O I Concurso de Histórias em Quadrinhos de Cachoeiras de Macacu é uma iniciativa da Secretaria de Cultura em parceria com o blogHQFan e visa fomentar, reconhecer e premiar criações literárias da chamada Nona Arte.
As inscrições estão abertas até o dia 3 de maio nas categorias Infantil, Juvenil e Livre.
Os participantes devem enviar histórias em quadrinhos cujo conteúdo temático fale, aborde, mencione ou cite elementos da identidade cultural da cidade de Cachoeiras de Macacu, como suas lendas, mitos, curiosidades, história oral, história escrita, cotidiano, cenários, personagens e memória da cidade.
Os vencedores terão suas histórias publicadas numa revista exclusiva, com tiragem de 1.000 exemplares, que será distribuída entre os vencedores e a organização do concurso.
O talentoso ilustrador e designer de personagens Jeff Victor é dos subúrbios de Chicago e já trabalhou com diversos canais e produtoras famosos, como Nickelodeon, Warner Bros., National Geographic, BBC e HBO e criou uma série de ilustrações para fazer todos os fãs de cultura pop vibrarem mostrando a evolução de artistas e alguns personagens através dos anos!
São 11 ilustrações de atores, músicos e até mesmo personagens famosos mostrando como eles mudaram, se adaptaram e se caracterizaram em determinados anos e momentos mais marcantes de suas carreiras ou vidas. Cada ilustração se chama “The Evolution of…” seguido pelo nome do artista ou personagem correspondente.
Dentre as ilustrações, podemos conferir Johny Depp, na imagem logo acima, extremamente icônico em alguns dos seus papéis mais famosos, é quase impossível não reconhecer quais são os filmes a que as ilustrações dele fazem referência. Outros famosos ilustrados foram Tom Hanks, Bill Murray, Jack Nicholson, Uma Thurman, o herói Batman, o personagem Biff Tannen de De Volta para o Futuro, Sigourney Weaver, Kurt Russell, Rick Moranis e Natalie Portman. Cada uma dessas ilustrações pode ser conferida logo abaixo nessa exata ordem.
Para os que admiraram o trabalho de Jeff Victor, é possível comprar as ilustrações impressas por US$ 20,00 cada na loja online do artista.
Dois artistas lançaram um projeto inusitado: recriar usando o elenco da série The Simpsons passo a passo, os seis volumes do mangá Akira. Tudo começou quando James Harvey viu os esboços feitos sem nenhuma pretensão por seu colega o também ilustrador Ryan Humphrey.
Em seu tumbrl Harvey fala sobre a releitura da obra criada por Katsuhiro Otomo:
No mês passado escrevemos uma resenha sobre a HQ Caçada Até a Última Bala, que atualmente é lançada na internet. A resenha repercutiu muito bem e entramos em contato com o autor Marcus Vinícius, também conhecido como Marvin para agendar uma entrevista.
Conversamos sobre suas influências, dificuldade do mercado nacional para quadrinistas e possibilidade de publicação física.
Caso ainda não tenha lido a resenha, confira aqui. E, para acompanhe a HQ na página oficial.
Estação Geek: De onde surgiu a inspiração para começar “Caçada Até a Última Bala”?
Marvin: Todo o startup do projeto começou da minha admiração pelo cinema. A própria história de Caçada até a Última Bala surgiu a partir de um curta metragem que fiz no final de 2009, na impossibilidade de por toda a trama no áudio-visual por questões de recursos e tempo, tive a ideia de criar a HQ em 2010. Além disso sempre fui muito fã de HQs, sou um colecionador voraz dos clássicos!
EG: Quais suas HQs preferidas (nacionais e internacionais)?
A minha favorita acima de tudo, eu nunca li nada melhor que aquilo, é Watchmen. Uma verdadeira obra literária. Fora isso cresci lendo Homem-Aranha, Wolverine, Spawn e Batman, além de Conan que eu sempre revirava em sebos e a biblioteca pública do meu bairro atrás delas. Gosto muito também das obras de Frank Miller e ultimamente acompanho fielmente The Walking Dead.
