quinta-feira, 30 de março de 2017

Xilogravura e mangá

Uma conversa entre as duas artes.
Muitos pesquisadores de mangá marcam a arte emakimono (rolo de pintura) e as xilogravuras japonesas como sendo início da arte do mangá.
Comentaremos especificamente sobre a xilogravura japonesa e sua relação com o mangá. Porém, antes de tudo, é necessário explicar brevemente o que é xilogravura japonesa.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Heroínas da Marvel que migraram de Séries Próprias para a Obscuridade




É amigos e amigas, nunca se viu tanta proliferação de heroínas na Marvel e na DC Comics como nos dias de hoje. Será que as editoras finalmente aprenderam a escrever quadrinhos com/para garotas ou simplesmente viram que ignorar esse filão era um tiro no pé? Bom, não precisamos desvendar esse fenômeno por ora, mas sim vamos comentar de muitas heroínas que vieram antes e caíram no ostracismo. Vamos torcer para que as heroínas que estão pipocando agora não sejam apenas fogo de palha e durem muitos e muitos anos em suas próprias publicações.
Gosta de Amora? vou contar pro teu pai que tu Namora!
Gosta de Amora? Vou contar pro teu pai que tu Namora!

terça-feira, 28 de março de 2017

Paródia mostra a reação dos Vingadores ao trailer de Liga da Justiça

Novo trailer de LJA, detona!

Quem Foi A Primeira Super-Heroína Criada Por Uma Mulher?

A primeira super-heroína criada por uma mulher surgiu nos anos 70? Nos anos 90? Se você respondeu qualquer década recente, você está redondamente enganado! Essa personagem surgiu logo nos anos 40, durante o boom dos super-heróis durante a Segunda Guerra Mundial. Agora você vai conhecer a personagem e a autora!
MISSnazi
O Quadrinho da Bell Publishing, que durou oito edições.
Miss Fury, anteriormente criada como Black Fury, foi uma heroína que se vestia de gato – muito antes de Selina Kyle adotar seu visual felino de colante que celebrizou-se com Michelle Pfeiffer. Ela foi criada por June Tarpé Mills nas páginas dominicais em 6 de abril de 1941. Entretanto, June Mills adicionou o nome Tarpé e era creditada como Tarpé Mills porque acreditava que assim seria tida como um homem criador de quadrinhos. Naquela época, muitos desses criadores haviam ido servir na guerra, como foi o caso de Will Eisner, Jack Kirby e Stan Lee, coube às mulheres os trabalhos nas fábricas. Não poderia ser diferente na indústria dos quadrinhos.
TARPÉ MILLS: A AUTORA

A Manipulação do Leitor Através do Autor de Quadrinhos


MANIclark

Toda linguagem pressupõe um ato de troca, todo ato de troca pressupõe uma relação de poder. Toda comunicação pressupõe uma dominação, ou seja, uma dominação. De certa forma, o autor de quadrinhos conduz o leitor em um fio da narrativa que o leva até onde o autor deseja. Aqui vamos  ver melhor como se dá esse processo.
A história em quadrinhos só é uma comunicação eficiente porque os autores usam a narrativa como uma transferência como mediação entre o mundo e o leitor. Essa mediação é efetuada pela memória, seja através do inconsciente coletivo, da bagagem cultural ou dos comportamentos e associações que o leitor pode depreender. O autor de quadrinhos reconfigura o mundo para o leitor, de uma forma a dar ordem a ele, fazendo uma “superdeterminação”, dentro de um mecanismo de transferência e projeção.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Exposição pretende criar conexões entre arte e as teorias do sociólogo Zygmunt Bauman.


Abre no dia 30 de março, às 19hs, na Galeria Conviv´Art – NAC/UFRN, a exposição coletiva Metamorfose Urbana em Tempos Líquidos. A exposição é uma homenagem das artistas Cibele Oliveira e Françoise Valéry as contribuições de Zygmunt Bauman sobre o mundo na contemporaneidade.
Zygmunt Bauman faleceu em 2017 e trouxe ao campo das discussões contemporâneas a perspectiva líquida (em constante modificação, devir) as deformações da sociedade em oposição ao perspectiva sólida (fixa, que não se modifica, engessada), partindo desse pressuposto analisa uma série de questões que estão divididas em cerca de trinta livros em português e que participam do imaginário de cada artista. A exposição, com curadoria de Artur Souza, pretende estabelecer conexões entre as teorias liquefeitas de Bauman com a produção imagética das artistas, tentando articular e trançar as produções.
Obra de Cibele Oliveira
Cibele Oliveira apresenta uma série de impressões sobre poliestireno a partir de sua arte digital, que tem início ora da apropriação e modificação de imagens da internet, ora de suas fotografias, ora das sugestões e soluções que softwares de edição de imagem propõe. Seus trabalhos decorrem de fragmentação, filtros, colagens, superposições dessas imagens iniciais. Suas imagens finais tencionam problemáticas urbanas e dos indivíduos ao propor distensões entre o mundo virtual e o real, a construção identitária a partir das selfies, aproximações e distâncias entre indivíduos, dentre outras.
Obra de Françoise Valéry
Françoise Valéry apresenta suas pesquisas relacionadas a produção em aquarela e ao campo da artesania. Seus trabalhos mesclam referências da factura líquida da aquarela aos meios de produção de papéis marmorizados, técnica muito utilizada para a feitura de contra guardas de livros, mas que toma novo sentido no fazer da artista. A artista fragmenta essas imagens líquidas, de fluxos, e estabelece novas configurações. Ora parte de planos brancos e instala seus fluxos fragmentados; ora parte de um fluxo gerando um contra-fluxo. As imagens são somas desses fluxos que ocorrem em seus trabalhos entre aproximação e distanciamento das obras. O que importa nesse movimento, para Françoise, é estabelecer oposições, contrariedades entre o sólido e o fluido; entre a ordem e a desordem; entre o mecânico e o orgânico.
Ambas criam imagens sobre o embate de um mundo líquido em um momento de rigidez política, de recrudescimento das diferenças entre o que é sólido e o que é líquido em nossa sociedade.


