quinta-feira, 20 de abril de 2017

É O QUE?? Emma Frost volta a ser vilã??!!

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Depois de anos como X-MenEmma Frost vai voltar as origens. A Marvel dilvulgou detalhes de X-Men: Blue, na edição 8 a Rainha Branca vai voltar “mais malvada do que nunca”, edição que faz parte da saga Secret Empire.
X-Men: Blue tem roteiro de Cullen Bunn e desenhos de Jorge Molina.
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Via YAUHAU

É O QUE?? Um novo Thor empunhará o Mjolnir do Universo Ultimate??!!

Resultado de imagem para Thor | Um novo Thor empunhará o Mjolnir do Universo Ultimate
No final de The Unworthy Thor vemos que um novo Thor empunhará o Mjolnir do Universo Ultimate. E ele se juntará a Jane Foster e Thor Odison no arco “The Asgard/Shi’ar War
O Roterista Jason Aaron falou ao CBR, sobre esse novo Thor.

É O QUE??? CAPITÃO AMÉRICA SEMPRE FOI MALIGNO??!!!

CAPITÃO AMERICA: NOVA ORIGEM REVELA QUE O PERSONAGEM SEMPRE FOI MALIGNO


A nova historia modifica a ideia de que o passado do personagem foi recriado pelo cubo cósmico, o que foi considerado ofensivo por parentes de Jack Kirby.

Desde que o Capitão América se revelou como um membro da Hidra, os fãs se revoltaram criticando a Marvel. A editora explicou que o Caveira Vermelha colocou as mãos no Cubo Cósmico em uma forma humana, fazendo com que Steve Rogers se alistar para a Hidra no início dos anos 20.
Steve cresceu como um soldado devotado e manipulador, que, inclusive, matou o Caveira Vermelha há algumas semanas. Acontece que em Império Secreto #0, nós descobrimos o que realmente aconteceu.
Resultado de imagem para captain america secret empireA história começa em 1945, com Steve Rogers sozinho em templo ocupado por membros da Hidra, tendo se infiltrado nas forças armadas americanas, lutando nas linhas de frente como um herói. Neste ponto, descobrimos que quem ganhou a Segunda Guerra Mundial foi o Eixo e não os Aliados. É, a Alemanha Nazista e a Hidra foram vitoriosas.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Esquadrão Amazônia

Esquadrão Amazônia é uma publicação independente, feita pelo roteirista Alan Yango e pelo desenhista Joe Bennet, um projeto ousado para lançar uma hq de heróis, feita e ambientada aqui em Belém, conta a história de uma nave alienígena que chega à Terra e acaba pairando sobre a “Cidade das Mangueiras”.

Do Início

terça-feira, 18 de abril de 2017

Inclusão e Acessibilidade são tema de HQ lançada pela FG


Projeto faz parte do Núcleo de Acessibilidade da Faculdade dos Guararapes

Por Daniela Sousa -  A MEDIUM CORPORATION
Inclusão e acessibilidade têm sido temas bastante recorrentes nas discussões atuais sobre como tornar o contexto social integrador de todas as camadas populacionais, na tentativa de firmar a ideia de que, apesar das diferenças, somos cidadãos iguais.
Pensando que a discussão sobre tal tema deve ser rotina, principalmente em uma instituição de Ensino Superior, o Núcleo de Acessibilidade da Faculdade dos Guararapes (NAG/Nape), juntamente com professores e alunos, desenvolveu o projeto Incluindo FG, uma revista em história em quadrinhos que ilustra as inúmeras realidades vividas por pessoas com limitações físicas. O projeto aborda situações como a construção de estereótipos para deficientes e também o apoio encontrado em amigos e representantes da instituição.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Pesquisador de Histórias em Quadrinhos e Professor, Thiago Modenesi fala sobre a importância da CCXPTour NE



Na manhã da sexta-feira (14/04) conseguimos entrevistar o Professor e Pesquisador de HQ’s Thiago Modenesi que falou sobre a importância de um evento como a CCXPTour em Recife, o professor que também já publicou três volumes do livro Quadrinhos & Educação e  ainda o Educação para a Abolição, falou com exclusividade para o Design Culture.

