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ATUALIZAÇÕES DIÁRIAS! Pois aqui todo dia é de folia (menos a de Momo)!
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Picasso em quadrinhos

Por Voz da Rússia
Os primeiros anos de Pablo Picasso em Paris, impregnados em bohémia, mulheres, tragédia e pincéis, chegam às livrarias francesas com uma série de quatro volumes de histórias em quadrinhos cujos autores são o desenhista Clément Oubrerie e a roteirista Julie Birmant.
A obra gráfica, editada pela Dargaud e que retrata as vivências do pintor entre 1900 e 1912, começa com "Pablo 1. Max Jacob", comenta a Efe, e recupera as lembranças de Fernande Oliver, a modelo que posava para os artistas instalados em Paris e que foi o primeiro grande amor de Picasso (1881-1973).
MASH UP ENTRE QUADRINHOS DE SUPER HERÓIS E FILMES DE HOLLYWOOD
Um concurso no CBR, propôs um mash up entre personagens dos quadrinhos e alguns filmes de cinema.A brincadeira gerou ótimos encontros como esse entre as Aves de Rapina e Chicago.



Oliver & X Babies
O Super-Herói em 24 quadros por segundo – Parte 2 de 4
Por Édnei Pedroso - O Café
O UNIFORME

Como vimos na semana passada, a máscara – e a identidade secreta que se esconde sob ela – pode ser o fardo mais pesado de um super-herói. Mas as vezes, dependendo da inspiração do criador do personagem ou, mais precisamente e de acordo com a temática desta coluna, dos devaneios do diretor de uma adaptação, o uniforme pode ser um grande aliado…ou o pior dos castigos.
QUANDO EU ERA PEQUENA: MINHAS SUPER HEROÍNAS FAVORITAS
Por Adriana Mello
1. Mulher Maravilha - Essa personagem é dona do primeiro lugar no meu coração. Vocês não imaginam a paixão que eu tinha pela Mulher Maravilha. Tinha 500 fantasias dela, maiô que eu não tirava do corpo, pijama… e tudo mais que vocês possam imaginar. Era alucinada pelos braceletes (que ela desviava a balas, o avião invisível, aquela tiara na testa, o laço mágico (como eu queria um laço mágico!) Até hoje lembro com muito carinho dessa personagem. Achei no site Filme Online HD uma sinopse sobre o seriado:
“Mulher Maravilha contará a origem da amazona na mísitca ilha grega de Temíscera e sua inevitável jornada pelo mundo dos homens, onde ela se estabelce como heroína que segue suas próprias regras. Entretanto, o conflito se estabelece quando o deus da guerra, Ares, escapa da sua prisão e jura vingança contra o mundo dos mortais e dos deuses. Cabe à Mulher-Maravilha impedi-lo”.
Dossiê Mulher Maravilha

A Mulher Maravilha (em inglês Wonder Woman) é uma super-heroína de histórias em quadrinhos e desenhos animados da DC Comics. Ela é a princesa de Themyscira, filha da rainha das amazonas, Hipólita. Sua mãe a criou a partir de uma imagem de barro, à qual cinco deusas do Olimpo deram vida e presentearam com superpoderes. Já adulta, foi enviada para o "mundo dos homens" para espalhar uma missão de paz, bem como lutar contra o deus da guerra, Ares. Tornou-se integrante da Liga da Justiça, assim como Superman e Batman. Ela foi a primeira heroína a ser criada, em 1941, pela DC Comics. Estreou em All Star Comics #8 (Dez. 1941). |
O criador Em entrevista datada de 25 de outubro de 1940, conduzida pela sua aluna Olive Byrne (sob o pseudônimo de “Richard Olive”) e publicado pela Family Circle com o título de “Não ria dos Quadrinhos”, William Moulton Marston descrevia o que viu como o potencial educacional das histórias em quadrinhos (um artigo deu sequência a entrevista e foi publicado dois anos mais tarde em 1942).[1] Este artigo chamou a atenção de Max Gaines, que empregou Marston como consultor educacional da National Periodicals e All-American Publications, duas das companhias que se fundiriam para dar forma a futura DC Comics. Foi nesta época que Marston decidiu criar um novo super-herói. |
Mulheres e sexo nos quadrinhos