Nacionalmente tem muita coisa boa rolando, Bando de Dois e Astronauta do Danilo Beyrut e ‘Zoo’ do Nestablo Ramos são demais! Umas webcomics nacionais que pra mim estão arrebentando são Mercenary Crusade e recentemente St. Bastard me deixou louco! Recomento pra galera que quiser ler!
EG: Tem planos de um lançamento físico para “Caçada Até a Última Bala”?
Sim! E estão perto de se concretizar. Acredito que ainda nesse primeiro semestre de 2013 aconteçam os primeiros lançamentos impressos. Podem ter certeza que os leitores do Estação Geek vão ficar sabendo das novidades logo!
EG: Como você encara o mercado brasileiro de HQs? E, qual a maior dificuldade para um quadrinista no Brasil?
O mercado é promissor, não só o nacional. Com os últimos investimentos da Marvel e da DC nos cinemas a cultura do quadrinho e todo o resto da cultura pop vem crescendo e é a hora de aproveitar e abrir portas. Mas é claro que existem ainda suas dificuldades de ser quadrinista no Brasil, principalmente em questão de visão de mercado da grande indústria, incentivo governamental a prática e até mais reconhecimento do próprio público do trabalho nacional que eu acho que é o primeiro e mais importante passo para o sucesso desse seguimento como negócio.
EG: Além de “Caçada Até a Última Bala”, você tem algum outro projeto engatilhado?
Sim, mas nada exatamente engatilhado. Tenho alguns projetos e ideias, mas por enquanto o Caçada Até a Última Bala me toma muito tempo, ainda é a 3º edição de uma previsão de pelo menos 10. O foco ainda é somente este projeto, mas certamente uma hora vai pintar coisa nova.
Abraço a todos os leitores do Estação Geek!
EG: Obrigado pela entrevista Marvin. Esperamos em breve anunciar mais algumas boas novas para os leitores.
DETALHE: A PARTE INTRODUTÓRIA DA SAGA VAI ESTAR DISPONÍVEL POR AQUI NA RQ EM BREVE!
Os logos de marcas famosas estão por toda a parte, inclusive nas roupas de atletas, artistas e muitos outros, que são patrocinados por essas marcas. Seguindo essa ideia, o artista italiano Roberto Vergati Santos foi um pouco mais longe e imaginou um mundo onde os próprios super-heróis fossem patrocinados por marcas famosas para poderem combater o crime e fez uma série de imagens retratando como seria.
O artista chamou a série de imagens de “Sponsored Heroes” (“Heróis Patrocinados”) e ele próprio explica o conceito:
Imagine se um dia o capitalismo atingir tal ponto que grandes marcas começarão a patrocionar os super-heróis. Como isso influenciaria a imagem deles? Baseado nessa hipótese, eu decidi experimentar isso em alguns personagens e ver qual seria o resultado dessa ideia.
Robert manipulou imagens de filmes e quadrinhos dos super-heróis e teve o cuidado de combinar os uniformes deles com as cores das companhias que escolheu e o resultado foram coisas interessantes, como Batman com o logo da Nike em seu uniforme, a armadura do Homem-de Ferro marcada com o símbolo do Mc Donald’s, Capitão América todo de vermelho exibindo o logo da Coca-Cola e muito mais.
A série toda você pode conferir nas imagens abaixo:
Em fevereiro a Sony divulgou o novo uniforme que será visto em O Espetacular Homem-Aranha 2 (acima), com um visual mais próximo dos quadrinhos. Pouco depois, Andrew Garfield foi visto no set em Nova York vestindo a mesma roupa.
Era de se esperar, mas aquele não será o único uniforme do herói no novo filme. Sabemos disso porque o dublê William Spencer, responsável por realizar as cenas de ação do personagem principal no longa, postou uma foto das gravações.
SIM! O uniforme anterior, visto em O Espetacular Homem-Aranha. Para tirar qualquer dúvida, um fã perguntou se aquela roupa fazia parte das gravações do novo filme.
Sendo assim, não é uma foto de arquivo. É totalmente nova.