Além das publicações já citadas o Pesquisador tem ainda coordenado o GIP-HQ (Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Histórias em Quadrinhos, Charges e Cartuns da Faculdade dos Guararapes) e participa da organização de outras publicações como a HQ Incluindo FG Quadrinhos e Educação em cinco pontos de vista.
Elvis Aleluia e Thiago Modenesi - HQ Incluindo FGElvis Aleluia e Thiago Modenesi – HQ Incluindo FG

Nordeste um celeiro de artistas da cultura pop – Os astros da Artists Alley


Por  - Design Culture
Durante quatro dias inteiros o Centro de Convenções do Recife se tornou o lugar com mais quadrinhistas por metro quadrado do Nordeste, os astros da Artists Alley, carinhoso nome dado a vila dos artistas pela CCXPTour, as exposições das obras são de artistas regionais, nacionais e internacionais, mas quando se fala de quadrinhos nordestinos a Artists Alley se tornou celeiro de artistas da cultura pop.


Nomes como Carlos Alberto e Marcos Garcia puderam exibir suas obras para milhares de pessoas durante quatro dias, o HQ Lampião na Terra dos Santos Valentes é
“Mais que uma versão de um fato histórico, Lampião na terra dos santos valentes, adiciona espinhos sangrentos e flores fúnebres ao célebre evento do ataque ao município de Mossoró. Uma aventura, um faroeste, uma obra de arte visceral.” Como disse a Professora e Escritora,  Léa Barbados. 

terça-feira, 4 de abril de 2017

10 Livros Para Aprender a Escrever Roteiros de Quadrinhos

Preparamos uma lista enfocando algumas partes da manufatura de criação de uma história em quadrinhos. Claro, é apenas uma base para se entender os fundamentos da criação de roteiros, mas só isso não basta, é preciso frequentar oficinas, praticar, mostrar seu roteiro para a mamãe, a vizinha, o papagaio e o mendigo da esquina.

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UMA VISÂO GERAL – Desenhando Quadrinhos, de Scott McCloud
Apesar dessa tradução tosca do título Making Comics (Fazendo Quadrinhos), a edição dá uma visão geral e também um pouco teórica da arte de fazer quadrinhos. Uma das partes mais interessantes que esse livro trata e que McCloud não tratou em seus livros anteriores é a construção de mundo e de personagens e como isso é diferente nos quadrinhos do que na prosa ou em outras mídias. Ah, e já falei que esse livro é todo feito no formato de quadrinhos? Não? Pois é!

8 LIVROS FUNDAMENTAIS PARA QUEM QUER ESCREVER QUADRINHOS


Minha ausência é justificável. Além do Garatujas Aleatórias, estou me dedicando a um projeto autoral e inédito para mim: escrever um roteiro para quadrinhos. Uma coisa é usar a língua para transmitir a mensagem; outra é unir texto e imagens para esse mesmo fim. Por isso reuni algumas indicações de livros para beber da melhor fonte. Não li todos ainda, mas qualquer um que queira se meter a roteirista de HQs precisa ler pelo menos dois ou três livros dessa lista abaixo.

Desvendando os quadrinhos, Scott McCloud
[Livraria Cultura | Amazon | Saraiva | Livraria da Folha]

Scott McCloud é um dos principais defensores, atualmente, da ideia de que os quadrinhos são uma forma literária. Claro que isso não é novidade, Watchmen, publicado na década de 80, é um exemplo clássico da sofisticação literária da banda desenhada. Em 1993, McCloud destruiu de vez qualquer estigma de 'entretenimento barato' que os quadrinhos ainda poderiam carregar. Desvendando os quadrinhos é o primeiro título de uma trilogia que pode ser considerada um bastião dessa arte. O livro analisa a forma artística e a funcionalidade do formato, define elementos básicos e revela a maneira como a mente processa a linguagem. Além disso, aspectos menos gerais, como a influência do tempo nas histórias, as interações entre quadros e palavras e narrativas também fazem parte do escopo do livro. Como bônus, McCloud faz uma análise do processo criativo.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

“Haole”, quadrinho com sotaque e representatividade (Pagu Comics)

