quarta-feira, 20 de março de 2013

ProAC, em São Paulo, pode voltar a contemplar dez projetos

Por Sidney Gusman - UHQ

ProAC
Uma boa notícia para o quadrinho nacional pode ser confirmada nas próximas semanas. A Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo está estudando a volta da premiação para dez projetos no ProAC - Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo. E o melhor: com a mesma verba do ano passado, R$ 40 mil por obra.
Em 2012, o programa teve a verba majorada de R$ 25 mil para R$ 40 mil por projeto contemplado. No entanto, o número de escolhidos caiu pela metade, de dez para cinco. Ou seja, na prática, o governo paulista baixou a verba total de R$ 250 mil para R$ 200 mil.
Essa nova alteração, para os projetos de 2013, seria, sem dúvida, um incentivo e tanto para os autores.
Confira a seguir os cinco projetos escolhidos no último ProAC.
Remy, com roteiro do jornalista Diogo Bercito e arte de Julia Bax.
RemyRemy
RemyRemy
Quaisqualigundum, com roteiro de Roger Cruz e arte de Davi Calil.
QuaisqualigundumQuaisqualigundumQuaisqualigundumQuaisqualigundumQuaisqualigundum
Ronda noturna, de Carlos T. Lemos, Pedro Felicio e Dalton Correa Soares (roteiro) e Alcimar Frazão, Dalton Correa Soares, Fred Fernandez e Olavo Costa (arte).
Ronda noturnaRonda noturnaRonda noturna
A vida de Jonas, de Magno Costa.
A vida de JonasA vida de Jonas
Aos cuidados de Rafaela, de Marcelo Saravá (roteiro) e Marco Oliveira (arte).
Aos cuidados de RafaelaAos cuidados de RafaelaAos cuidados de RafaelaAos cuidados de Rafaela
Para o caso de algum dos escolhidos não cumprir as normas do programa, a comissão julgadora elegeu cinco suplentes. São eles, pela ordem: O edifício do Sr. Svensen, de Benson César Di Chin; Luz Del Fuego, a rainha solar, de Laudo Ferreira; Desbravadores do Xingu, de Celso Oliveira Menezes; A cena muda, de Luli Penna; e Em busca de Leônidas, de Wanderson de Souza Caetano.
Este é o quinto ano em que o ProAC beneficia os quadrinhos. Cada projeto receberá 40 mil reais, em de dos 25 mil das edições anteriores. No entanto, o número de obras contempladas caiu de dez para cinco - o que, na prática, representou uma diminuição de 50 mil reais no valor total do programa.
Das edições anteriores, ainda há algumas obras que não foram entregues. Do ano passado, por exemplo, dos dez contemplados, só saíram Desistência do azul, de L.M. Melite, Fade Out - Suicídio sem dor, de Beto Skubs (roteiro), Rafael de Latorre (arte) e Marcelo Maiolo (crês); Se a vida fosse como a Internet, de Pablo Carranza; e Seu turno - A aventura começa, de Éder Gil.

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