Dá para imaginar que veremos Peter Parker ainda em ação com esse uniforme e, no decorrer do longa-metragem, desenvolvendo o novo visual. Quer saber? Isso é BEM legal.
Mark Millar é um dos mais prolíficos quadrinistas da atualidade. O escocês consolidou o nome na Marvel, assinando o roteiro de HQs como Os Supremos e Guerra Civil. No entanto, ele é muito mais do que isso. Millar já escreveu de Sonic a 2000 AD e, na última década, explorou com muito sucesso o mercado independente e autoral. Foi dessa exploração que veio Kick-Ass.
Agora, tudo que Millar faz é cercado de expectativa. Nesse sentido, a Panini lançou no Brasil Nêmesis(Panini Books, 112 páginas, R$ 21,90), encadernado que reúne as quatro edições da minissérie Millar & McNiven’s Nemesis. Nos EUA, o material foi publicado pelo selo Icon (da Marvel) em 2010 e chega ao Brasil por meio de um licenciamento direto com a Millaworld.
Bem, digamos que quando a história começa, parece que todas as expectativas serão atendidas. O álbum começa nos apresentando o vilão-título, Nêmesis. Trata-se de um personagem com um grande treinamento, sanguinário e calculista, no exato oposto do Batman — inclusive, Nêmesis usa um uniforme todo branco. Um cara que não está preocupado em prender criminosos e ajudar a polícia. Na real, Nêmesis tem como objetivo MATAR os principais chefes de polícia do mundo.
O próximo grande objetivo do vilão é derrotar um famoso policial dos EUA, Blake Morrow, que fisicamente lembra bastante o ator Peter Weller (do filme Robocop). Um cara tão importante e bom no que faz que tem aspirações políticas. E é partir daí que, de certa forma, o gibi desanda.
Veja bem, não me entenda mal. Tecnicamente, Nêmesis é perfeito. Ao que se refere ao trabalho de Millar, ele cria um roteiro cheio de ação, explosões, tiros e MUITO, mas MUITO sangue. O personagem principal é bem forte e o antagonista também é. Aliás, a ideia de inverter os papeis (o protagonista é o vilão e o antagonista é o herói) é muito boa.
Nêmesis tirando uma MOTO de dentro de um CARRO. Isso te lembra alguém?
A CAIXA Cultural São Paulo (Praça da Sé, 111, São Paulo/SP) promoverá, de 2 a 13 de abril, o curso De quadro a quadro: uma história das HQs.
Ministrado por André Luís Sanchez Cezaretto, o curso tem como objetivo mostrar a arte e a importância dos quadrinhos no Brasil e no mundo. As inscrições são gratuitas e o patrocínio é da Caixa Econômica Federal.
Desde a origem dos gibis, entre 1920 e 1930, a popularidade das histórias em quadrinhos só vem crescendo. Sob a forma de gibis, tiras, charges de jornal, desenhos animados e animações de cinema, as HQ têm sido reconhecidas como uma poderosa ferramenta para disseminação de ideias e formação de opinião.
O curso parte da premissa de que há uma profunda relação entre as histórias em quadrinhos e o período em que são produzidas. Desse modo, as aulas vão abordar a trajetória das HQs em duas frentes interligadas: análise dos contextos históricos em que foram produzidas, no sentido de perceber as relações entre elas e o mundo no qual surgiam; e análise das linguagens específicas, desenvolvidas pelos quadrinhistas para a criação das narrativas.
Serão abordados temas como o surgimento da caricatura e das charges, o nascimento dos gibis, os super-heróis e os mundos da Segunda Guerra e da Guerra Fria, os quadrinhos na era da contracultura e a explosão deles no Brasil dos anos 1980.
Com dez aulas de aproximadamente duas horas cada, o curso será realizado de terça a sexta-feira, das 19h às 21h, e aos sábados, das 10h às 12h.
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas, a partir de 25 de março, pelo telefone 0-XX-11-3321-4400. Os participantes receberão material didático exclusivo, com capítulos referentes às aulas, bibliografia e ilustrações.
