
Se alguém contar, em uma conversa, que leu uma peça de Shakespeare
em quadrinhos, ouvinte nenhum se espantará demais. Afinal, as obras do
dramaturgo inglês têm roteiro
elaborado, repleto de personagens e conflitos que podem ser bem
retratados em imagens. Mas, se o autor em questão for um filósofo que
escreveu livros cheios de conceitos complexos e reflexões teóricas, é
bem possível que a surpresa seja maior.