Hoje vamos pedir licença para as mulheres que lêem o BNBlog para falar de um tema mais polêmico, que já sofreu muita censura e enfrentou muitos tabus até se estabelecer como uma forma de expressão artística: os quadrinhos eróticos. Muita gente pensa que quadrinhos eróticos são apenas sacanagem, entretanto, esse estilo de quadrinhos é uma forma saudável de expressão como qualquer outra.
Neste tipo de obra geralmente quem se destaca são as heroínas. Corajosas, poderosas e muito desinibidas, elas foram conquistando espaço num mundo de heróis de malha colante e tiveram que ter muito peito, e alguns outros atributos, para conquistar seu espaço no mundo dos quadrinhos.
É importante ressaltar que os quadrinhos eróticos refletiram uma mudança na sociedade. Muitas vezes, quando de seu lançamento, causaram furor ou foram totalmente censurados, mas justamente por seu caráter ‘underground’ acabaram conquistando muitos fãs no último século. Por isso hoje vamos destacar algumas das heroínas que fizeram história e transformaram os quadrinhos eróticos em obras de arte. Então meninas nos perdoem, mas falaremos dessa mulheres que fazem a alegria dos marmanjos nas histórias em quadrinhos.
Betty Boop
Todo mundo já ouviu falar da Betty Boop, mesmo porque essa heroína há muito tempo ultrapassou a esfera dos quadrinhos e se tornou um ícone da cultura pop. Inicialmente a personagem foi inspirada em uma cantora de cabaré chamada Helen Kane, aparecia nos quadrinhos insinuante com uma saia curtíssima, pernas a mostra e cinta liga. Isso tudo em plena década de 30.
Todo mundo já ouviu falar da Betty Boop, mesmo porque essa heroína há muito tempo ultrapassou a esfera dos quadrinhos e se tornou um ícone da cultura pop. Inicialmente a personagem foi inspirada em uma cantora de cabaré chamada Helen Kane, aparecia nos quadrinhos insinuante com uma saia curtíssima, pernas a mostra e cinta liga. Isso tudo em plena década de 30.sábado, 18 de fevereiro de 2012
Um Momento no Tempo #2:Quando Joe Quesada matou o relacionamento entre Homem-Aranha e Mary Jane
Por Judão
Começa, então, a segunda parte. Após descobrir que May Parker não está morta, o Rei manda apagar Anna Watson, tia de Mary Jane. Após um telefone de Anna, MJ vai visitá-la, chegando a tempo de evitar a morte da tia. Porém, o assassino parte para cima de Mary Jane, avisando que não vai apenas matá-la, mas também acabará toda a sua família.
Mary Jane Watson, aquela linda ruiva que entrou na vida do Aranha em Amazing Spider-Man #42com a frase “Face it, tiger… You Just hit the Jackpot!” morreu, para mim, em Amazing Spider-Man #641 como uma mulher que demonstra que nunca amou o seu “marido”. E nem me venha com magia para explicar isso.
Acaba de sair aqui no Brasil a revista Homem-Aranha #122 (Panini Comics, 76 páginas, R$ 6,50), com a segunda parte – e final – de Um Momento no Tempo, saga que relata como ficou o casamento e o relacionamento entre Peter Parker e Mary Jane Watson após os eventos de Um Dia a Mais, quando um pacto com Mephisto acabou, por um passe de mágica, com o casamento de décadas entre os dois.
Desta vez, farei diferente da resenha da primeira parte. Não escrevi um texto para quem ainda não comprou o gibi, mas sim um para quem já leu – ou que está nem aí para ler, mas quer saber o que aconteceu. Assim, este texto será carregada de spoilers para quem pretende ler a segunda parte do arco.
Em Homem-Aranha #121, Mary Jane reencontrou Peter em seu apartamento e, num papo entre amigos, começaram a repassar os acontecimentos que separaram os dois. Ficamos sabendo que o casamento nunca ocorreu, mas eles continuaram juntos, o que não trouxe grandes mudanças cronológicas para todas as histórias que vieram de lá pra cá. No final da edição, já após os acontecimentos de Guerra Civil, eles relembram que Peter conseguiu salvar a vida da tia May após ela levar um tiro endereçado a ele pelo Rei do Crime.