Personagens pervertidamente cativantes, diálogos ácidos, violência estilizada e uma edição de videoclipe é o que se vê na série de quadrinhos Blue Estate, publicada pela Image Comics, o que torna a sua leitura ideal para os fãs de Quentin Tarantino.
Criação dos artistas búlgaros Viktor Kalvachev e KostaYanev, Blue Estate é um drama policial totalmente original, em 12 edições, no qual cada uma é desenhada por uma porção de artistas com estilos distintos.
O primeiro encadernado traz as quatro edições iniciais da série, basicamente apresentando os personagens pela narração de Roy Devine Jr., um desajeitado detetive particular, filho do prestigiado detetive da Unidade de Crimes Hediondos do Departamento de Polícia de Los Angeles.
O leitor é informado por Roy Jr. sobre as ações escusas de Vadim Petrovich Razov, o cabeça da máfia russa em Los Angeles, que usa a fachada de produtor de filmes B para lavar o dinheiro sujo advindo do comércio de drogas, prostituição, identidades roubadas e tráfico de armas.
Seu amigo Bruce Maddox, ator e diretor de filmes de ação ao estilo Steven Seagal, é o grande laranja do esquema de Razov.
Após Neil Gaiman e Todd Mcfarlane travarem sua clássica luta pelos direitos da personagem Ângela, Gaiman(que venceu o perrengue judicial), resolveu meter uma pá de cal na cabeça do Todd de uma vez por todas...
Trouxe a personagem para o Universo Marvel!
Segundo um boato muito fofoquento do Bleeding Cool, que comenta sobre uma “cena pós-crédito” na edição 10 de Age of Ultron, Ângela aparece.
Além disso, aparentemente após a saga, Ângela aparecerá como parte dos Guardiões da Galáxia, que será escrita pelo Bendis e co-escrita pelo…Neil Gaiman!
Espero que a ida do Gaiman para a Marvel inclua uma proposta de colocar o autor mais uma vez a frente de um dos personagens mais fascinantes dos quadrinhos de todos os tempos, o
Marvelman (Miracleman), que a Marvel adquiriu os direitos recentemente.
Para quem não sabe, Gaiman deixou incompleto seu arco com o Miracleman devido a falencia da Eclipse.
A Gibiteca de Quatro Barras retoma suas atividades com força total. Para alegria geral, o curso de Histórias em Quadrinhos e Desenho abre as inscrições pra 2013. Desde que o curso foi implantado pela Secretaria de Cultura em setembro de 2010, mais de 300 alunos frequentaram as oficinas, que são totalmente grátis. As aulas são ministradas por módulos, iniciando com a estruturação do desenho e conceitos da como fazer uma página de História em Quadrinhos. O curso aborda o estilo Mangá, mas este ano apresentará aos alunos técnicas de cartum e comics. Além do curso, a Gibiteca conta com um acervo de mais de 7 mil gibis dos mais variados temas, além de promover palestras, concursos e eventos. Aulas: quinta e sexta feira, período manhã e tarde. início: 4 de Abril INSCRIÇÕES/INFORMAÇÕES: CASA DA CULTURA DE QUATRO BARRAS - RUA NILO FÁVARO, 853 - CENTRO FONE: (41) 3672-3154
A Gibiteca de Quatro Barras retoma suas atividades com força total. Para alegria geral, o curso de Histórias em Quadrinhos e Desenho abre as inscrições pra 2013. Desde que o curso foi implantado pela Secretaria de Cultura em setembro de 2010, mais de 300 alunos frequentaram as oficinas, que são totalmente grátis. As aulas são ministradas por módulos, iniciando com a estruturação do desenho e conceitos da como fazer uma página de História em Quadrinhos. O curso aborda o estilo Mangá, mas este ano apresentará aos alunos técnicas de cartum e comics. Além do curso, a Gibiteca conta com um acervo de mais de 7 mil gibis dos mais variados temas, além de promover palestras, concursos e eventos. Aulas: quinta e sexta feira, período manhã e tarde. início: 4 de Abril INSCRIÇÕES/INFORMAÇÕES: CASA DA CULTURA DE QUATRO BARRAS - RUA NILO FÁVARO, 853 - CENTRO FONE: (41) 3672-3154
Vilões da ficção, que nada! O novo desafio de Homem Aranha, Hulk, Thor, Homem de Ferro e companhia é bem real: os super-heróis dos quadrinhos foram convocados para dar uma lição de finanças pessoais à criançada e, de quebra, ajudar a salvar o bolso de muito adulto.