DELIRIUM NERD· 26 de agosto de 2016
Logo na introdução desse segundo título do selo Pagu Comics, Ana Recalde se diz surpresa de descobrir a quantidade imensa de mulheres talentosas que encontrou em sua busca por autoras para o selo. Esse comentário é um tanto quanto peculiar, se você parar pra pensar que “Haole” é o resultado do trabalho de um time e tanto de mulheres.
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Diferente de “As Empoderadas”, que tem roteiro e arte de Germana Viana, “Haole” tem o roteiro de Milena Azevedo, arte de Sueli Mendes e Chairim Arraes, cores de Weyne Ribeiro e arte final de Blenda Furtado. Sem contar com a capa de Brendda Lima. Que time, meus amigos e amigas, que time!
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“Haole”, que se lê ráuli, é a palavra que define o surfista que não é nativo da praia onde está surfando. Ao longo do quadrinho ainda existem outras expressão do surfe e também do Nordeste, já que a história se passa em Natal, no Rio Grande do Norte. Nada que o glossário da introdução não traduza. Sem pânico! No final, você ainda vai sair falando gíria arretada.

Sinopse

quinta-feira, 30 de março de 2017

Xilogravura e mangá

Uma conversa entre as duas artes.
Muitos pesquisadores de mangá marcam a arte emakimono (rolo de pintura) e as xilogravuras japonesas como sendo início da arte do mangá.
Comentaremos especificamente sobre a xilogravura japonesa e sua relação com o mangá. Porém, antes de tudo, é necessário explicar brevemente o que é xilogravura japonesa.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Heroínas da Marvel que migraram de Séries Próprias para a Obscuridade




É amigos e amigas, nunca se viu tanta proliferação de heroínas na Marvel e na DC Comics como nos dias de hoje. Será que as editoras finalmente aprenderam a escrever quadrinhos com/para garotas ou simplesmente viram que ignorar esse filão era um tiro no pé? Bom, não precisamos desvendar esse fenômeno por ora, mas sim vamos comentar de muitas heroínas que vieram antes e caíram no ostracismo. Vamos torcer para que as heroínas que estão pipocando agora não sejam apenas fogo de palha e durem muitos e muitos anos em suas próprias publicações.
Gosta de Amora? vou contar pro teu pai que tu Namora!
Gosta de Amora? Vou contar pro teu pai que tu Namora!

terça-feira, 28 de março de 2017

Paródia mostra a reação dos Vingadores ao trailer de Liga da Justiça

Novo trailer de LJA, detona!

Quem Foi A Primeira Super-Heroína Criada Por Uma Mulher?

A primeira super-heroína criada por uma mulher surgiu nos anos 70? Nos anos 90? Se você respondeu qualquer década recente, você está redondamente enganado! Essa personagem surgiu logo nos anos 40, durante o boom dos super-heróis durante a Segunda Guerra Mundial. Agora você vai conhecer a personagem e a autora!
MISSnazi
O Quadrinho da Bell Publishing, que durou oito edições.
Miss Fury, anteriormente criada como Black Fury, foi uma heroína que se vestia de gato – muito antes de Selina Kyle adotar seu visual felino de colante que celebrizou-se com Michelle Pfeiffer. Ela foi criada por June Tarpé Mills nas páginas dominicais em 6 de abril de 1941. Entretanto, June Mills adicionou o nome Tarpé e era creditada como Tarpé Mills porque acreditava que assim seria tida como um homem criador de quadrinhos. Naquela época, muitos desses criadores haviam ido servir na guerra, como foi o caso de Will Eisner, Jack Kirby e Stan Lee, coube às mulheres os trabalhos nas fábricas. Não poderia ser diferente na indústria dos quadrinhos.
TARPÉ MILLS: A AUTORA

A Manipulação do Leitor Através do Autor de Quadrinhos


MANIclark

Toda linguagem pressupõe um ato de troca, todo ato de troca pressupõe uma relação de poder. Toda comunicação pressupõe uma dominação, ou seja, uma dominação. De certa forma, o autor de quadrinhos conduz o leitor em um fio da narrativa que o leva até onde o autor deseja. Aqui vamos  ver melhor como se dá esse processo.
A história em quadrinhos só é uma comunicação eficiente porque os autores usam a narrativa como uma transferência como mediação entre o mundo e o leitor. Essa mediação é efetuada pela memória, seja através do inconsciente coletivo, da bagagem cultural ou dos comportamentos e associações que o leitor pode depreender. O autor de quadrinhos reconfigura o mundo para o leitor, de uma forma a dar ordem a ele, fazendo uma “superdeterminação”, dentro de um mecanismo de transferência e projeção.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Exposição pretende criar conexões entre arte e as teorias do sociólogo Zygmunt Bauman.


