Personagem foi destituída de seu cargo simbólico na luta pelos direitos femininos e igualdade de gênero
Lançamento da campanha, em outubro, contou com as presenças de Lynda Carter, que interpretou a personagem na TV americana durante a década de 70, e Gal Gadot, que deu vida à heroína nas telonas neste ano (foto: Dimitrios Kambouris/Gerry Images North America/AFP)
Dois meses após ser anunciada pela ONU como embaixadora símbolo da campanha anual pelos direitos das meninas e mulheres no mundo, a Mulher Maravilha vai perder o cargo.
A escolha foi feita inspirada nos poderes da personagem e na imagem de mulher forte, independente e guerreira. No entanto, várias ativistas da causa feminista consideraram a escolha equivocada, porque, na visão delas, a heroína seria hiper sexualizada nos quadrinhos, TV e cinema.

"Embora os criadores possam ter pretendido criar uma mulher guerreira e independente, a realidade é que a personagem é uma mulher branca, de proporções impossíveis num maiô", dizia a petição online assinada por 45 mil pessoas.



