Em forma de revista em quadrinhos, os conceitos básicos de economia são ensinados em meio à guerra entre heróis e vilões. O exemplar especial “Os Vingadores: salvando o dia” (leia AQUI a revista dos Vingadores) foi criado pela Marvel Comics, a pedido da marca de cartões Visa, e já começou a ser distribuído gratuitamente em escolas, além de estar disponível no site do programa Finanças Práticas (http://www.financaspraticas.com.br/).
— A ideia é apresentar o conceito de educação financeira de uma forma lúdica e atraente para um público que vai desde a criança recém-alfabetizada até adolescentes e adultos — ressalta a gerente de Relações Corporativas da Visa, Sabrina Sciama.
Os super-heróis são a nova estrela do site Finanças Práticas, que já vem fazendo sucesso entre jovens nos últimos meses com um jogo online, também gratuito, em que os conceitos de economia são passados durante uma partida de futebol (acesse AQUI o jogo de futebol).
Autor do livro “Pais inteligentes enriquecem seus filhos”, Gustavo Cerbasi elogia a iniciativa:
— De nada adianta querer ensinar a criança a lidar com dinheiro usando conceitos quadrados ou sermões. É preciso ser atraente. Jogos e quadrinhos são perfeitos.
No bê-a-bá financeiro
Não são apenas os super-heróis que se unem para salvar o orçamento. Outros personagens famosos entre a criançada também dão lição de economia. A Turma da Mônica tem uma edição educativa — distribuída gratuitamente no país pela ONG paulista SOS Consumidor — sobre superendividamento. A revista, entretanto, não tem versão online.
— A história mostra o pai da Magali desesperado por não ter como pagar pelo excesso de consumo da filha. Os personagens aprendem, então, que não é preciso nenhuma fórmula mágica para eliminar os supérfluos. A revista teve um enorme sucesso — conta a presidente da ONG, Marli Sampaio.
O Serasa também usa uma turminha simpática para falar sobre gastos e poupança. No exemplar em quadrinhos “Dinheiro não é brincadeira”, voltado para crianças recém-alfabetizadas e disponível no site http://www.serasaexperian.com.br/gibi/, personagens como Mauricinho e Pedrinho aprendem, ao mesmo tempo em que ensinam, conceitos como dívida e crediário, além de como custam caro seus sonhos de consumo.
O site do Banco Central (www.bcb.gov.br) também tem uma parte exclusiva para crianças e adolescentes, o BC Jovem. Há jogos, curiosidades, dicas e material para pesquisas escolares. Tudo gratuito.
Como ensinar em casa
Cofrinho: a partir dos 4 anos, a criança já pode ganhar suas primeiras moedinhas. É nesse momento que conceitos como caro e barato começam a ser despertados. O ideal é usar um cofrinho colorido como estímulo na hora de ensiná-la a economizar.
Primeira carteira: por volta dos 7 anos, a criança já tem uma noção maior de gastos. Ter uma pequena verba para a compra de doces, lanches ou revistas, por exemplo, pode ser um pontapé para uma organização financeira mais madura.
Mesada: a chegada da pré-adolescência é um bom momento para o início da mesada. Mas apenas com controle, e se a criança já demonstrar responsabilidade na hora de gastar seu próprio dinheiro. Abrir uma caderneta de poupança pode ser um estímulo para planos de médio e longo prazos.
Dia a dia: use a rotina a favor da educação financeira. Ao fazer compras, por exemplo, mostre a criança como se usa o cartão de crédito ou como é fundamental conferir o troco recebido.
Valorização: evite dar presentes caros fora de época. Essa é uma forma de tentar fazer com que a criança seja menos consumista.