foi um retumbante fracasso.
Depois a Casa das Ideias percebeu que para atrair o sucesso financeiro que buscava precisava envolver também nomes e personagens já conhecidos do público, mesmo que totalmente diferentes. Esse era o Universo Ultimate, mas deixo essa história para outro momento.
O que importa é que por mais que as vendas não tenham correspondido, o Novo Universo era muito bom e ficou na memória de vários fãs. Por isso, houve tentativas de resgatá-lo (ou de resgatar parte dele) nos anos 90 e 2000. Nada que fosse para revolucionar o mercado, como a tentativa original, mas apenas para aproveitar alguma coisa daquelas boas ideias e deixar os (poucos) fãs contentes.
Eis que agora, em 2013, o Novo Universo irá voltar mais uma vez. Não que a Marvel tenha anunciado oficialmente a informação, mas eis que ainda em junho o roteirista Sam Humphries foi desejar boa sorte ao Jonathan Hickman, que estava deixando Os Supremos (que Humphries agora escreve) e…
Depois a Casa das Ideias percebeu que para atrair o sucesso financeiro que buscava precisava envolver também nomes e personagens já conhecidos do público, mesmo que totalmente diferentes. Esse era o Universo Ultimate, mas deixo essa história para outro momento.
O que importa é que por mais que as vendas não tenham correspondido, o Novo Universo era muito bom e ficou na memória de vários fãs. Por isso, houve tentativas de resgatá-lo (ou de resgatar parte dele) nos anos 90 e 2000. Nada que fosse para revolucionar o mercado, como a tentativa original, mas apenas para aproveitar alguma coisa daquelas boas ideias e deixar os (poucos) fãs contentes.
Eis que agora, em 2013, o Novo Universo irá voltar mais uma vez. Não que a Marvel tenha anunciado oficialmente a informação, mas eis que ainda em junho o roteirista Sam Humphries foi desejar boa sorte ao Jonathan Hickman, que estava deixando Os Supremos (que Humphries agora escreve) e…
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