Serviço: Exposição coletiva M E T A M O R F O S E U R B A N A E M T E M P O S L Í Q U I D O S de Cibele Oliveira e Françoise Valéry com curadoria de Artur Souza

ABERTURA 30 de março de 2017, às 19h Visitação 31 de março a 20 de abril de 2017 (segunda a sexta-feira, 9h as 17h) Galeria Conviv´Art Núcleo de Arte e Cultura – NAC Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN Endereço: Centro de Convivência Djalma Marinho Av. Senador Salgado Filho, 3000, Lagoa Nova Natal-RN

quarta-feira, 22 de março de 2017

Livro Histórias em Quadrinhos na Educação procura colaboradores no Catarse

O Livro Histórias em Quadrinhos na Educação faz parte de uma iniciativa que busca aproximar a nona arte das salas de aula e demais práticas educativas, contribuindo para o desenvolvimento de uma educação mais dinâmica e interessante.
A obra é também o registro de diversas pesquisas e iniciativas que já existem na área da educação com o uso dos quadrinhos e terá o selo da Editora Quadro a Quadro, que publicou títulos como La Dansarina e Máquina Zero. O lançamento será nos dias 13 a 16 de abril, durante a CCXP – Comic Con Experience Tour, que acontecerá em Recife. Nos quatro dias, o autor, Fábio Paiva estará presente. Quem não for ao evento, receberá o livro em casa.

Feirão das HQs comemora seu primeiro aniversário em Porto Alegre

Nos dias 25 e 26 de março, o Feirão das HQs comemorará seu primeiro aniversário com dez artistas expondo e divulgando seus trabalhos. Já passaram pelo evento 38 autores nacionais e regionais que fizeram lançamentos de HQs e divulgaram seus trabalhos.
No sábado, 25 de março, estarão presentes os artistas Lucas SB, Ana Carolina Gonçalves (Piccolo Penguino), Edu Zuchi, Márcio Rampi, com a HQ Lester, e Fábio Mesmo e Paulo Daniel Santos, com a HQ Maye.

Dependência Emocional

Na noite de ontem (21 de março), a autora Lorena kaz, lançou o livro Morrer de Amor e Continuar Vivendono qual a autora usa a própria experiência para ajudar mulheres a superarem a dependência emocional.

Morrer de Amor e Continuar Vivendo, traz 64 histórias em quadrinhos da ilustradora Lorena Kaz, sendo que 28 das ilustrações estarão na mostra que vai até o dia 28 de março.

O livro nasceu do projeto criado por Lorena há quatro anos – uma série de quadrinhos sobre dependência emocional, cotidiano e pressões sociais – retratadas a partir de sua própria experiência. O projeto cresceu e deu origem a uma página no Facebook, que hoje conta com cerca de 166 mil seguidores.

História em quadrinhos, literatura e exposição celebram a revolução pernambucana


bicentenário da revolução pernambucana é o tema de uma exposição que vai durar todo o ano no Museu da Cidade do Recife (MCR), localizado no Forte das Cinco Pontas – local que faz parte da própria história da insurreição. A abertura ocorreu no dia (12), no dia do aniversário de 480 anos da capital do estado.

A exposição, feita em parceria com o Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP), é dividida em cinco eixos. A ideia, segundo a arquiteta e diretora do Museu Betânia Corrêa de Araújo, é transmitir as ideias que nortearam a revolução. “A gente quer olhar a exposição a partir dos ideais republicanos, da liberdade, da democracia, que estão presentes ainda hoje. E olha também para a memória da própria cidade, da nossa bandeira e a valorização dessa memória”.

sexta-feira, 3 de março de 2017

DIVINITY da Valiant, pela Jambô!

Encadernado com histórias do super-herói "Divinity" será o primeiro lançamento da norte-americana Valiant pela Jambô Editora. Segundo Rogerio Saladino, editor da obra, publicação será ainda neste semestre. O conteúdo sairá também pela Social Comics para leitura digital. "Podemos lançar material que não saiu pela Social Comics e vice-versa", diz Saladino. "Mas também temos planos futuros de fazer encadernados de títulos que já saíram. A ideia é tentar trazer bons títulos nas duas plataformas, para apresentar o universo da Valiant para leitores diversos."

Via 
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