Começa, então, a segunda parte. Após descobrir que May Parker não está morta, o Rei manda apagar Anna Watson, tia de Mary Jane. Após um telefone de Anna, MJ vai visitá-la, chegando a tempo de evitar a morte da tia. Porém, o assassino parte para cima de Mary Jane, avisando que não vai apenas matá-la, mas também acabará toda a sua família.Nesse meio tempo, Peter acorda no hospital com um telefonema de Anna, avisando do acontecido. O Homem-Aranha sai então pelas ruas de Nova York para evitar a morte da amada, que estava desacordada. Desesperado, ele pega MJ e vai de encontro ao Dr. Estranho. Sem pensar, Parker pede ao amigo que apague da memória de todos que ele é o Homem-Aranha. Depois de algum tempo pensando e consultando Tony Stark e Reed Richards, Estranho concorda e cria uma câmara para que o próprio Peter fique, evitando que ele também esqueça quem é o Homem-Aranha. Parker, porém, se arrepende de uma coisa: não pode viver em uma mentira e precisa que MJ não se esqueça, pelo amor que sente por ela. Por isso, se arrisca e traz a amada para a mesma câmara.
Agora, apenas Peter Parker e Mary Jane sabem a real identidade do Homem-Aranha.
Peter leva MJ para o hotel onde eles estavam vivendo. Ela acorda e passa a entender a situação. E é aqui que tudo desmorona: ela se irrita com Peter. Diz que ela também deveria ter esquecido. Que não é justo. Que ela bota as pessoas que ama em perigo por justamente ser a “namorada do Homem-Aranha” e, por mais que ame Peter, o sentimento não é tão grande para suportar isto.
Ela, então, vai embora.
É assim, de forma sem sentido, fraca, diria até que vilanesca, que Joe Quesada acaba com a união entre Peter Parker e Mary Jane Watson. Ela que foi a primeira a saber que ele era o Homem-Aranha, mas que mesmo assim escondeu para que isso não influenciasse o relacionamento dos dois. Ela que tanto fez pelo amado, que se sacrificou em situações muito piores, que sempre foi parceira. É ela quem muda. Toda a constituição do personagem vai para o lixo. Tudo aquilo que a Marvel construiu por anos e anos foi pelo ralo.
Afinal, um relacionamento é se apoiar nos momentos difíceis, é saber encarar as burradas do outro, é saber se levantar. Se Peter cometeu o maior erro de sua vida revelando a identidade secreta durante a Guerra Civil, eles enfrentaram aquilo juntos e ele encontrou a solução. Caberia a eles, também juntos, se levantar, como fizeram no passado.
Em uma histórica fraca, que contradiz até eventos de Um Dia a Mais (que foi desenhada e co-roteirizada pelo próprio Quesada, apesar de não ter sido creditado pela segunda tarefa), a Marvel simplesmente descontrói um de seus melhores personagens.
E não é só isso. Mais uma vez Quesada demonstra que não sabe desenhar. E, se vocês não concordam, podem esbravejar. A única coisa que presta nesta revista é a capa de Paolo Rivera, uma das melhores já feitas para o Homem-Aranha.
Mary Jane Watson, aquela linda ruiva que entrou na vida do Aranha em Amazing Spider-Man #42com a frase “Face it, tiger… You Just hit the Jackpot!” morreu, para mim, em Amazing Spider-Man #641 como uma mulher que demonstra que nunca amou o seu “marido”. E nem me venha com magia para explicar isso.
E da mesma forma que chorei ao ler a morte da Gwen Stacy pela primeira vez, eu choro agora. Mas, desta vez, é de raiva.
Bom, ainda bem que existe o Homem-Aranha Ultimate…
O Super-Herói em 24 quadros por segundo – Parte 1 de 4
Por Édnei Pedroso - O Café