Abre no dia 30 de março, às 19hs, na Galeria Conviv´Art – NAC/UFRN, a exposição coletiva Metamorfose Urbana em Tempos Líquidos. A exposição é uma homenagem das artistas Cibele Oliveira e Françoise Valéry as contribuições de Zygmunt Bauman sobre o mundo na contemporaneidade.
Zygmunt Bauman faleceu em 2017 e trouxe ao campo das discussões contemporâneas a perspectiva líquida (em constante modificação, devir) as deformações da sociedade em oposição ao perspectiva sólida (fixa, que não se modifica, engessada), partindo desse pressuposto analisa uma série de questões que estão divididas em cerca de trinta livros em português e que participam do imaginário de cada artista. A exposição, com curadoria de Artur Souza, pretende estabelecer conexões entre as teorias liquefeitas de Bauman com a produção imagética das artistas, tentando articular e trançar as produções.
Obra de Cibele Oliveira
Cibele Oliveira apresenta uma série de impressões sobre poliestireno a partir de sua arte digital, que tem início ora da apropriação e modificação de imagens da internet, ora de suas fotografias, ora das sugestões e soluções que softwares de edição de imagem propõe. Seus trabalhos decorrem de fragmentação, filtros, colagens, superposições dessas imagens iniciais. Suas imagens finais tencionam problemáticas urbanas e dos indivíduos ao propor distensões entre o mundo virtual e o real, a construção identitária a partir das selfies, aproximações e distâncias entre indivíduos, dentre outras.
Obra de Françoise Valéry
Françoise Valéry apresenta suas pesquisas relacionadas a produção em aquarela e ao campo da artesania. Seus trabalhos mesclam referências da factura líquida da aquarela aos meios de produção de papéis marmorizados, técnica muito utilizada para a feitura de contra guardas de livros, mas que toma novo sentido no fazer da artista. A artista fragmenta essas imagens líquidas, de fluxos, e estabelece novas configurações. Ora parte de planos brancos e instala seus fluxos fragmentados; ora parte de um fluxo gerando um contra-fluxo. As imagens são somas desses fluxos que ocorrem em seus trabalhos entre aproximação e distanciamento das obras. O que importa nesse movimento, para Françoise, é estabelecer oposições, contrariedades entre o sólido e o fluido; entre a ordem e a desordem; entre o mecânico e o orgânico.
Ambas criam imagens sobre o embate de um mundo líquido em um momento de rigidez política, de recrudescimento das diferenças entre o que é sólido e o que é líquido em nossa sociedade.


Serviço: Exposição coletiva M E T A M O R F O S E U R B A N A E M T E M P O S L Í Q U I D O S de Cibele Oliveira e Françoise Valéry com curadoria de Artur Souza

ABERTURA 30 de março de 2017, às 19h Visitação 31 de março a 20 de abril de 2017 (segunda a sexta-feira, 9h as 17h) Galeria Conviv´Art Núcleo de Arte e Cultura – NAC Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN Endereço: Centro de Convivência Djalma Marinho Av. Senador Salgado Filho, 3000, Lagoa Nova Natal-RN

quarta-feira, 22 de março de 2017

Livro Histórias em Quadrinhos na Educação procura colaboradores no Catarse

O Livro Histórias em Quadrinhos na Educação faz parte de uma iniciativa que busca aproximar a nona arte das salas de aula e demais práticas educativas, contribuindo para o desenvolvimento de uma educação mais dinâmica e interessante.
A obra é também o registro de diversas pesquisas e iniciativas que já existem na área da educação com o uso dos quadrinhos e terá o selo da Editora Quadro a Quadro, que publicou títulos como La Dansarina e Máquina Zero. O lançamento será nos dias 13 a 16 de abril, durante a CCXP – Comic Con Experience Tour, que acontecerá em Recife. Nos quatro dias, o autor, Fábio Paiva estará presente. Quem não for ao evento, receberá o livro em casa.

