quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

COMO FOI: O Encontrinho na COMIC HOUSE

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O evento foi um dos primeiros a reunir, em lançamento coletivo no Brasil, três mulheres que batalham como roteiristas, desenhistas e ilustradoras: Milena Azevedo (essa que lhe escreve), AnaLu Medeiros e Juliana Fiorese.
Dividindo as atrações culturais da cidade, com direito até a apresentação da Orquestra Sinfônica Municipal de João Pessoa, e suplicando a São Pedro que desse uma trégua na chuva, antes mesmo de nós três chegarmos à simpática comic shop paraibana, já havia leitores esperando para nos conhecer pessoalmente e comprar nossos trabalhos.
Vale salientar que a receptividade e calor humano dos paraibanos é única. Sabe aquele elogio que você ouve e sente que foi do fundo do coração? Leitores que gostam tanto do seu trabalho que quase deixam uma lágrima escapar e que ficam felizes por tirar uma foto juntos e receber um abraço? E olhe que nós nem somos tão famosas assim para uma tietagem desse nível (mas é assim que os paraibanos recebem os quadrinistas por lá).
Não tenho como agradecer o carinho do casal Andrezza (médica) e Yanson (advogado) ao Visualizando Citações, por exemplo. Ou a atenção da fotógrafa Geíza a cada palavra que eu trocava com os leitores, embora ela mesma tenha me interrogado sobre o processo criativo do projeto. A adolescente Luíza, leitora voraz, que junto com seu pai fez questão de comprar cada livro e HQ nosso. E o que dizer da Eloísa e da Fernanda, responsáveis pela Ideia Transitiva, que tiveram paciência para nos entrevistar entre um autógrafo e outro?
Ainda tivemos a companhia da simpática D. Nelly, avó da Juliana Fiorese, que veio prestigiar a neta e terminou trocando um dedo de prosa com a gente, tornando o evento mais maravilhoso.
Os amigos importantes também apareceram por lá, como o jornalista Audaci Jr., o professor Henrique Magalhães, o grande mestre Shiko (que nos presenteou com seu trabalho mais novo, o Talvez seja mentira, e foi assediado para autografar seus álbuns), e os quadrinistas locais Gabriel Jardim e Thaís Gualberto.
Foi muito bacana conhecer o Felipe, químico de Ribeirão Preto que estava na cidade devido a um congresso, mas deu uma fugidinha para o nosso evento. E depois ele me revelou que durante um tempo havia sido colaborador do site HQ Maniacs.
E eu ainda conheci, quase em primeira mão, o trabalho da Juliana Andrade. Apesar da timidez, ela me mostrou os concepts de sua primeira HQ. Gostei do que vi e acredito que vem coisa boa por aí.
Quando a noite foi acabando e o pessoal foi se dispersando, Manassés (o rostinho bonito com cabelo de Playmobil por trás do sucesso da Comic House) apareceu com duas folhas A3 e pediu a Juliana Fiorese e a AnaLu que fizessem desenhos para sua futura herdeira Lara, que está chegando (eu fiquei de fora porque só sei desenhar “bolinha e pauzinho”). Juliana ficou muito emocionada e pediu para desenhar em casa, mas AnaLu foi logo pegando suas indefectíveis canetinhas e desenhando uma versão de Ana e o Sapo especial para a Larinha (pela cara, o pai adorou).
Ao final, eu, AnaLu e Juliana trocamos nossos trabalhos, autógrafos e rasgação de seda, e saímos da Comic House com o relógio batendo meia-noite (não que tivéssemos algum parentesco com a história da Cinderela).
GALERIA
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