IDENTIDADE SECRETA

O cinema atual (mais precisamente do ano 2000 em diante), segue enriquecendo cada vez mais em sua estrutura e técnica (3D, hello!), contudo, parece estar em um grande declínio em relação a idéias e plots. Quem gosta do assunto e sempre esperou o verão americano com aquela ansiedade cinéfila das estréias dos grandes filmes, já perdeu as esperanças e não vê, a médio prazo, algum filme que seja realmente instigante de se esperar. Para sanar este hiato criativo, um dos portos seguros mais utilizados atualmente pelos estúdios é a adaptação de livros, contos e HQs, afinal, uma idéia já testada e aprovada tem uma possibilidade maior de dar certo. Dentro dessas mídias, podemos combinar que poucas coisas mexem tanto com o imaginário popular quanto a figura do super-herói.
As mulheres e as histórias em quadrinhos
Por Maurício Muniz
Mesmo a repórter Lois Lane, que era parte importante do universo de Super-Homem, servia mais como elemento menor da narrativa do que como uma personagem bem construída. Lois não foi criada para que as possíveis leitoras se identificassem com ela. A identificação com Lois, aliás, era difícil. A repórter parecia ter, basicamente, três funções nas histórias do Homem de Aço e até na revista solo que finalmente ganhou: ser salva pelo Super-Homem após algum vilão sequestrá-la, tentar descobrir a identidade secreta do herói ou arrumar uma maneira de casar com ele.
Todo leitor de quadrinhos de longa data, aqueles que cresceram lendo aventuras de super-heróis fantasiados, sabem que era raro, até alguns anos atrás, encontrar mulheres que gostassem de gibis.
E quem poderia culpá-las? Durante a maior parte de sua existência, a indústria dos quadrinhos não pensou muito nas mulheres e nem as retratou de maneira muito justa. As revistas dos super-heróis, com suas tramas cheias de homens musculosos enfrentando vilões loucos e ambiciosos, tinha mesmo pouco do universo feminino. Quase tudo que existia no mercado apelava aos jovens do sexo masculino e sua vontade de viver aventuras e sair da mesmice através dos heróis de papel. As garotas que apareciam nas tramas, muitas vezes, eram pouco mais do que elementos do cenário: uma secretária, a filha de um comissário da polícia, a herdeira rica e entediada. Sua intenção era aparecer como o interesse romântico do herói ou como a dama em perigo.
Mesmo a repórter Lois Lane, que era parte importante do universo de Super-Homem, servia mais como elemento menor da narrativa do que como uma personagem bem construída. Lois não foi criada para que as possíveis leitoras se identificassem com ela. A identificação com Lois, aliás, era difícil. A repórter parecia ter, basicamente, três funções nas histórias do Homem de Aço e até na revista solo que finalmente ganhou: ser salva pelo Super-Homem após algum vilão sequestrá-la, tentar descobrir a identidade secreta do herói ou arrumar uma maneira de casar com ele.Outras personagens femininas conhecidas, como a Mulher-Maravilha, continuavam atraindo mais os homens e poucas mulheres compravam os gibis com suas aventuras. E, claro, colocá-la como secretária da Sociedade da Justiça nos anos 40, ficando para trás enquanto os homens saíam para salvar o mundo, também não ajudou a criar uma imagem forte para as possíveis jovens leitoras se empolgarem em querer saber mais sobre ela.
Dossiê Mulher- Hulk

Por Elenildo Lopes- Meu Heroi
A Mulher-Hulk é um personagem das histórias em quadrinhos do Universo Marvel, publicadas pela Marvel Comics. Prima do Incrível Hulk, recebeu seus poderes após uma transmissão de sangue, se tornando então uma irreverente heroína, usualmente membro dos Vingadores. |
Origem |
SUPER-HERÓIS EMO
JSalvador é um artista completo: escritor, ilustrador, pintor, escultor, animador... o jovem é responsável pela série de artes deste post intitulada Super Emo Friends.
AS SEMELHANÇAS NADA DISCRETAS DE DC & MARVEL EM RELAÇÃO AOS SEUS PERSONAGENS E SAGAS
Por Clayton Godinho




Plágio? Essa pergunta já atingiu o subconsciente de qualquer leitor de quadrinhos quando se depara com algum personagem ou saga da Marvel ou da DC .Em alguns casos a coisa é tão gritante que nos levar a pensar : para onde foi a originalidade na indústria , essa palavra tão importante que serve de combustivél para boas histórias . Listamos abaixo casos em que simplesmente a inspiração usada nos leva a perguntar : será que fizeram de propósito?

Arqueiro Verde e Gavião Arqueiro por exemplo. A semelhança vai além do fato dos dois terem como armas arco e flechas.
A personalidade dos dois guardam muitas coisas em comum. Ambos já estiveram mortos e voltaram do além em sua carreira nos últimos anos. Quase que no mesmo período. Quem copia quem nessas horas? Além do fato de serem mulherengos assumidos , os dois tem como namoradas loiras mestres em arte marcial, se tratam de ....
Canário Negro e Hárpia:

Um olhar mais apurado e pode-se se notar que quase são a mesma pessoa . Nem disfarça , as editoras conseguem nessa hora . Canário atua ao lado das Aves de Rapina e dá plantão na Liga da Justiça .
Harpia também atua em um agência que combate o terrorismo e comparece em uma das equipes dos Vingadores.
O que dizer de Darkseid e Thanos ? A similaridade é bem estreita entre eles. Ditadores megalomaniacos capazes de destruir o universo em prol de seus própios interreses, busca obter isso através de duas armas milenares: as Jóias Espirituais , no caso de Thanos e aEquação Antivida no caso do vilão da Marvel.
Pegue qualquer história onde eles aparecem e troque os papeis. Vai ver que não fará muito diferença ...
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Capa do crossover entre Turma da Mônica Jovem, Safiri, Astro Boy e Kimba é divulgada!
No Twitter, Mauricio de Sousa traz a capa daquele que é o gibi com o efetivo encontro entre suas criações e os personagens de Osamu Tezuka.
Por Judão - 17.02.12

Por Judão - 17.02.12
Quem comprou – ou leu a nossa resenha – sabe que em Turma da Mônica Jovem #42 tivemos uma prévia do tão esperado encontro entre a Turma da Mônica Jovem e as criações do mestre do mangá Osamu Tezuka, incluindo a Princesa Safiri, Astro Boy e Kimba. Porém, o crossover de fato acontecerá agora em fevereiro, e há poucos minutos tio Mauricio divulgou a capa de Turma da Mônica Jovem #43, no qual tudo isto vai rolar.
A revista chega às bancas de todo o Brasil no fim do mês. Olha só a capa:

No Twitter, Mauricio comentou também que “lá do alto, meu amigo Tezuka deve estar tão feliz quanto eu”.
Nós também estamos, Mauricio. E que venham os outros crossovers, como vocês já estão sonhando.
Monstros invadem praia de Santos em nova HQ!
Por Judão


Santos, cidade no litoral de São Paulo e minha terra natal, está um caos. Falta comida, água e a população local está em pânico. Tudo por conta de um bando de monstros forasteiros que invadiu a cidade. Não, não estou falando do Verão, mas sim de uma nova HQ de Gustavo Duarte, que será publicada pela Companhia das Letras ainda este ano. A informação é do Blog dos Quadrinhos.
Na HQ, três monstros gigantes chegam na Orla de São Paulo – este é o mote do roteiro aprovado no último dia 15 de janeiro por André Conti, editor do selo Quadrinhos na Cia. A intenção é fazer uma invasão de monstros made in Brazil, mas com um pezinho fincado na influência japonesa. Afinal, quantas vezes Tóquio já foi invadida e até conquistada por algum monstro gigante! No caso, uma das grandes inspirações do autor é o tokusatsu (série de TV live action de ficção científica) Spectreman.
Ao Blog dos Quadrinhos, Duarte falou um pouco sobre o álbum. Ele confirmou que será o seu mais logo trabalho, com 70 a 80 páginas, e em preto-e-branco – ou, no máximo, com duas cores. Ainda não há nem “nome de trabalho” para a HQ. A única coisa certa é que Gustavo Duarte irá manter o mesmo estilo de suas histórias independentes, com uma narrativa muda, sem balões ou legendas.
A ação principal irá acontecer na praia do Gonzaga, um dos pontos mais movimentados de Santos. Inclusive, Gustavo Duarte gastou um bom tempo fotografando o local, para servir de base para a arte.
Gustavo Duarte é um dos nomes que vem despontando nas histórias em quadrinhos nos últimos anos, garantindo inclusive o prêmio HQMix em 2010 e 2011 e, agora no começo de 2012, o Angelo Agostini. Entre seus trabalhos mais notáveis estão Có!, Táxi e Birds.
MOSTRA NACIONAL DE HUMOR E HQ - ARQUIVOS INCRIVEIS DO JOÃO ANTONIO

Por AQC
A Prefeitura de Santo André (Secretaria de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo e da Casa do Olhar Luiz Sacilotto) inaugura hoje a Mostra Nacional de Humor e Quadrinhos. O evento tem a exposição de 60 artistas de relevância importância no cenário nacional.
A mostra tem como intuito difundir a arte das histórias em quadrinhos, mangás, charges, caricaturas, cartuns e tiras.
Abertura: 16 de fevereiro de 2012
Período de exposição: 17 de fevereiro a 24 de março de 2012 (exceto durante o carnaval)
Mais informações:
casa.olhar@yahoo.com.br
casadoolhar@santoandre.sp.gov.br
Durante o período de exposição acontecerão palestras e mesa-redonda sobre os temas da exposição.
O evento tem a exposição de 60 artistas de relevância importância no cenário nacional, como Mario Mastrotti, Gilmar, Fernandes, Moacir Torres e Bira Dantas (pagina abaixo).
As pranchas foram impressas com o apoio da ANIMABC.
ANIMABC
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