Feirão das HQs comemora seu primeiro aniversário em Porto Alegre

Nos dias 25 e 26 de março, o Feirão das HQs comemorará seu primeiro aniversário com dez artistas expondo e divulgando seus trabalhos. Já passaram pelo evento 38 autores nacionais e regionais que fizeram lançamentos de HQs e divulgaram seus trabalhos.
No sábado, 25 de março, estarão presentes os artistas Lucas SB, Ana Carolina Gonçalves (Piccolo Penguino), Edu Zuchi, Márcio Rampi, com a HQ Lester, e Fábio Mesmo e Paulo Daniel Santos, com a HQ Maye.

Dependência Emocional

Na noite de ontem (21 de março), a autora Lorena kaz, lançou o livro Morrer de Amor e Continuar Vivendono qual a autora usa a própria experiência para ajudar mulheres a superarem a dependência emocional.

Morrer de Amor e Continuar Vivendo, traz 64 histórias em quadrinhos da ilustradora Lorena Kaz, sendo que 28 das ilustrações estarão na mostra que vai até o dia 28 de março.

O livro nasceu do projeto criado por Lorena há quatro anos – uma série de quadrinhos sobre dependência emocional, cotidiano e pressões sociais – retratadas a partir de sua própria experiência. O projeto cresceu e deu origem a uma página no Facebook, que hoje conta com cerca de 166 mil seguidores.

História em quadrinhos, literatura e exposição celebram a revolução pernambucana


bicentenário da revolução pernambucana é o tema de uma exposição que vai durar todo o ano no Museu da Cidade do Recife (MCR), localizado no Forte das Cinco Pontas – local que faz parte da própria história da insurreição. A abertura ocorreu no dia (12), no dia do aniversário de 480 anos da capital do estado.

A exposição, feita em parceria com o Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP), é dividida em cinco eixos. A ideia, segundo a arquiteta e diretora do Museu Betânia Corrêa de Araújo, é transmitir as ideias que nortearam a revolução. “A gente quer olhar a exposição a partir dos ideais republicanos, da liberdade, da democracia, que estão presentes ainda hoje. E olha também para a memória da própria cidade, da nossa bandeira e a valorização dessa memória”.

sexta-feira, 3 de março de 2017

DIVINITY da Valiant, pela Jambô!

Encadernado com histórias do super-herói "Divinity" será o primeiro lançamento da norte-americana Valiant pela Jambô Editora. Segundo Rogerio Saladino, editor da obra, publicação será ainda neste semestre. O conteúdo sairá também pela Social Comics para leitura digital. "Podemos lançar material que não saiu pela Social Comics e vice-versa", diz Saladino. "Mas também temos planos futuros de fazer encadernados de títulos que já saíram. A ideia é tentar trazer bons títulos nas duas plataformas, para apresentar o universo da Valiant para leitores diversos."

Via 

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

As aventuras do poderoso Xangô: HQ transforma Orixás em super-heróis

Divulgação
A criação: Página de "Contos de Òrun Àiyè", com lançamento previsto para junhoImagem: Divulgação


Por Tiago Dias - UOL
Se a Marvel se inspirasse na mitologia yorubá para criar suas histórias, o guerreiro Xangô teria uma força tão impressionante quanto Thor, defenderia a justiça tanto quanto Capitão América, e contaria com a ajuda de Oxum, Ogum e Oxossi para conquistar o trono do império africano de Oyó.
Mas não é mais necessário uma gigante do ramo para fazer explodir um novo universo nos quadrinhos. A HQ “Contos de Òrun Àiyé”, que deve ser lançada em agosto, dará aos Orixás cores e contornos de super-heróis.
“Eles têm poderes e distinções muito claras de personalidade, como os super-heróis têm. Xangô e Iansã são vermelhos. Ogun é azul e verde. Oxum é dourada”, conta o criador da história, Hugo Canuto. “Tem um código ali que dialoga muito com a figura do super-herói.”
Divulgação
Os Vingadores da mitologia de matriz africana: Hugo Canuto bebe na fonte dos Orixás para nova HQImagem: Divulgação

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Herói da RecordTV, Capitão 7 ganha nova versão nos quadrinhos

Herói da RecordTV, Capitão 7 ganha nova versão nos quadrinhos; confira
Criado em 1954 por Rubem Biáfora, o Capitão 7 está de volta, agora nos quadrinhos. O herói foi um  grande sucesso da RecordTV no anos 50 e 60 e foi produzido por 12 anos.

Foram aproximadamente 500 episódios exibidos, o que dá 380 a mais que o Batman da década de 60 - um sucesso da TV até hoje lembrado, mas que teve 120 episódios e durou três anos.

Com exclusividade, a coluna do natelinha teve acesso à versão repaginada de personagens clássicos nacionais que estarão na revista "Alfa - A Primeira Ordem", entre eles o Capitão 7.
Confira:

EXPOSIÇÃO TRAZ 20 AQUARELAS DE LEANDER MOURA INTERLIGADAS COMO UMA HQ

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Exposição E.L.A, do ilustrador e quadrinista Leander Moura, na Galeria de Artes do IFRN Cidade Alta, com entrada gratuita desde 07/03.

Vernissage de Leander Moura traz 20 pinturas interligadas como uma narrativa, na qual o espectador terá de seguir uma sequência, como se estivesse lendo uma HQ.
Além disso, também está presente o sketchbook, bem como alguns estudos iniciais.
No decorrer dos 40 dias da exibição ainda terão atividades, como oficinas e palestras, no complemento do projeto que visa conectar o público com o processo criativo.
A exposição reflete a ideia de individualidade através de rostos em constante desconstrução. As figuras representam a possibilidade de transformação e liberdade onírica.
A técnica da aquarela, com uma paleta de cores bem reduzida, foi utilizada para criar uma atmosfera específica e provocar uma imersão do observador no ambiente circundante.

Figuras sinuosas e esguias

Leander diz que: “A história segue a busca de uma menina que parece querer encontrar seu próprio caminho. Nesse sentido, as figuras sinuosas e esguias ‘desfazem-se’ em fundos escuros e introspectivos com o objetivo de demonstrar a ideia de liberdade. Este projeto tem como proposta apresentar uma narrativa visual através de pinturas em aquarela, as quais denotam uma sequência de ‘fragmentação do eu interior”.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Leitura de HQs e livros tem o poder de salvar vidas

Professor e jornalista macaibense especialista em charges e HQs analisa expectativas destes segmentos para o ano de 2017
Por: Rômulo Estânrley
Foto: Arquivo pessoal
Este ano de 2017 se desenha como um período propício para planejarmos melhor nossas ações! Como morador da cidade de Macaíba, um fato vem me preocupando há algum tempo, pois vem se repetindo todos os anos: o extermínio de jovens, geralmente envolvidos com o mundo das drogas.

Como educador e cidadão, espero contribuir a diminuir o número de homicídios entre os nossos jovens por intermédio do estímulo à leitura! Para isso, tive a iniciativa de inaugurar um espaço de leitura chamado HQZ, com características de sebo cultural! A ideia é atrair a garotada para o mundo da leitura e, assim, despertar a sensibilidade, imaginação e força criativa latentes, usando a cultura pop como ponte!

Quadrinista potiguar adere a financiamento coletivo para lançar coletânea de HQs

Quadrinista, ilustrador e artista plástico Gilvan Lira está em busca de apoio para lançar a coletânea Miragem. O projeto foi lançado no Catarse, um site desenvolvido para viabilizar financiamentos coletivos de projetos, e aguarda contribuições.

18/02/2017
Foto: Divulgação
Quem gosta de histórias em quadrinhos (HQs) não pode ficar fora dessa: o quadrinista, ilustrador e artista plástico Gilvan Lira está em busca de apoio para lançar a coletânea Miragem. O projeto foi lançado no Catarse, um site desenvolvido para viabilizar financiamentos coletivos de projetos, e aguarda as contribuições dos interessados nas HQs.
Miragem é uma coletânea de HQs curtas que mistura ficção científica e fantasia com pitadas de humor.“Há tempos venho desenvolvendo roteiros de HQs, esboçando e engavetando, esperando o momento certo para publicá-las. Acho que essa é a hora e eu gostaria muito de compartilhar esse material e é por isso que decidi apresentar esse projeto pelo Catarse e pedir apoio”, explica Gilvan Lira.
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